Poesias sobre Você

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Ele(a) não foi embora por escolha; ele(a) simplesmente sumiu porque você parou de acender a luz que mantinha a presença dele(a).

Aquele que você chama de envergonhado, tímido e que o mundo o enxerga como incapaz, a neurociências chama de capacidade de processar melhor e, geralmente, são os que resolvem a parada. Não confunda introvertido com invisível.

É estranho até você responder a esse post. Mas os seus amigos vão ficar aqui, só observando, e não vão comentar nada.

O estranho é que até quem você não espera comenta neste post... E os próprios amigos só observam.

O caminho é a felicidade. O dinheiro é só um hotel na beira da estrada: você para, aproveita a estadia e segue o caminho.(Siger)

Conquistar algo se baseia principalmente no desejo; assim, sempre que você almejar alguma coisa, lembre-se de que o primeiro passo para alcançar uma meta é dar início à sua jornada, mesmo que seja apenas uma pequena ação.

“Você não precisa viver na escassez. Expulse-a. E, quando não puder expulsá-la, simplesmente abandone o lugar onde ela escolheu permanecer.”

Em nenhum outro lugar, além do topo de uma montanha, você se sentirá tão pequeno e ao mesmo tempo tão grande por fazer parte da obra-prima de Deus criador.

Quando você não impressionar mais ninguém, talvez descubra a rara liberdade de já não precisar provar quem é, porque aquilo que verdadeiramente somos não depende do olhar alheio para existir.

Se você permanecer no mesmo palco, repetindo as mesmas palavras e as mesmas pausas, até o aplauso se tornará indiferença, e o que um dia despertou admiração passará a ser apenas repetição.

Não importa o tanto de passos em falso, tropeços ou escorregadios que você deu sem querer. Honre todos eles e acredite: cada derrapada foi fundamental pra chegar mais perto de saber, hoje, quem você não quer ser mais, e o que já não serve mais pra você.

A juventude é apenas ansiedade. Igualmente quando você não consegue esperar um açúcar derreter no café.

O amor que começa como espelho logo vira grade: na idealização, você é tudo; na desvalorização, você é nada; no descarte, você nem existe. A culpa que ele te entrega é o único presente que ele nunca pede de volta.

Se você possui uma inteligência ou um nível de consciência elevado, precisa compreender que nem todos estão preparados para ouvir o que você enxerga com clareza e que muitos preferirão uma mentira confortável a uma verdade inconveniente.

“O sentido da vida não é deixar algo para quando você partir… é viver tão profundamente que nada precise permanecer.”

Abrir mão das antigas certezas cria o intervalo perfeito de presença, onde você deixa de ser quem era e começa, em silêncio, a se tornar quem veio para ser.

O fato de você ser alguém legal não ti impede de me fazer algum mal, mesmo não sendo intencional!

Toda vez que você dar voz a um burro ou tentar convencer ele de algo, lembre-se que ele foi criado para carregar peso, a começar o de suas próprias escolhas!

"Se você quer entender para onde o mundo está indo, olhe para as alianças que estou formando. Eu não subo sozinho; eu puxo quem ousa ver além do óbvio."

Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.