Por Trás de um grande Homem

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"O que você deixará para trás que tornará a vida das próximas gerações mais fácil?"

O perdão e a correção são os pilares de quem decidiu deixar a maldade para trás e abraçar o caminho da luz.

Sempre que alguém tenta te convencer a acreditar em algo, tem um propósito oculto por trás, pois normalmente ninguém precisa te convence a respeito das coisas palpáveis e criveis, e na maioria das vezes ninguém quer saber a sua opinião sobre essas coisas.

Por trás das cortinas


É lá que mora o medo,
A distração,
O fracasso,
As falhas.
Por trás das cortinas
Mora um coração ferido,
Uma alma amargurada,
Um silêncio demorado.


Por trás das cortinas,
As máscaras caem, o choro vem. O sorriso some, e vem a dor.
Por trás das cortinas
Nascem as lágrimas,
Nascem as poesias tristes,


E é por trás dessas cortinas
Que está você, frustrada e com medo de ser.
Dores penetrantes, a vida irritando por causa da ausência de ser retribuída logo; o tempo passa e as cortinas estão lá, escondendo a pobre menina chorona, de sorrisos encantadores, mas que sangra no coração.


Saia logo e veja a verdadeira plateia que espera por você, sem máscara, sem choro, sem artes, sem maquiagem, apenas você e você mesma!


Você é forte e jamais diga que não! Afinal, no palco, a artista é você e o público aguarda!

Olhar para trás é duvidar do futuro que Deus prometeu.


Quem vive preso ao passado vira estátua: existe, mas não avança.

O tempo não volta,
Nem tornará atrás.
Estás perdido, amigo;
Quando olhares para trás, verás.

Um passo pra trás nem sempre significa medo, muitas vezes é cautela.

⁠Por trás da mulher forte que hoje você vê,
Existe uma menina, que foi obrigada a engolir o choro, os traumas e abusos sofridos, e teve que curar suas feridas sozinha.

Se não gostas do que estás colhendo, olha para trás e vê o que foi semeado.
sfj,reflexões⁠

"A música antiga faz um bem indizível... Pena que o mundo não "anda" para trás!"






Otávio Abadio Bernardes






Gyn, 23 de março de 2026.

Tá chato já, esse romance ficou pra trás,
tenho coisas maiores correndo atrás.
Aprendi a cuidar da minha própria direção,
e não entregar meu destino na mão de ninguém não.
Já perdi tempo tentando agradar,
agora eu quero é me valorizar.
O espelho me mostrou uma nova versão,
mais forte, mais livre e cheia de determinação.
Helaine machado

Tem dias em que eu olho para trás e penso numa coisa meio curiosa, quase irônica, dessas que a gente conta rindo no café da tarde enquanto mexe o açúcar devagarinho. Desde pequena a vida parecia uma arena gigante, como se cada fase viesse com um teste novo, um daqueles que não dá para devolver para o professor dizendo que caiu conteúdo que ninguém explicou. E mesmo assim eu fui atravessando tudo com uma cara tranquila, quase elegante, como quem diz para o mundo que está tudo sob controle, quando na verdade por dentro existia um turbilhão inteiro discutindo filosofia com a própria sobrevivência.

Nunca contei quase nada. Não porque não existisse história, muito pelo contrário. Era tanto capítulo que dava para montar uma biblioteca inteira, daquelas silenciosas, onde só eu conheço o catálogo. E reclamar nunca foi muito meu estilo, não por heroísmo, mas porque as pessoas criaram uma versão de mim que parece feita de aço temperado. A tal mulher forte. Aquela que resolve. Aquela que aguenta. Aquela que sempre volta. E quando o mundo decide que você é forte, pronto, está oficialmente proibida de fraquejar em público, como se fosse uma regra invisível assinada numa reunião secreta da humanidade.

