Poesias sobre o Chamado de Deus
Deus, o maior de todos povoou o mundo outros deuses. São Gregos, Babilônicos, Egípcios e Romanos entre outros, pelas bravuras eles conquistaram a imortalidade. Muitos humanos se tornaram divinos semideuses devido às façanhas. Nessa condição piramidal as divindades ocupam a parte baixa, sendo apenas um destaque de baixo poder entre humanos fanáticos por uma vida cósmica e ilusória. A heresia satírica faz graças a todos da pirâmide pelas superstições, suposições milagrosas, falsas perspectivas, visões, santificações pela fé e crendices tradicionais atribuídas a eles. A heresia satírica é perfeitamente cabível para desvendar as fantasias criadas em torno das crenças. Os semideuses são perceptíveis por aí vestidos de...
Há uma semelhança do homem com Deus o que justifica a criação da sua própria imagem, para a pureza da criação divina não deva o homem transgredir na vida terrena e que também demonstre pureza e obediência ao servi-lo. Segundo Kant, “o homem é mal por natureza”. Tendo inclinação inata para a prática do mau, pratica-o em seu livre arbítrio utilizando também como meio à religião.
A volta de Cristo, o Julgamento final de Deus, a Salvação para vida eterna, são promessas irrealizáveis, hipocrisia religiosa, conspiração contra a vida plena.
Deus é uma ideia, um conceito, um parâmetro para distinção do bem e do mal e dos valores morais, uma verdade divina que em geral sobrepõe todas as outras verdades.
DEUS é o culpado pelo machismo às mulheres e pelo massacre às crianças pelo modo submisso de criar a partir de uma costela do homem. Culpado também pelo racismo em por diferenciar humanos uns dos outros. Tudo é por deus e cultivado pela religião.
Deus fez pessoas diversas, um de barro, uma de costela e depois nasceram o bom e o mau. A diversidade perpetuou.
O paradoxo “Deus está morto” representa o declínio da humanidade, mais de 2.000 mil anos de inverdades que construíram uma sociedade meramente fanática, onde o amor, a liberdade, a compaixão estão oprimidos. O bem está morto. A morte de Deus na humanidade é um fato com a promessa da ressurreição fadada a uma utopia para a plena felicidade.
Jesus, pobre Jesus! É o fruto do egoísmo de Deus e a causa mais egoísta da humanidade, porque a sua bondade não salvou a si mesmo nem a humanidade. Portanto Jesus não doou a vida a ninguém, mas foi assassinado pela tirania do prefeito Pôncio Pilatos.
Da ignorância espiritual: “João de Deus”. Porém agora um "João do Diabo", Do seu insano espiritismo ao inferno esquizofrênico da crendice. Deus! Bem, Deus continua sendo Deus. Um Deus que o espírito do homem inventou para toda sua causa.
Deus onisciente e imaginário para amenizar as dores, porém apenas depois da tragédia como a dos rejeitos. A culpa é do homem por acomodar-se no livre arbítrio. Então, um graças a Deus pelo quê? Quando não há explicação Deus explica, isso nada explica. Os anjos da guarda (duendes) são também uma coisa inexplicável, do nada para o eterno nada.
Política e Religião estão alienadas, tanto quanto a alienação entre Deus e o Diabo; são as faces da mesma moeda.
E, ainda dizem por aí, que o homem é a criatura perfeita de Deus, porém o homem inventou um DEUS para torná-lo perfeito. Conclui-se que DEUS e a criatura perfeita não existem.
Deus amaldiçoou todo seu povo porque comeram uma maça, mas entregou um filho para o sacrifício em benefício do mesmo povo.
Deus como um ser imaginário não pode instalar no complexo sistema humano a verdade e a compreensão sobre o espirito, não passando apenas de um efeito alucinógeno dado pela fé.
O homem inventou Deus e consequentemente Deus inventou o homem com as consequências da salvação e eternidade.
E depois de toda a tragédia, um ilusório graças a Deus, a culpa é do homem por acomodar-se no livre arbítrio.
A morte é o evento mais memorado da história da alma, Deus e o diabo são as maiores obras da humanidade, o humano corrompe todos. A bíblia é a maior combinação mitológica dos acontecimentos, essa por si só se corrompe.
Deus está presente em toda tragédia, porém sua proteção somente acontece dias depois dela, para dar causas e amenizar a dor, o mesmo naturalmente acontece sem Deus. A tragédia é humana causada pelos efeitos dos fenômenos da natureza. O homem com Deus continua corrompendo a si mesmo e a natureza. Deus com o homem continua sendo Deus.
Definir Deus é uma tentativa de limitar o indefinível, mas a teologia define o que talvez seja conveniente e necessário. Deus sem mim continua sendo Deus, eu sem Deus continuo sendo eu.
Se Deus fosse MÃE, uma Deusa mulher criadora de todo o universo, talvez o mundo não estivesse tão desarrumado assim.
