Poesias Relacionadas sobre a Arvore

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"Eu acredito no amor que supera oceanos de diferenças, que dispensa explicações sobre tudo que possa vir ameaçá-lo.
Amor é dádiva, não dúvida."

☆Haredita Angel

Gosto das flores...
Mesmo murchas, não negam a sua fragrância ..."
Isso não é sobre as flores!
Haredita Angel
27.02.18

"Beba o café enquanto ele está quente.
Reflita sobre a sabedoria da água que não discute, desvia-se dos obstáculos.
Fale com calma,
saboreando cada palavra.
Abrace-se.
Ame -se.
Cuide-se.
Aprenda que ninguém fará nada por você se você não fizer primeiro."
Haredita Angel
31.10.25

"A flor nunca recua diante do beija-flor.
Nem eu!
- Isso não é sobre a flor."
Haredita Angel
09.05.19

"Tanto te amei e você não soube ficar.
Isso diz muito sobre você.
Quanto a mim, não sou de arrastar histórias que não conseguiram Ser...
Sou de Ter...
Paz!"
Haredita Angel
03.05.26

Você dá azar ou você dá chance ao azar...




Não é sobre sorte,
é sobre vacilo.

Perguntei ao sereno pela manhã....

De onde eu vim?

E tão tranquilo, vindo do céu, sobre o meu jardim, mesmo em silêncio, me respondeu:

-Como as ondas do mar que vão e vem,

eu também já estive aqui várias vezes...

Vim do céu, pequeno fio d'água, me transformei em riacho, virei um rio, fui lagos, mares e oceanos.

Subi aos céus e hoje volto à terra.

Venho trazer mais brilho ao seu jardim e fazer você ver a continuidade da criação.


Então perguntei à brisa fria, que tocando meu rosto, em beijos gélidos, me estremecia...

-Para onde eu devo seguir?

Em abraço, sussurrando em meus ouvidos, respondeu...

-Siga sempre em frente...

O passado já foi, o futuro, logo ali, viva o presente...

Avisou que durante o meu caminho obstáculos irei encontrar...

-Transponha que ao seu destino irá chegar...

E assim, sorrindo, a brisa partiu...

Perguntei ao beija-flor que se eu seguisse o conselho da brisa eu poderia ser feliz...

Ele me respondeu que eu deveria ser como o dia de hoje...

Lembrou-me que o amanhã pode não chegar...

Que na viagem, que faço todos os dias, sem me dar conta, já sou feliz...


Então voltei meus olhos para o céu, de onde descia o sereno e vinha a brisa, que sustentava o vôo do beija-flor...

- Em meus caminhos, no fim, o que encontrarei?...

Perguntei...

E o céu me respondeu, com um pequeno raio de sol...

- O recomeço...

Como jurista aprendi e exerci reflexões no tempo de academia, sobre o principio do Andrógino, e sua origem na obra " O banquete" de Platão, em seu personagem mítico Aristófanes, que fazia parte dos seres humanos originais no planeta que se mistura com o conceito da busca eterna da alma gêmea, pelo castigo de Zeus que os cortou ao meio resultando na busca incessante pela sua "metade perdida". A androginia sempre foi vista como uma representação original, um estado completo e um estado de ser superior anterior à divisão dos gêneros. Este principio da Androginia, literariamente sempre foi dissertado através de icônicas obras de grandes autores,
associado ao amor perfeito.

Segundo meus estudos sobre as chamadas Jóias de Crioulas, o ecossistema dessas peças dividia-se em três ramos claros:
1 A opulência senhorial: Jóias dadas durante um evento por seus senhores para adornar as escravas domésticas como demonstração de poder sobre as negras que serviam a própria casa grande em trabalhos domésticos.2 Devocional: Jóias de axé ligadas às matrizes e lideranças das casas de santo do candomblé brasileiro.3 Conquista pessoal: Adornos produzidos para e por mulheres negras libertas e escravas de ganho, simbolizando ostentação da própria liberdade alcançada e demarcação de autonomia financeira, como também economias e penhores de jóias de pessoas escravizadas que buscavam comprar suas próprias cartas de alforria ou de entes queridos..

Quanto menos as pessoas estiverem alertas sobre o que acontece, menos elas vão saber. E quanto menos souberem, mais ignorantes elas continuarão sendo. E, se continuarem ignorantes, nenhuma mudança será vista no meio social.


Quando alguém não entende ou não está consciente do que acontece ao seu redor – seja na sociedade, na política, na cultura ou em seu próprio ambiente – ela se torna incapaz de questionar e mudar algo. Isso mantém tudo parado, sem transformação.


A ignorância, nesse caso, não é só falta de conhecimento, mas também falta de interesse em buscar a verdade. E enquanto isso continuar, nada muda de fato, nem no social, nem no pessoal. Para mudar, é preciso primeiro entender o que está acontecendo, enxergar a realidade e agir.


Se ninguém busca saber, tudo fica como está. Por isso, é necessário se manter consciente e atento para que algo possa realmente mudar.

A mídia, ao colocar os holofotes sobre a política, funciona como a mão visível de uma distração cuidadosamente orquestrada. Enquanto isso, a outra mão, invisível aos olhos da maioria, pertence aos verdadeiros dominantes: banqueiros, filantropos, mega-empresários, grandes investidores e financiadores. São eles que movem as peças nos bastidores, longe das câmeras e do debate público, moldando decisões que lentamente esvaziam nossos direitos e conquistas.