O curioso é que eu mesma comecei a acreditar nessa história. Não que eu nunca tenha cansado, claro que cansei. Só que eu aprendi a conversar comigo mesma como quem acende uma luz interna no meio de um apagão. Houve uma vez, só uma, que pensei em dividir o peso, abrir a caixa preta da minha história, mostrar as evidências, os fragmentos, os acontecimentos. E a resposta foi aquele silêncio estranho, ou pior, aquela frase que parece pequena mas faz eco dentro da gente por muito tempo. Não acreditam em evidências. E eu pensei, então está bem, talvez a minha prova não seja para convencer ninguém, talvez seja apenas para me manter de pé.

Engraçado como a gente descobre forças que não estavam no manual de instruções da vida. Eu fui percebendo que existe uma musculatura invisível dentro da alma. Uma espécie de academia espiritual onde cada queda vira um exercício novo. E ali, sem plateia, eu fui ficando mais resistente, não porque o mundo exigiu, mas porque alguma coisa maior sempre esteve comigo. Aquela presença silenciosa que não precisa de explicação, que aparece nos momentos mais absurdos da existência e sussurra, calma, continua.

Então eu continuo. Não enlouquecida, como alguns poderiam imaginar quando veem a quantidade de batalhas acumuladas desde a infância, mas curiosamente lúcida. Como quem atravessou tempestades suficientes para reconhecer o som da própria paz quando ela aparece. E tem uma coisa engraçada nisso tudo, quase uma ironia elegante da vida. As pessoas pensam que eu nunca precisei de ajuda. Mas na verdade eu sempre tive ajuda, só que veio de um lugar que não depende de aplauso, de aprovação ou de testemunha.

No fim das contas, eu sigo com essa mistura de força interior e fé silenciosa que me acompanhou o tempo inteiro. Como se eu estivesse caminhando por um mundo barulhento com uma bússola dentro do peito. E olha, posso te dizer uma coisa com aquela tranquilidade de quem já atravessou muita coisa. Quando a gente aprende a confiar nessa força que mora dentro da gente, o caos até tenta fazer barulho, mas já não manda mais na história. Porque a história, no fim, continua sendo minha. E eu ainda estou escrevendo.

Quando ele chegar nos 40, tenho certeza que ele vai olhar pra trás e perceber as merdas que fez.


Nos 40 a reflexão mais profunda da vida, chega.

Vai ficar pra trás quem não aprende, aprenda agora, não fique no depende, quem sabe faz na hora, quem não aprende se arrepende.

Se você pode ver o futuro nunca olhe para trás

Há uma paz que só nasce depois de muitas despedidas


Nem tudo o que deixei para trás era ruim. Algumas coisas eu amava profundamente. Mas a vida me ensinou que crescer também exige coragem para soltar aquilo que já não pode caminhar ao meu lado. Há dores que não desaparecem; apenas encontram um lugar mais silencioso dentro de nós. E talvez seja essa a forma mais bonita de seguir: continuar, sem negar o que foi vivido, mas sem permitir que o passado impeça o futuro de florescer. Porque a maior força não está em nunca cair, e sim em preservar a delicadeza do coração, mesmo depois de tudo.

O melhor pra gente está naquilo que mais corremos atrás; fica pra trás aquilo que deixamos de correr atrás.


Se você corre atrás de afeto, sentimento, amor, etc., mais possibilidade você tem de encontrar. O mesmo vale para o sucesso, status, poder, riqueza material, etc.: quanto mais você corre atrás, mais chance tem de alcançar.


Escolha o que tem mais valor e importância pra você, porque o que você não vê como importante é o que vai ficar pra trás na sua vida.


Lá na frente, quando a morte bater em sua porta, ela vai lhe dizer o que você deveria ter corrido atrás.

Minha evolução interna está nas crenças que me desapego, nos medos que deixo para trás e em tudo aquilo que eu aprendo.

Por trás de uma profunda mágoa, existe um universo imenso de amor.

Cada passo adiante é vitória sobre a dor que tentei deixar para trás.