Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim

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Poeminha da Despedida

⁠"Quando passam as horas, os dias, as semanas, os anos...
Ficam encarnados em nós os acontecimentos bons... Os ruins são lições para nos testar até onde vai a nossa fé.
Muitas pessoas vão marcar nossa existência, algumas com amor, outras vão nos fazer sangrar, para que saibamos que estamos vivos e também sabermos em quem verdadeiramente podemos confiar.
No íntimo já sabemos quem realmente nos ama, quem se importa conosco.
Não se pode esperar para sempre, pois, como se diz por aí: "Posso até te amar, mas eu me amo mais"."

Inserida por palcodasflores

Não sou perfeita nem mágica, mas eu tenho um coração, que ama todos vocês...
Por que me amas de volta?
Por que gostais de mim?
Fiz algum tão bom assim?
Me acostumei com decepções!
Me acostumei a ser odiada!
Não me importo se me odiar!
Vai ser apenas mais, dentre todo o mundo!

Inserida por RaquelMacedo

Eu hoje escrevo esta carta para te dizer uma coisa.
Uma coisa quero te dizer nesta carta
Que as palavras que mais uma vez aqui te deixo são as mais sinceras e verdadeiras
E nesta distância que nos separa, quero que saibas
que nunca te esqueço.
Que te amarei sempre.
E que sempre te vou amar.
Meu amor por ti será sempre eterno
E jamais morrerá
Pois o dia em que eu morrer
Morro eu.
Morre o meu corpo.
Mas o meu amor por ti permanecerá sempre nestas minhas palavras aqui descritas.
Neste meu coração, neste meu todo, mas sempre permanecerá até o último dia da minha vida.
O meu amor, sim, será eterno por ti. Porque te vou amar para sempre, enquanto aqui andar.

Inserida por Por-do-Sol

⁠"Se eu não merecia a primeira dor, por que devo persistir em senti-la novamente,
relembrando-a?"

Inserida por IRLins

Unidade

Minh’alma estava naquele instante
Fora de mim longe muito longe

Chegaste
E desde logo foi Verão
O Verão com as suas palmas
os seus mormaços
os seus ventos de sôfrega mocidade
Debalde os teus afagos insinuavam quebranto e molície
O instinto de penetração já despertado
Era como uma seta de fogo

Foi então que min’alma veio vindo
Veio vindo de muito longe
Veio vindo
Para de súbito entrar-me violenta e sacudir-me todo
No momento fugaz da
unidade.

Manuel Bandeira
BANDEIRA, M., Poesias de Manuel Bandeira, Portugália Ed., 1968

ANJO AMIGO

Se um dia precisar de mim..
Mande-me um recado..
Pelo vento ou pelo tempo..
Pela Lua ou pelo Sol..
Pela chuva ou a brisa do mar..
Não importa o lugar..
Eu estarei pronta pra ajudar..
Quero que sinta
Meu carinho levado..
Pelo vento que ai passar..
Sinta na brisa da chuva..
O abraço mais forte..
Que tenho pra lhe dar..
Amigo você que me fez poesia..
Amigo você que me faz companhia..
Fico aqui extasiada, encantada..
Feliz rindo sozinha..
Quero lhe ofertar minha amizade.
Meu carinho..Meu abraço.
Onde quer que você esteja agora.
Estará tudo sendo levado.
Nas asas de um querubim.
Meu amigo a amizade é como a vida.
Não tem explicação.
A amizade se conquista.
E você conquistou meu coração!

Falar mal de mim é fácil, quero ver cantar a parte do Eminem em Love the way you lie

Sorte pra mim é sol no sábado.
É pijama até às 3...
É saber que amanhã é sexta.
E que os problemas já podem ser substituídos pela farra, pela festa e pela galera reunida...

Sorte é pensar que tudo está acabado, olhar pro lado e ver poucos, mas verdadeiros amigos, que estão sempre prontos a me ajudar a levantar.

É ter pra quem ligar quando eu quero rir.
E ter alguém pra chamar quando eu quero colo.

Sorte é saber que eu sou forte, capaz e saudável. E saber que eu não sou um monte de coisas, mas que posso ser.

