Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim
CONFIAR...
É pisar firme em areia movediça, mesmo sabendo que não tem ninguém à vista.
Nara Minervino
ABSTRATO É...
Gostar de quem não merece,
Esperar por quem não vem,
Contar com quem não faz e
Compreender quem não se entende.
Nara Minervino
CONCRETO É...
Amar quem nos ama de volta,
Querer quem nos quer por perto,
Acreditar em quem de nós não duvida e
Esperar por quem não vai faltar.
Nara Minervino
POETIZANDO A VIDA
POEMIZE-SE!
Versifique cada etapa de sua vida em estrofes concretas.
RIME-SE!
Combine os seus desejos com as oportunidades a você oferecidas.
POESIE-SE!
Metrifique suas atitudes de acordo com o tamanho dos seus sonhos.
Nara Minervino
DESISTIR
Decisão acertada de quem
Escolhe a
Sabedoria em detrimento da
Ignorância. Essa é a
Solução que
Tateia o coração daqueles que se
Inflamam de paz interior e de
Respeito a si mesmo.
Nara Minervino
Não desejes o céu,
Se não te permites voar,
Nem queiras ver o mundo de cima,
Se os pés não te permites tirar do chão.
Nara Minervino
TEORIA E PRÁTICA
Teoria! Oh, teoria!
Vós sois tão bela e tão perfeita!
Mas...
Por que vives tão distante da prática?
Por quê?!
É muito de ti que estudo,
Mas é tão pouco de ti que encontro!
Prática! Oh, prática!
Vós sois tão real e tão efetiva!
Mas...
Por que vives tão longe da teoria?!
Por quê?!
É muito de ti que eu vivo,
Mas é tão pouco de ti que entendo!
Nara Minervino
SAUDADE
Saudade a gente sente,
Mas ninguém a define.
Ela acerta bem na alma
E ao coração reprime.
Traz uma dor pro peito
Que nos pega bem de jeito,
E, sem entender direito,
A gente vai definhando,
O corpo vai reclamando
E a mente vai divagando.
Saudade é mesmo uma coisa
Que não tem gosto nem cheiro.
Que ao toque não se permite
Nem um só abraço admite.
Porém, ela envolve a gente,
Tão forte e tão de repente,
Que, quando a gente pressente,
Ela já está instalada,
No peito tão alojada,
Que o que podemos fazer
É aceitar e entender
Que essa saudade insana
Só sente mesmo quem ama
E ama sem ter por quê.
Nara Minervino
DOIS SERES ESTRANHOS E UMA JOVEM
Na avenida escura
Uma jovem seguia só.
Olhando ao seu redor,
Viu, voando e cuspindo fogo,
Um homem com boca de lobo
E corpo de labrador.
Não soube o que fazer:
Fugir, gritar, lutar.
Ele viera o seu corpo assar.
As garras de suas mãos,
Afiadas e pontiagudas,
Queimavam feito brasas de carvão.
De repente, num relance,
Outro estranho ser aparece
E o seu pavor mais aquece!
Um embate! Que surpresa!
O estranho feito de gelo
Esfria as garras quentes das labaredas.
Que felicidade! Que alegria!
Acabou-se a confusão
Com a jovem ainda no chão.
E aquele ser todo gelado,
Tendo ficado enamorado,
Derreteu e desceu pelo ralo.
Que lugar mal-assombrado!
A MENINA DA FITA VERDE
A menina da fita verde,
Fita verde no cabelo,
Tem um história bem triste
Que guarda bem em segredo.
Ela mora tão sozinha
Na maior casa do mundo
Que não tem cama e cortina
E que tem cômodos imundos.
A casa dessa menina
Não tem porta nem janela,
Não tem grade de ferro
E tem como vista a favela.
A menina da fita verde
Que brilha à luz da lua
Tem uma casa bem grande,
Pois sua casa é a rua.
Na casa dessa menina
Faz muito frio e calor.
Ela quase não come comida
E não tem nem cobertor.
Porém, mesmo na rua,
Ela não tira a fita verde,
Pois seu cabelo ela enfeita
E a faz esquecer fome e sede.
Nara Minervino
PROFESSORANDO
Professor é assim:
Espia
Copia
Escuta
Retruca
Impõe
Limita
Permite
Evita
Pergunta
Responde
Exige
Avalia
Instiga
Duvida
Aceita
Rejeita
Planta
Semeia
Espera
Colheita
Nara Minervino
SER CRIANÇA
Ser criança...
É ter sonhos
E não os achar enfadonhos.
É fazer planos
Sem medo dos desenganos.
É viver de pureza
E não duvidar da certeza.
É não ter pressa
E viver a vida completa.
Ser criança...
É estar feliz
E ser, todo dia, aprendiz.
É crer no amor,
Sem pensar em espinho de flor.
É se sentir repleto
E do amor está certo.
É brincar com a vida
A quem enxerga comprida.
Ser criança...
É...
... ser assim:
Acreditar em
TUDO,
Por saber que
Amanhã
Virá o mais... lindo... futuro!
É...
... Não duvidar...
... De ninguém...
Porque reconhece que
Só
O
Amor
F
A
Z
bem.
Nara Minervino
OUTRA CANTIGA DE CIRANDAR
Fui à Espanha
Buscar meu chapéu
Azul e branco
Da cor daquele céu.
Mas na Espanha
Não encontrei ninguém
Que dissesse onde estava
O chapéu do meu neném.
Olha palma, palma, palma.
Olha pé, pé, pé.
Olha roda, roda, roda,
Caranguejo peixe é.
Bati palma, palma, palma,
Finquei pé, pé, pé.
Dancei roda, fiz ciranda,
Para ver meu bem me quer.
Samba, crioula,
Que vem da Bahia,
Pega a criança
E joga na bacia.
Mas tem cuidado
E carinho com meu bem.
Ele é o meu amado
E outro igual ele não tem.
Nara Minervino
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