Por Trás de um grande Homem

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"Se acha difícil seguir em frente, digo que não há nada pior do que voltar pra trás."

Hoje é mais um dia para ser feliz, recomeçar e perdoar. Deixe para trás o peso do que já passou e abra o coração para as novas possibilidades. Cada amanhecer é um convite da vida para escrever uma nova história, com mais leveza, coragem, amor e esperança. Que o seu sorriso seja maior que os desafios e que a paz encontre morada no seu coração. Faça deste dia um belo recomeço.

⁠⁠Dinheiro não trás felicidade, ele proporciona liberdade, coisas que sem dinheiro você jamais iria conseguir e automaticamente você realizando desejos internos isso te trás felicidade, mais não o fato do dinheiro em si.

⁠Um dia você vai olhar para trás e lembrar de cada lagrima que derramou, acreditando em seus sonhos, mesmo quando ninguém mais acreditou, então continue tentando e não pare até conquistar.

O sentido da vida é único! Seguir em frente! Olhando para trás de vez em quando e para os lados ocasionalmente!

"Não tenha medo de deixar um sonho para trás. Algumas portas só se abrem quando você tem coragem de fechar outras."

Uma flecha só cumpre o seu propósito
quando deixa o arco para trás.
A vida também. Quem insiste em olhar
para o ponto de onde partiu perde de
vista o alvo para o qual foi lançado.
O passado explica quem você foi;
o alvo revela quem você
ainda pode se tornar.

"Não briguem pelos meus erros. Não lutem pelo que deixarei para trás. Apenas preocupem-se em deixar-me descansar em paz." (FURUCUTO, P. D., 2026).

É preciso lutar, ir até o fim, sem olhar para trás e jamais desistir


Mandando pro inferno toda solidão, o medo, a angústia a dúvida e a depressão

Jamais olhe para trás pra se culpar pelo presente
Apenas se entregue
a paz e plante um nova semente

⁠O Opalão 13, vermelho e turbinado, acelera e deixa para trás o Calhambeque 22, enferrujado e puxado por jumentos!

“Quando olho para trás, vejo aquilo que já fui. Quando observo o presente, encontro a sombra de tudo o que vivi e a forma atual do que sou. Quando olho para o futuro, vejo uma projeção: aquilo que poderei me tornar. O passado fornece os erros, o presente lhes dá compreensão, e o futuro recebe as consequências das escolhas que faço agora. Assim, aquilo que vivi, somado à consciência do que sou, torna-se a matéria com a qual construo aquilo que quero ser.”

Um passo pra trás nem sempre significa medo, muitas vezes é cautela.