Sorte é terça com chuva, filme com uma amiga e pizza.
É ter do que reclamar, ter do que se alegrar, ter do que se lembrar.
Sorte é ter uma família, não por opção, mas porque tinha que ser assim e ter outra escolhida a dedo!

É ter certezas. Certeza de que vai dar tempo. De que vai dar saudade. E de que eu sou determinada a ponto de quebrar a cara, e de não desistir com isso.
É, acima de tudo, saber reconhecer que eu tenho sorte.

Sorte é ter um passado doce e o açucareiro nas mãos.

o meu mundo não é como o dos outros:
quero demais, exijo demais.
há em mim uma sede de infinito

Antes de tentar falar de mim, venha sentir minhas dores, calçar meus problemas e levar os meus pesos.
Antes de tentar me julgar, peço que venha viver minha vida e sentir minhas emoções.
Ninguém mais além de Deus sabe quem eu realmente sou, o que eu vivo, o que eu sinto, suporto e convivo todos os dias.
E confesso, não é fácil ser "eu", mas vivo, e vivo feliz, pois passei a não depender da opinião dos outros, do querer dos outros ou do que pensam os outros, são só os "outros", tenho me preocupado comigo, e com o que Deus pensa sobre mim, pois é dEle que dependo, pois é dEle que vem minhas vitórias.

Chega em mim sem medo, toca no meu ombro, olha nos meus olhos, como nas canções do rádio. Depois me diz: — “Vamos embora para um lugar limpo. Deixe tudo como está. Feche as portas, não pague as contas nem conte a ninguém. Nada mais importa. Agora você me tem, agora eu tenho você. Nada mais importa. O resto? Ah, o resto são os restos. E não importam.

Obrigada por ser a única pessoa que acreditou em mim mesmo que no final estava errado, também.

Meto-me dentro de mim mesmo e acho aí um mundo! Mas antes em pressentimentos e obscuros desejos que em realidade e ações vivas. Então tudo paira a minha volta, sorrio e sigo a sonhar, penetrando adiante no universo.

lembrem de mim
como de um
que ouvia a chuva
como quem assiste missa
como quem hesita, mestiça,
entre a pressa e a preguiça

Corra garoto esperto, e não esqueça-se de mim!

Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é ninguém: fundo sem fundo. Uma parte de mim é multidão: outra parte estranheza e solidão. Uma parte de mim pesa, pondera: outra parte delira. Uma parte de mim é permanente: outra parte se sabe de repente. Uma parte de mim é só vertigem: outra parte, linguagem. Traduzir-se uma parte na outra parte - que é uma questão de vida ou morte - Será arte?

Engula seus conceitos sobre mim e morra engasgado!

Não sei dizer o que há em ti que fecha e abre
Só uma parte de mim compreende que a voz dos teus olhos
É mais profunda que todas as rosas...
Ninguém, nem mesmo a chuva, tem mãos tão grandes...

O dia corre lá fora à toa e há abismos de silêncio em mim.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Saudades de mim

Sinto saudades do tempo em que conhecia meus sentimentos. Do tempo em que sabia o motivo pelo qual eu chorava ou sorria. Dos momentos em que eu vivia plenamente minha vida. Sinto saudades de tudo o que vi e vivi, porque sei que minha alma estava tranquila nesses momentos.

Hoje quando tento me encontrar te vejo em tudo. A mesma dor, as lembranças das promessas vazias, tão vazias que nem mesmo você acreditava, das juras de amor que me faziam sonhar e que com o tempo foram me dominando. Por mais que eu tente não consigo entender como pude me entregar a um amor tão esnobe, um amor incapaz de amar, de fazer feliz, de se permitir ser feliz.

Hoje vejo todos os defeitos que antes me pareciam preciosidades. Hoje sinto um vazio que ainda não sei explicar o que é e que talvez um dia o tempo me permita entender. Hoje sei que de todas as coisas ruins que você me fez sentir a pior ainda esta comigo: a lembrança de saber que alguém como você ainda existe.

Sinto tanta falta de mim que só vou me reencontrar quando conseguir dizer com toda serenidade que não me lembro quem você foi, é ou será. Infelizmente um amor nem sempre vem como amor.