Poesias sobre Mulheres

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"Uma das grandes diferenças entre homens e mulheres está na Barriguinha que desenvolvem: Barriguinhas, nos homens, são sempre durinhas. Não são?"
Frase Minha 0379, Criada no Ano 2009


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Sem animais, sem flores, sem paisagens a vida SERIA muito ruim. Sem mulheres, a vida É muito ruim!"
Frase Minha 0380, Criada no Ano 2009

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"Por mim (e para Mim) todas as mulheres poderiam ser o que quisessem, no que se considera normalidade, mas nunca serem dramáticas em excesso!"
Frase Minha 0387, Criada no Ano 2009

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"Alguns brasileiros são mais fiéis aos respectivos times de futebol do que às mulheres, aos patrões e às religiões."
Frase Minha 0610, Criada no Ano 2013

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"Entre tantas outras razões de eu adorar as mulheres (só as mulheres) é porque elas, na despedida, falam ou escrevem "Bjs", enquanto os marmanjos não falam nada ou limitam-se ao tal "Abraço". Ah, as mulheres!"
0738 | Criado por Mim | Em 2014

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"Sou fiel até dizer chega! Fiel ao meu Criador, às minhas mulheres, aos meus patrões, a mim mesmo, ao meu time de futebol... E chega!"
0751 | Criado por Mim | Em 2014

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"Adoro mulheres! E adoro ainda mais quando elas me passam pra trás!"
0830 | Criado por Mim | Em 2015

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"As mulheres do passado mostravam apenas o CARÁTER, o TRICÔ e os DOTES CULINARIOS porque elas não podiam mostrar mais nada. Nem o joelho!"
0845 | Criado por Mim | Em 2016

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"Imagino que mulheres não gostam de, nos primeiros contatos, serem chamadas de gata nem de princesa nem de gostosa. Imagino. Só imagino!"
0846 | Criado por Mim | Em 2016

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"Homens começam a morrer, já quando nascem. Ou antes, se não chegarem a nascer. Mulheres, também. Animais, também. Vegetais, idem."


Da Série TAMBÉM SEI ESCREVER TOLICES
MAS SÓ POR GRAÇA E SOMENTE ESTA
NÃO INSISTAM
Esta Série é NADA-SÉRIA


Texto Meu 0922, Criado em 2018


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1588
"Ainda não descobri a razão, mas vou... Uma das mulheres que amam cozinhar para Mim, acaba de preparar bife de fígado acebolado. Oh, Céus... Ela sabe que não tolero bife de fígado. Por que ela está fazendo isso? Não sei, mas vou descobrir!"

1625
"De facto, não entendo essa dependência, essa necessidade que muitas Mulheres têm de Homens. Eca! Até Minha Dentista e Minha Cirurgiã são Mulheres, como todas por aqui, menos Eu, HeHeHe!"

1626
"Durante bom tempo observando as críticas e o odio (de Mulheres, nas Redes Sociais) contra a Primeira Dama, ficou nítida a razão: porque a odiada, além de Primeira Dama, ela também tem marido. Isso mesmo. Ficou muito claro!"

1624
" 'Em Aliás', dos casos de Mulheres Tristes, Incompletas e Choronas (que eu conheço), 92,8% dos casos tem a ver com 'Isso é Lá com Santo Antonio'. E eu não minto!"

1628
"Eu também adoro casamentos, mesmo o de Outros e principalmente pelas Mulheres. Não conheço nada mais 'glamoroso' para as Noivas. É demonstração de pura felicidade e esperança! Gosto de vê-las nesse momento. Qualquer Noiva, mesmo que eu não conheça e que nunca tinha visto!"

Nunca foi sobre oferecer flores.
No Dia Internacional das Mulheres, sempre foi sobre não oferecer espinhos nos outros 364 dias do ano.

⁠Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.


Elas conduzem na terra, no ar e na água.


Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.


Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.


Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.


Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.


No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.

⁠Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.


Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.


A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.


Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.


O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.


A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.


Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.


Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.


Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.


Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.


Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.


O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.


Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.


Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!

⁠Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.


É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.


Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.


Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.


A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.


Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.


Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.


Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.


Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.


Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.


E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.


Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.


Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.


Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.


Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.


E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.

⁠Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.


E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.


Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.


Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.


Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.


O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.


Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.


O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.


Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.


Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.


No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.


E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.