Poesias Relacionadas sobre a Arvore
No início a solidão sempre reinou com poder e soberania sobre o vazio
A solidão buscava se preencher no gume de sua própria existência.
No ponto mais alto do vazio a esperança explodiu com beleza e armonia, gerando danças celestiais entre cosmos e estrelas.
A solidão sumiu renascendo com esperança.
SOBRE O AJUDAR
Ajude com respeito.
Cuide para não ferir o Livre Arbítrio e ir contra a vontade da pessoa.
O fato de alguém estar passando por uma situação desfavorável não significa que ela seja inferior.
O respeito e o bom senso devem ser preponderantes.
Nao faça imposições.
O direito de escolha deve ser preservado.
O Livre Arbítrio não pode ser ferido.
A pessoa tem o direito de dizer não.
Lembre-se que ela não está sob o seu domínio e não é submissa.
Ser ajudado não significa estar em inferioridade mas em uma situação de anormalidade contingêncial.
Ajude com critérios cuide para não Machucar.
Eu te dei o poder sobre mim,
Eu te entreguei o que eu tinha de mais lindo e precioso que foi meu coração
Não me culpe se você não foi homem o suficiente pra lidar com toda sua emoção.
É ...
Eu sei que ninguém vai entrar aqui, saber sobre o meu profundo e a escrita e a leitura é umas delas, gosto de escrever desde de adolescente, e bom, esse meu díario ta bem diferente das coisas que eu costumava a escrever em 2017.
escrever sobre mim, ou sobre meus pensamentos quando me sinto inspirada ou quando estou bem me faz me sentir bem, comigo mesma as vezes. A escrita é minha voz mais alta que possa falar as vezes, ela me conectar com meus pensamentos, me conectar com o meu eu.
meus textos misturados com sentimentos só estao aqui, por que é umas das únicas coisas que me faz bem, que me tirar um pouco do caos e tontura que é minha mente.
PAZ!
Em meio à agitação do mundo, queremos dedicar um momento para celebrar e refletir sobre a essência que todos nós buscamos: a paz. A paz não é apenas a ausência de conflitos, mas a presença de equilíbrio, compreensão e harmonia em nossas vidas.
Numa sinfonia de diversidade, cada um de nós é uma nota única, contribuindo para a melodia da existência. A paz surge quando aceitamos e valorizamos essas diferenças, reconhecendo a humanidade que compartilhamos. Ela floresce nos pequenos gestos de bondade, na compaixão que estendemos aos outros e na capacidade de perdoar.
Hoje, convidamos vocês a cultivarem a paz em seus corações e a compartilhá-la com o mundo ao seu redor. Sejamos agentes de mudança positiva, construindo pontes em vez de muros, estendendo a mão em vez de apontar o dedo. Juntos, podemos criar um oásis de serenidade em meio às adversidades.
Que a paz esteja sempre presente em nossas vidas, guiando-nos na jornada da compreensão mútua, respeito e amor.
Que o chão desabe sobre meus pés
E que não sobre nada ao meu redor
Que o céu nublado desabe em uma torrencial tempestade
E arrefeça a já não existente planície
Que a neblina cubra todo o meu entorno
Para que eu não veja mais o abismo abaixo de mim
Nem o céu escurecido
E unicamente sinta os pingos de chuva sobre meu corpo
Levitando no vazio do nada.
"Não devemos ter preconceito sobre o autor de uma frase, mas avaliar a beleza da frase: Avalie a beleza da frase de CONFÚCIO:
-- QUANDO VOCÊ NASCEU TODOS RIRAM (que bonitinho), SÓ VOCÊ CHOROU (toda criança chora), VIVA A SUA VIDA DE FORMA QUE NO SEU FUNERAL TODOS CHOREM (que homem íntegro) SÓ VOCÊ RI (fiz o melhor que pude)".
O VIOLENCELO DE JIDDÚ
Vesgo de espadas recalcadas sobre o mar de dúvidas
Já suspira diante do ouvido de quem fala,
Veste a alça suspendendo o que sobra do bolo –
Não delira, não cospe, não questiona, não escarra.
Finda em superfície plana do braço pulsante
Refazendo a íris – gosma de luar ausente –
Quebra o vidro da moldura inerte do centro,
Juvenilia em nuvens cheias dos que rezam crentes.
Desaba morro abaixo levando o brinquedo consigo,
O caminho realiza sonhos da velhice inata:
Gota destroçada do olho milagroso errante
Enxugam clarividências sem danar a casca.
Ah! Que crueldade em ti aflora
De um instante em que minha guia é prdida
E que meu vôo se transfere para o alterno
Em que os arcos de cor traduzem da megera
Alteza esparsa e passageira de uma possível
Rosa regada a esmo.
Então que fluis sobre a Guanabara fevereira
Paulistália desértica de areia fina –
Riscaste a boléia eterna do deus cão andarilho,
Perdeste o trilho reto da menina cajuína.
