Poesias sobre Música
É que eu não sou do tipo que dá volta
Primeiro amor ficou lá na escola
Mas eu te vi, fiquei assim
Me diverti, virei menino
Eu também tô pensando no futuro
Quero saber se no final disso tudo
Bora rolê pra compensar?
Quero te ver do lá de cá
Da tela
Sim!
Sempre valerá a pena cantar!
Enquanto houver ao menos;
Uma alma que deslumbre o canto!
Valerá a pena;
Tornar canto o encanto,
Por haver ao menos um outrem a escutar, e encantar.
(Nepom Ridna)
MONUMENTO AO MANGUEBEAT
De perto ele assusta
Caranguejo bem gigante
Monumento ao Manguebeat
Chico Science, o pensante
O Recife cultural
Da lama, do manguezal
Música eletropulsante
Porque eu sou brasileiro
Meu ano só começa quando passa fevereiro
Pobre ou rico ou classe média
Levante a mão de quem já sentiu puxar a sua rédea
Acho que saí do seu abraço um pouco rápido demais
E eu fico pensando que você ia dizer
Ficou faltando um pedaço, eu sei que sou fraco
Nem sempre dá pra ver, nem sempre dá pra ser
Mas meus pés são da poeira
Meus amigos são de guerra
Minha gente é da peleja
Você vai cair por terra!
Roteirista
Não complica
Capricha o céu pra nós
Escreve um bom final pra nós
Roteirista
É primavera
Edite a solidão
Com um belo flerte no refrão
Cantinho da Sol
Lá na cidade
Em frente ao farol
Vejo a mocidade
No bar da Sol
Clima de Tanquinho
Faça-me o favor
Uma cerveja
Tá muito calor
Cachaça da boa
Flor de girassol
Tô rindo à toa
Carne-de-sol
Mais um freguês
Chama um torresmo
Quem foi que fez?
Fui eu mesmo
A tarde tá linda
Tem pôr-do-sol
Música boa
Canta o rouxinol
Que vida boa
Doce igual mel
Prá matar fome
Sarapatel
Na TV futebol
Ouvi um grito
Gol do Bahia!
Era Marisol
Saiu o peixe frito
Felicidade é um caminho simples
Mas não tem placa, e fácil se perder
Você errou, errou comigo
Eu não esperava isso
Foi covardia da sua parte
Doeu saber que não me amava de verdade
Se eu te ligar, não atende, é desespero
É culpa desse copo com uísque e gelo
E amanhã eu volto a te odiar
Mas basta eu beber que eu volto a te amar
Porque você nasceu para isso
Um coração de pedra pulsante
Você precisa ser muito frio
Para sobreviver nesse mundo
SEM LUGAR NO MUNDO
Sinto-me assim,
Sem lugar,
Sem encaixe.
Sem grupo,
Sem um copo de cerveja,
Sem Samba,
Sem Rock.
Sinto-me sem identidade,
Sinto-me assim.
Onde o som alto e música sem sentido parece levar-me a pular,
Entrar nas ondas sonoras,
Em nova frequência,
Em novo ritmo,
Em nova realidade sem mais companhia.
Não há lugar no mundo.
Eu tava tão acostumada não te ter aqui
Eu nem sentia sua falta
Eu sobrevivi
Me diz como é que pode eu me sentir assim
É que cê tá tão bonito
É que cê tá diferente
Mesmo que a gente se engane
Amanhã a gente ainda vai ser a gente
Vou pequena e pianinho
Fazer minhas orações
Eu me rendo da vaidade
Que destrói as relações
Pra me encher do que importa
Preciso me esvaziar
Minhas feras encarar
Me reconhecer hipócrita
Vai que cola da gente se perder
Num beco sem saída, sei lá
Pode ser pra valer
Vai que cola da gente se amar
Eu quero ser o seu lençol macio
Eu quero te aquecer no tempo frio
Com você também quero alegria
Gosto muito de você!
Eu quero ser um pássaro bonito
Eu quero voar no seu infinito céu
Se você for e não voltar eu vou chorar
Gosto muito de você!
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