Esse jogo é como um truque de mágica: somos levados a focar na mão que está à vista — debates políticos, brigas partidárias, escândalos e promessas — enquanto a verdadeira ação acontece fora do nosso campo de visão. É nesse movimento escondido, silencioso e estratégico, que os direitos desaparecem, que as leis mudam, que as condições se tornam cada vez mais desfavoráveis ao povo.


Quando finalmente percebemos o que foi feito, o truque já está completo, e os danos já foram causados. Mas poucos se perguntam como aconteceu. Por que não notamos? Porque estávamos distraídos, mirando a mão que gesticulava para chamar nossa atenção, enquanto ignorávamos a mão que realmente conduzia o espetáculo.


A questão é: quando vamos parar de nos deixar distrair por esses movimentos óbvios e começar a observar o que realmente importa — os bastidores, as conexões, os interesses maiores? Afinal, a mágica só funciona enquanto acreditarmos no que nos é mostrado e não olharmos além do que nos é permitido ver.

Respeito apenas as minhas próprias vontades, não as vontades dos outros sobre mim. Isso não é egoísmo; egoísmo é quando os outros tentam me obrigar a fazer o que eu não quero.

Não aceito fazer nada que, no fundo, eu não tenha vontade de fazer.

Não aceito trabalhar no que não gosto; aceito trabalhar no que eu adoro.
Não aceito viver de um jeito que não quero; aceito viver do jeito que escolho para mim.
Não aceito ser alguém apenas para agradar os outros; aceito ser sincero, sendo eu mesmo.
Não aceito esperar pelo tempo dos outros; aceito viver no meu próprio tempo.
Não aceito me prender ao superficial; aceito viver de acordo com minha própria essência.
Não aceito deixar de viver; aceito viver completamente.

Porque, no final, a única vida que realmente importa é a que eu escolho para mim. E viver de acordo com o que sou é o maior ato de respeito que posso ter para com minha própria existência.

Há dias em que o peso do mundo parece repousar sobre os nossos ombros. Nesses momentos de escuridão e desânimo, quando cada passo parece exigir uma força sobre-humana, é a sua coragem que se destaca. Ela não é um grito, mas um sussurro constante que se recusa a ser silenciado.
Sua resiliência atua como um farol, uma luz que brilha intensamente o suficiente para penetrar a névoa da dificuldade. Ela ilumina não apenas o próximo passo, mas todo o caminho à frente, lembrando-nos que o cansaço é temporário, mas o espírito é indomável.
Em um mundo que muitas vezes tenta nos diminuir, essa luz interior é a prova viva da nossa capacidade de superação. Por mais que tudo pareça pesado, sua coragem ilumina o caminho, mostrando que a força para seguir em frente já reside em você.

O amor que eu sempre esperei não era sobre borboletas no estômago…era sobre trazer paz no coração.

Eu demorei para entender isso.
A gente cresce acreditando que amor é intensidade, é urgência, é não conseguir respirar sem o outro.
Mas o amor que eu sempre esperei… era silêncio confortável. Era colo nos dias difíceis.
Era alguém que fica, principalmente quando não é fácil ficar.

Não era sobre alguém que me completasse
era sobre alguém que somasse.
Que respeitasse meus processos, minhas fases, minhas cicatrizes.

O amor que eu sempre esperei não me confunde, não me diminui, não me faz duvidar do meu valor.
Ele me ensina.
Me amadurece.
Me faz crescer.

Talvez o amor que você sempre esperou não seja o mais barulhento…
Talvez seja o mais calmo.
O mais seguro.
O que não te tira o chão
mas constrói um junto com você.

E quando a gente entende isso…
a gente para de procurar emoção
e começa a reconhecer conexão.

Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.

Sou alma pedida em teus lábios,
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
Tão vivida, tão clara nas planices de minha alma...
O último suspiro é simplicidade o abraço da eternidade...

Sou noite sobre a madrugada...
Meros arficios atrozes...
Cala te silêncio do meu algoz....
Sobre olhares da lua sois o amante..
Galante flor do amanhã
Sensato e soberano meu sono
Parece ser o filho angustiado pelo leite da mãe...
Frio paira a alma...
No meio do espinhos escorre a dor
O doce aroma que embriaga...
Mais mais no profundo da alma.

Seus maus dizeres sobre minha pessoa são flores no meu jardim.
Se me xinga eu ignoro pois que xinga nao tem argumentos!

O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.

Deus se revela...


Terminei de crescer perto de uma cidade rica...


Logo aprendi sobre as diferenças sociais...


Não entendia por que alguns tinham tanto, enquanto outros tinham tão pouco...


Hoje vivo exatamente desse jeito...


Se acredito em Deus?


Sim...


Plenamente...


Mas, pelas inconstâncias da vida, às vezes duvidei e acreditei que
Ele não morava aqui na Terra...


Que Ele morava em outro lugar,
lá na cidade rica...


Que estávamos sozinhos aqui...


Que, na verdade, já estávamos no inferno e não sabíamos...


Mas Ele veio e me mostrou os Seus passos na areia,
enquanto, tantas vezes, me carregou no colo,
lá na cidade pobre.