Reina qual monge das alturas frias,
Governa gentil por todos os cantos de Creta,
Assim saberei da veracidade da luz dormida
Durante a palestra sobre as cartas a um jovem poeta.
Dez
10 curiosidades sobre o que eu sinto por vc
Primeira - Vc é 10
Segunda - Sinto sua falta
Terça também
Quarta idem
Quinta mais ainda
Sexta não espero a hora de te ver
Sétima, ainda não sei
Oitava, eu te amo tanto
Nona, que já to inventando
Décima, quase deu
Quando estava morrendo sobre o madeiro, há mais de 2 mil anos, disse algo surpreendente: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem!" (Lucas 23:34). Uma análise não religiosa, mas psicológica e sociológica, demonstra que a afirmação carrega um altruísmo sem precedente. Mas, ao mesmo tempo, parece inaceitável sua atitude de proteger os carrascos.
Os soldados romanos sabiam o que faziam, cumpriu peça condenatória de Pilatos. Entretanto, para o Mestre dos Mestres, os pensamentos que eles construíram eram, por um lado, fruto da livre escolha e, por outro, refém da base de dados da sua memória, da cultura tirânica do império romano. Cumpriam ordens, não eram completamente autônomos nem donos do próprio destino. Eram prisioneiros do seu passado "escravos" de sua cultura.
A cultura é fundamental para a identidade de um povo, mas, se ela nos impedir de nos colocar no lugar do outro e pensar antes de reagir, torna-se escravizante. Para o mestre da Galileia, por detrás de uma pessoa que fere, há sempre uma pessoa ferida. Isso não resolvia o problema dos seus opositores, mas resolvia o problema dele. Protegia a sua mente. Seu Eu não carregava as loucuras e agressividades que não lhe pertenciam. Sua tolerância o aliviava, mesmo quando o mundo desabava sobre ele
Meus Amados Leitores,
Hoje, convido vocês a refletirem sobre uma bela metáfora: "Deixe a vida fluir como um rio." Assim como a água que corre livremente, enfrentando obstáculos, contornando pedras e desbravando novos caminhos, nossa vida também deve seguir seu curso natural. Enfrentaremos desafios, mas é importante manter a serenidade e a confiança de que, assim como o rio encontra seu destino, nós também alcançaremos nossos objetivos e sonhos.
Com carinho,
Psicóloga Adriana Matos
Reflexão sobre a Reciprocidade por Aline Kayra.
A vida é um sopro, leve e fugaz.
Buscamos na essência, uma conexão.
Expectativa de dar e receber,
Mas a cegueira emocional nos cega.
Pessoas caladas, surdas ao amor,
Escondendo riquezas de afeto profundo.
Sentimentos surgem, confusos e inseguros.
Como um campo minado, evitamos nos aproximar.
Sentindo-nos indesejados, em nossa dor.
O joio cresce, confundindo a alma.
E o amor se torna um terreno estranho.
Mas não devemos aceitar essa sombra.
Convivemos com o mal, ao nosso redor.
Normalizar o sofrimento não é a opção.
Devemos lutar pelo cultivo do amor.
E nunca esquecer que somos filhos de Deus.
A luz deve brilhar, dissipa a treva.
Que a reciprocidade resplandeça novamente.
Ninguém deseja sobre si a desgraça
Mesmo que seja punitiva
Ainda mais,se não sejamos injustos e impenitentes, mas obedientes
Trecho do poema Sofrimento Redentivo
Quem é soberano sobre tudo
Também é cuidado aproximado
Calor regenerador
Dor despertadora para entender
Que orbitamos sobre força dele
Trecho do Poema Sofrimento Redentivo
Sobre o que vou falar?
Não tenho nenhuma inspiração.
Após centenas de versos dedicados a ti, parece que escrevo em vão.
Procurei em tantos outros olhares algo que me lembre o teu,
algum que me fizesse imaginar se quer uma possível paixão.
Sobre o que vou falar? Não tenho nenhuma inspiração.
Amores antigos? Não...
É difícil escrever sobre o vazio, afinal, não tem muita coisa lá.
Um vão no peito ou na mente? Não acho que seja físico, eu o sinto de outro jeito.
Talvez eu devesse escrever sobre outra coisa, ou talvez eu nem devesse escrever.
“Talvez” Gosto da palavra, a certeza da incerteza.
Ela vem acompanhada com um encosto, solidão emaranhada entre suas 6 letras. Desta não sou muito fã, eu me deparo com ela toda manhã.
Ela afunda meus pensamentos em um mar agitado, me fazer cair no esquecimento, esquecido até pelo tempo.
Vi o sol nascer tantas vezes que me acostumei,
meus olhos só se fecham às seis.
Mas enquanto as estrelas brilham no céu, eu penso no efêmero, um som alto que ecoa no vazio. Quando tudo ficou tão sombrio?
"Remorso"
Tentei nunca escrever sobre isso. Preocupava-me com o que outras pessoas iriam "achar".
Julgariam que eu ainda sentiria algo por você. Mas não é verdade! Não sinto mais como sentia. Aliás, do que sentia, não sinto mais nada.
