Poesias sobre o Chamado de Deus

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A música, tem o poder de alimentar um momento, uma lembrança, uma nova história ou até mesmo, um grande amor.

Chega de loucura, deixa eu dormir! Ou você vai embora de uma vez ou eu vou morar em uma clínica psiquiátrica...

Me disse que acabou, mas algo em mim não entendeu por que o amor era tanto e se perdeu. Fiquei com ausência no peito e um adeus que não aconteceu.

O Mundo dá voltas e o que hoje dói pode curar quem foi embora sem olhar talvez volte só pra lembrar os ventos mudam de direção o tempo ensina sem falar e quem te fez chorar um dia pode te ver sorrir sem alcançar

Quando penso em você, nada mais importa. Meu coração se enche de alegria, meu amor por você é puro e verdadeiro. Quando estou com você, fico rindo, só sinto você no meu coração, gosto de você. É a flor mais linda que entrou na minha vida.

Quando fico no teu abraço quentinho não penso em mais nada além de você cada dia que passa teu sorriso tão lindo que me apaixono cada dia mais.⁠

"O Jurista ao manejar o direito como aplicador da ordem se torna um 'arquiteto' tentando construir um castelo de cartas no meio de uma tempestade".

"No altar da lei, o erro pode ser legitimado como certo, celebrando, sob os castiçais da justiça, uma nova solenidade."

Entre o rigor da ciência e o calor da família, onde o propósito se torna um plano e o plano se torna vida, day by day.

O amor é uma carta, mais ou menos longa, escrita em papel velino, corte-dourado, muito cheiroso e catita; carta de parabéns quando se lê, carta de pêsames quando se acabou de ler.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

Sei que não é culpa sua, mas já enfrentei tantas batalhas que qualquer ato de indiferença entro em modo análise de campo.

"Até o melhor piloto comete erros, e quem vai rápido demais não tem tempo de corrigi-los"

Enquanto eu ainda respiro, existe recomeço. Aprendi que a vida não espera grandes viradas de calendário; ela oferece pequenos começos todos os dias. Às vezes acordo com o coração pesado, outras com esperança nova, mas em qualquer caso ainda há caminho. Recomeçar virou um gesto simples: levantar, respirar fundo e tentar de novo. Não preciso que tudo esteja perfeito, só preciso estar viva. E enquanto houver fôlego em mim, haverá sempre uma nova chance de continuar.

O fim chega para todos. Não como ameaça, nem como punição, mas como estrutura. Você nasceu dentro de um sistema que não pergunta se você concorda. Você entra, respira, aprende a nomear as coisas, cria vínculos, constrói significados, acumula memórias e um dia sai. Simples assim. Não existe versão alternativa da experiência humana que não termine. E isso muda tudo, mesmo quando você finge que não muda nada.

Você vive como se o tempo fosse elástico. Como se amanhã fosse garantido. Como se sempre houvesse uma próxima chance para dizer, fazer, escolher, corrigir. Mas a verdade é mais seca. Você nasce, cresce, às vezes amadurece, às vezes não. Às vezes envelhece, às vezes não chega lá. E mesmo quando chega, não passa disso. O corpo desacelera, a memória falha, o mundo segue sem pedir licença. Não existe estágio secreto depois do envelhecimento onde tudo finalmente se resolve. Existe apenas o que foi feito antes e o que não foi.

Todos os dias você constrói histórias. Mesmo quando acha que está parado. Mesmo quando acredita que nada relevante está acontecendo. Cada gesto, cada omissão, cada escolha repetida vira um traço daquilo que você chama de vida. Você deixa marcas. Algumas profundas, outras quase invisíveis. Você chama isso de legado, como se fosse algo grandioso, sólido, permanente. Mas vale perguntar com honestidade. Legado para quem?

Talvez para seus filhos, se você os tiver. Talvez para netos. Com sorte, bisnetos. Depois disso, seu nome vira poeira genealógica. Um sobrenome esquecido em alguma árvore familiar que ninguém mais consulta. Um rosto que não aparece em nenhuma foto. Uma história que não foi contada porque já não fazia sentido para quem veio depois. Isso não é pessimismo. É estatística humana. A maioria absoluta das pessoas que já viveram não deixou rastro algum na memória coletiva. E você não é exceção só porque gostaria de ser.

Tem lembrança que chega sem bater na porta, senta no sofá da nossa mente, cruza as pernas e começa a falar como se ainda tivesse direito de opinar na nossa vida.

“O velho Carvalho” não era só uma árvore, era quase um abrigo emocional improvisado, um tipo de terapia gratuita feita de histórias, risos e aquela sensação rara de pertencimento. Porque quando o lar vira campo de batalha, qualquer pedaço de sombra vira lar.

E aí vem a vida, com aquela elegância de elefante numa loja de cristais, e resolve testar a gente do jeito mais cruel possível. Não com grito, não com briga, mas com silêncio e exclusão. A festa não foi só uma festa. Foi um anúncio não oficial, quase um outdoor piscando na minha cara e me dizendo “você não pertence tanto quanto pensava”.