Político

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O político prefere quebrar a economia do país a dizer a verdade — e mesmo quando fala a verdade, quebra a confiança do povo. O dinheiro, no fim, é feito de fé e confiança.

O político é um mobilizador de desejos para produzir vontades; de meios para produzir fins... ⁠

“Marketing político eficaz começa no olhar humano: reconhecer histórias, compreender dores e construir caminhos juntos.”

A corrupção deveria ser vergonhosa para o político corrúpto, da mesma forma que a falta de um dente da frente é para um simples eleitor!

Você alimenta o algoritmo, a burguesia, o político.
Esquece de alimentar seu sorriso, sua cabeça com um bom livro e até mesmo esquece dos seus filhos.
Depois não adianta chorar. Pois a vida é uma só.
Desconecte-se!

Um bom politico jamais deve ser um cliente ou um amante, ele tem que ser um amigo de faculdade.
Os clientes compram, os amantes enganam e o amigo conquista.
E o amigo de faculdade é por quatro anos. E se souber ser um bom amigo, ele será um marco na história.

Para ser um politico, filie-se a um partido,
adquira muitos amigos,
dome as palavras e tenha memória curta.
Para ser um líder, abrace o conhecimento,
pense como um dirigente,
adquira um “braço direito”,
aja como um servo e tenha boa memória.

O pobre é o alicerce do poder político.

Nenhuma solução é tão cabível que um politico não possa torna-la um problema.

Não há nada que me assusta mais do que o extremismo. Mais do que qualquer regime político, mais do que qualquer iniqüidade – que são temporais – o extremista me assusta pela perenidade do entendimento de que a coexistência com qualquer hipótese diferente da sua é inaceitável, e sua causa pessoal o transforma naquele tipo de gente para o qual o fim justifica todos os meios.

O jovem político deve se inspirar nos exemplos de políticos que realmente contribuíram com projetos que beneficiaram a população, ao invés de ficar discutindo de forma agressiva na tribuna

Em Moçambique, não basta seres um crítico político acérrimo — também precisas de dinheiro. Dinheiro para, quando os donos da situação decidirem perseguir-te, conseguires escapar.

De um lado o falatório político desenhando as mais doces realidades inexistentes. Do outro, a bandidagem real ceifando vidas e futuros. Em um todo, somos vítimas de balas e de balelas perdidas.

Milagre é uma coisa que todo político fará quando está em campanha, mas, depois de eleito, político deixa de ser santo.

FANATISMO POLÍTICO-PARTIDÁRIO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Amor extremado e cego. Não; não me refiro ao amor de mãe. Até porque, algumas mães, por mais que amem conseguem ver. Falo do amor de certas pessoas por determinados partidos políticos e os seus eleitos; especialmente governantes. Para tais pessoas, esses políticos podem fraudar, se corromper à vontade, afundar a nação, e caso queiram, assaltar ou cometer homicídio à luz dia, que mesmo assim serão inocentes. O amor por eles estará sempre lá. Incólume. Nenhuma prova, por mais fundamentada que seja, será suficiente.
Os demais cidadãos, que um dia também votaram nessas figuras, reagem às traições. Protestam contra os desmandos. Reclamam. Muitos nem fazem nada, mas ainda ficam indignados. Não gostam de apanhar, e se não apanham, por algum privilégio pessoal, não gostam de ver quase todos à sua volta sofrerem com o desgoverno, a impunidade política e suas consequências. Sofrem com os que mais sofrem por serem mais vulneráveis ou desfavorecidos. A maioria da população.
Falo desses pobres coitados que o poder desconhece, não têm acesso a qualquer esquema, e se algo sobeja para eles não passa de migalhas. Na maioria das vezes nem as migalhas, em troca da devoção. Mesmo assim defendem; brigam; criam desafetos em nome do fanatismo político-partidário. São burlados em seus direitos padecem perdas salariais causadas por incompetência ou corrupção política e passam por privações, não têm perspectivas ou estão desempregados há muito tempo, apesar dos bons currículos, mas nada os dissuade. Não há nada que tire suas mãos do saco dos poderosos.
Quem ama extremada e cegamente os ocupantes do poder político sem nenhuma razão plausível, nem mesmo torta ou suspeita, é como aquelas amantes de malandros: gostam de apanhar, e até sentem falta. Justificam a covardia de seus homens, taxando-os de injustiçados, incompreendidos e vítimas de sabe-se lá o quê. Pior ainda, repetem aos quatro ventos as desculpas lamuriosas de seus algozes, depois de cada surra.
Aos amantes longínquos do poder, nada resta... ou nada que não seja esse sentimento não correspondido... não reconhecido ou recompensado, em momento algum, por esses ícones que nem sabem o quanto são amados incondicionalmente. Desses pobres diabos que nunca deixam de ser povo, até o poder da indignação se perdeu no espaço e no tempo já perdido com tanto amor em vão.

Onde um político pode votar o próprio salário, a democracia revela sua corrupção; somente a lei que garante proteção ao indivíduo é soberana e igual para todos.

O ressentimento é o cimento do pertencimento político.

“A justiça não tem lado político; tem lado moral.”

A deterioração do sistema político é consequência de uma sociedade debilitada e com problemas estruturais profundos, evidenciando-se o esgotamento funcional e a fragilidade multiforme das políticas públicas sociais.

A desagregação do sistema político decorre da fragilidadecomunitária e da persistência de problemas basilares, resultando em políticas públicas sociais marcadas por disfunções crônicas e vulnerabilidades múltiplas.