Os sentimentos mudaram. Hoje, tenho remorso.
Remorso de não ter corrido atrás. Remorso de não ter dado outra chance. Agora, quando vejo suas publicações, não sinto amor, não sinto paixão.
Fico é feliz. Feliz por você parecer bem.
Mas o ser humano é naturalmente egoísta, e, sendo assim, tudo o que eu sinto é o desgraçado do remorço!
Ah!.. esse sentimento às vezes machuca mais que uma ferida. Sim! porque sinto as consequências de um caminho que eu não deveria ter tomado.
Já critiquei Drumont de Andrade por sua pedra no caminho. "Por quê ele simplesmente não contornou? Por quê não voltou?" Hoje eu sei que o remorço é minha pedra no caminho, que lembrarei pra sempre. Esteja bem!
Porque?
Sabe, vivemos nossa toda vida em meio a questionamento sobre absolututamente tudo assim como um bebê, olhamos para o desconhecido assustados porem curiosos e nos questionamos, “O que é isso?” “Porque isso existe?” “Como isso funciona?” entre outras milhares de questões mas a questão é, vivemos toda nossa vida em meio a questionamentos, questionando toda existência ate mesmo a nossa, questionamos de onde viemos, para onde vamos e ate se somos livres.
Livres? Nos somos livres? Onde esta minha liberdade eu te questiono.
Nós, humanos poderíamos ser considerado livres para seguir nossas vontades e instintos ate que começamos a viver em uma grande sociedade e definir regras para uma melhor convivência, mas eu te questiono, isso realmente muda algo? Afinal se você realmente quer algo você apenas busca, vai atrás e consegue aquilo que tanto clama.
Isso nos deixa menos primitivos? Na fome ficamos nervosos e as vezes violentos, na raiva ficamos explosivos, quando ficamos com medo ficamos impulsivos assim como na ansiedade, quando algo ou alguém importante para nos é comprometido por um terceiro ficamos violentos, com raiva, algo não tão diferente de pequenos primatas, territorialistas e primitivos, as vezes brincalhões mas também brutais.
Sabe, depois de toda essa baboseira ainda não sabemos o porque e talvez nunca iremos saber, apenas nascemos, vivemos e morremos como os demais, pode se dizer que somos como formigas, apenas formigas caminhando e trabalhando por ai para sustentar as formigas maiores, sem muita lógicas ou motivo para nosso existencialismo apenas percorremos nosso caminho para o fim, e no fim ainda não sabemos o porquê.
A vida é horrível, a felicidade por muitas vezes é vinda de uma distração de nossos problemas, mas tudo bem, faz parte da vida...
*O ARBITRIO E A NOÇÃO DOS SENTIDOS*
*"A cegueira humana sobre a realidade atual é decorrente da pouca importância que ela dá aos sentidos.* *Essa cegueira é como uma culpa recorrente dos resultado dos erros; e ela acende quando a percepção tardia "sente" o mal acontecido ou acontecendo.* *Se a humanidade conhecesse de fato o poder dos sentidos e os explorasse com apreço e respeito, esse mal diuturno, que afasta a plenitude do gozo dos sentidos, seria abolido.* *Paradoxalmente, não são os desejos nem as paixões doidivanas na exploração dos sentidos que tornam a humanidade refém do mal, senão o desconhecimento dessa regência. **O mal de que falo, portanto, e que nos aflige - qualquer mal - é apenas a absurda consequência da pessima regência e exploração dos sentidos.*
*Talvez, o primeiro passo a sanidade, o degrau para conhece-los e controlá-los, seja aceitar e ver a grandiosidade perigosa do maior de todos os poderes que comandam os sentidos: o arbítrio.*
*Na medida em que a humanidade mergulhar na consciência do exercício equilibrado do poder do arbítrio, todos os sentidos serão avaliados; e as consequências e repercussões da exploração dos sentidos serão antecipadamente percebidas; e por corolário os sentidos não serão mais sub-utilizados nem hipervalorizados no excesso; nem se culparão os desejos.* *Daí, o que dantes levava a humanidade a deriva, terá fim.*
*O conhecimento sobre os limites do arbítrio, portanto, traz a noção plena dos sentidos; e a noção, como espécie de introspecção que é, afetará todas as determinações da mente, impedindo que o mal, qualquer mal, opere ou se estabeleça. Isso, decerto trará o fim de toda nossa arrogância, e acabará com o mal da estupidez.* (Victor Antunes)
Sempre que eu elaboro um poema eu penso que escrevo sobre amor mas só escrevo a dor que há aqui dentro, mas eu não aguento
É tanto sofrimento escrever a uma pessoa que não me ama, isso soa engraçado, me sinto frustrado por ter toda a coragem em escrever
Mas na hora de ler o poema para a amada pessoa a coragem vai embora como a noite passa
E toda noite que se passa eu me julgo e me sinto culpado por não ter a coragem de me declarar para a mais perfeita pessoa que já passou pela minha mente
