Poesias românticas
Gosto de você, gosto muito de você, eu acho até que te amo, mas não deixei de gostar de mim! O seu Ego possessivo não mudará isso em mim.
Quando resolvemos enxergar, observamos que a beleza da vida está nas entrelinhas ....Amo a vida...amo viver..
Eu mesma decido onde caminhar, até porque amo a minha companhia e por isso nunca me sinto sozinha, não troco a oportunidade de estar livre comigo pela solidão de estar junto à multidão.
Nenhum inimigo me destruiu, já os que eu amo, me destroem lentamente todos os dias, mesmo que eu esteja sorrindo.
Sim amo, amo a muitos anos, sim amo, amigos dizem que é loucura ou obsessão, mas eu sei o que sinto, é puro, é simples, é irreverente. Talvez todos tenham razão, mas ainda não conheci ninguém que conseguisse convencer meu coração que é só loucura ou obsessão, então contínuo na sua mão ilusão.
Amo extensivamente o mundo todo, sempre fomento um meio sorriso de afeto e um olhar de acolhimento descomplicado de esperança. Sou assim por que conheço bem o vale das sombras, o frenesi abstrato das noites e a difícil tarefa do dia, de seguir em frente, sozinho. Na madrugada, pelo profundo silencio, me acomodo calado dentro da nossa realidade. Eu e ela, somos um só. A solidão é existencial, no caminho do individual e do sublime mas confesso impunimente, sem revolta com as principais feridas da alma cicatrizadas, que ainda não me acostumei, naturalmente com isto.
Sou incapaz de navegar no raso. Se amo, desmorono, se sofro, submerjo, se escrevo, transbordo o que a carne não suporta.
O raso me causa vertigem. Tudo em mim é abissal: se amo, me perco, se sofro, me afogo, se escrevo, transbordo.
Amo-te muitíssimamente muito mãe, pois és a Alfonsina, o seu nome provém de Alfa, que também é um dos títulos de Deus, o meu pai espiritual.
Amo quem prefere o toque no olhar e na pele ao toque na tela do celular. Encurta distâncias e estreita afetos.
Não costumo me encontrar com todos que amo no Natal, mas sempre que me encontro com quem amo, costumo encontrar o Natal.
Amo o silêncio sábio das pessoas comuns. Na maioria das vezes, eles diziam mais para nós do que qualquer acadêmico.
Amo a religião como narrativa mitológica: engraçada, caótica e impactante. Pena que ainda sirva como instrumento de poder e opressão.
Parece que odeio a religião, mas, na verdade, apenas amo a lógica. Não é minha culpa se as religiões não a possuem.
Eu amo a religião, mas duma forma invertida: amo refutá-la, pois essa é uma das formas mais eficientes de reduzir a entropia social.
Eu devo dizer que eu amo o islã, são tantos detalhes, a arquitetura, as letras, todas as coisas são reflexo na natureza perfeita de Deus.
O problema é que amo cada pedacinho dela e queria me desprender de todos que me fazem mal: o seu todo.
Eu amo meu amor. Sinto-me grato por ser agradecido. Sinto-me bem por ser quem percebe. A vida é um presente que me dei.
"E eu poderia passar horas falando sobre cada detalhe seu que eu amo. Poderia passar dias só te beijando e abraçando. Ou semanas te agarrando. Poderia passar meses com você. Só com você. Te mimando, te agradando, te querendo. Mas a verdade é que eu poderia passar vidas, só te amando."
E por que te amo tanto? E porque quando você passa um enorme sorriso se abre na minha boca? E porque me bloqueia se sabe que te amo?Não entendo, tem algo de errado comigo? Nem olha mais na minha cara, nem lembra mais que um dia esse "palhaço" já te fez feliz