A Janela Aberta
Naquela noite, não foi só o pub que ficou para trás.
O corpo voltou para casa. Os pensamentos, não. Sentaram-se na poltrona, caminharam pelos cômodos vazios e, quando perceberam que eu insistiria em dormir, fizeram do travesseiro um bloco de concreto. A casa inteira parecia cansada. Não era o desgaste do tempo. Era o peso da consciência.
Há noites em que a insônia não é ausência de sono.
É excesso de lucidez.
Saí para a varanda.
A janela da casa ao lado estava aberta. A vizinha permanecia ali. Devia ter uns trinta e cinco anos. Reservada. Dessas pessoas que nunca prolongam uma conversa, mas jamais deixam de cumprimentar os vizinhos. Antes disso, eu a tinha visto caminhar lentamente pelo cômodo, como se cada passo precisasse ser convencido a acontecer. Depois os movimentos diminuíram, até desaparecerem por completo.
Não havia televisão ligada. Nem música. Nem qualquer ruído que denunciasse companhia, como era habitual. A casa parecia ter prendido a respiração.
Vi quando ela puxou a cadeira, virou-a de frente para a parede e se sentou. Não olhava pela janela. Não olhava para a rua. Parecia encarar aquela parede como quem espera que o silêncio finalmente responda alguma pergunta antiga.
O corpo foi cedendo aos poucos, numa posição impossível de sustentar por muito tempo, como se tivesse esquecido a maneira correta de existir. Um braço pendia sem propósito. As pernas procuravam apoio onde já não havia equilíbrio. A cadeira fazia o que podia, mas parecia pequena demais para sustentar um peso que não era físico.
Ela não caiu.
Apenas cansou de fingir que ainda estava de pé.
Ficou assim durante muitos minutos.
Tempo suficiente para que a imaginação começasse a fabricar hipóteses.
Talvez esperasse uma ligação que nunca viria.
Talvez estivesse apenas exausta.
Talvez estivesse travando, em absoluto silêncio, uma guerra que ninguém do lado de fora seria capaz de enxergar.
A solidão tem esse hábito perverso: quando não encontra respostas, inventa histórias.
Depois de algum tempo, a penumbra tomou conta do cômodo. Já não conseguia distinguir seus movimentos, nem saber se ainda permanecia na mesma posição. A janela continuava aberta, mas a noite havia fechado o resto da cena. O que aconteceu dali em diante eu nunca soube. O que permaneceu comigo foi apenas a última imagem que meus olhos conseguiram guardar. O restante foi preenchido por essa estranha mania que a solidão tem de transformar lembranças em fotografias mentais.
Foi então que compreendi que algumas janelas permanecem abertas não para deixar o ar entrar, mas porque já não existe força suficiente para fechá-las.
É curioso como a tristeza raramente faz escândalo.
Ela prefere paredes descascadas, cadeiras antigas e o silêncio.
Gosta do silêncio porque o silêncio não faz perguntas.
Talvez ela tenha perdido alguém.
Talvez tenha perdido a si mesma.
No fim das contas, quase dá na mesma.
O mundo admira pessoas que continuam sorrindo enquanto apodrecem por dentro. Chamam isso de força.
Eu chamo de bom comportamento... maldito bom comportamento de gado no matadouro.
A verdadeira exaustão não pede licença. Ela apenas faz o corpo escorrer sobre qualquer pedaço de madeira disponível, como um copo esquecido no fim da madrugada.
Depois de certo ponto, a identidade deixa de importar.
Você não é mais advogado, artista, pai, mãe, amante ou fracassado.
É apenas alguém tentando sobreviver ao próprio pensamento.
As paredes conhecem esse tipo de gente.
O concreto guarda segredos melhores que qualquer padre. Já viu homens ricos chorarem sozinhos, mulheres bonitas desistirem da própria beleza e gente comum morrer muitos anos antes do coração parar.
Naquela varanda compreendi que existem intervalos maiores do que qualquer derrota.
Existe uma diferença enorme entre perder a guerra e simplesmente não ter forças para levantar naquele dia.
Vivemos num mundo que confunde movimento com vida. Gente correndo atrás de dinheiro, curtidas, diplomas e promessas de felicidade vendidas em prestações. Basta, porém, fechar a porta e apagar as luzes para descobrir que muita gente continua respirando apenas porque o corpo ainda não recebeu o aviso de que a esperança foi embora.
Na manhã seguinte, ela acordará.
Preparará o café.
Responderá mensagens.
Comprará pão.
Cumprimentará os vizinhos.
Se alguém perguntar como está, sorrirá o suficiente para encerrar o assunto.
E a cidade continuará funcionando com a eficiência de sempre.
Os ônibus passarão.
Os escritórios abrirão.
Os bares voltarão a encher.
Ninguém perceberá que uma mulher quase desapareceu diante de uma parede na noite anterior.
Talvez porque todos estejam ocupados demais escondendo a própria parede.
Voltei para dentro de casa.
A janela dela continuava aberta.
Fechei a porta da varanda, mas não consegui fechar aquela janela dentro de mim.
Desde então, algumas noites não terminam quando amanhece.
Elas apenas mudam de endereço.
Há dias em que caminho pela rua, entro num café, espero numa fila ou observo alguém parado no trânsito e me pergunto quantas pessoas ali estão vivendo exatamente a mesma noite que vi naquela janela.
A resposta nunca vem.
Talvez porque a tristeza mais profunda tenha aprendido um truque antigo: descobriu que ninguém desconfia de quem continua respirando.
E foi então que percebi uma ironia cruel.
Naquela noite, eu acreditava estar observando a solidão de uma mulher.
Hoje já não tenho tanta certeza.
Talvez eu nunca tenha escrito sobre ela.
Talvez, desde a primeira linha, eu estivesse apenas descrevendo a janela da minha própria casa.

“Deixe para trás o que te atrasa e siga com propósito.”

E agora ele voa,
Sem olhar pra trás.
A dor foi a mola
Que o fez ser capaz.
Ninguém mais o para,
Ninguém diz que não.
Seguiu a própria direção.

⁠A
Vida é uma escada
que
ninguém sobe
Olhando para trás

Às vezes imagino um relógio que anda para trás. Os ponteiros giram devagar, desfazendo os dias, trazendo de volta momentos que já se foram. As palavras duras que disse voltam para dentro da boca. As lágrimas que caíram secam e desaparecem. O tempo, que costuma correr sem piedade, de repente obedece ao meu desejo mais secreto: voltar.
Nesse relógio invertido, eu poderia consertar erros, abraçar quem perdi, dizer “eu te amo” antes que fosse tarde. Poderia viver de novo as risadas simples, os cafés tranquilos, os sonhos que deixei dormir. Mas será que eu realmente mudaria tudo? Ou será que, no fundo, esses erros e dores são o que me trouxeram até aqui?
O relógio que anda para trás nos faz sonhar com uma segunda chance. Ele revela o quanto carregamos arrependimento no peito. No entanto, talvez a verdadeira sabedoria esteja em aceitar que o tempo só anda para frente. Os ponteiros não voltam. O que podemos fazer é olhar para trás com carinho, aprender com o que ficou e viver o agora com mais presença e menos pressa.

⁠Por trás da mulher forte que hoje você vê,
Existe uma menina, que foi obrigada a engolir o choro, os traumas e abusos sofridos, e teve que curar suas feridas sozinha.

Olhar para trás é duvidar do futuro que Deus prometeu.


Quem vive preso ao passado vira estátua: existe, mas não avança.