Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Ser o maior escritor de literatura popular de todos os tempos? Ou ao menos do século? Não, obrigado. Eu me contento em imaginar você sorrindo ao ler qualquer frase que tenha lhe feito ser um pouquinho mais FELIZ.
É incrível que em pleno século XXI, existam tantas civilizações diferentes dividindo o mesmo espaço.
Que vergonha Sociedade Em Pleno Século XXI Julgando as Pessoas Por Sua Beleza Por Isso que No Fim O Brasil Não Passa de Mais um País subdesenvolvido
Quase meio século que o homem pisou na lua. De lá para cá a humanidade não melhorou. Continuamos nos matando e explorando a miséria.
As pessoas mudam. Não há nada de mal nisso. Mortal seria continuar sendo a mesma, num século onde nada dura.
Caramba, não suporto mais em pleno século 21 meninas por aí se acabando por homens. As que se acham "desapegadas" e acham que para isso precisam ficar com um e com outro, dançar até o dia amanhecer, demonstrar aos carinhas que só querem curtição sem nada mais sério, poxa, esse não é o ponto certo garota. Se ele terminou, você tem que demonstrar quem realmente foi que ele perdeu, se comportando assim ele não vai ter arrependimentos por ter terminado e sim certeza que fez a escolha certa. Desapegar, frase gostosa que precisa ser mais empregada e de maneira mais correta. Amar-se a si mesma, eis o ingrediente principal do desapego. Eu me amo, não preciso tapar um buraco que ele deixou, preciso me olhar no espelho e saber que quem perdeu foi ele e não eu. Preciso me valorizar igualmente, não preciso demonstrar que estou curtindo baladas, noitadas, porque quem faz questão de expor o que faz, nem sempre o faz. Então faça como eu, o melhor da vida, curta em off. Não demonstre que desapegou, apenas desapegue!
Infeliz do homem que acredita que a mulher é submissa em pleno século 21. Esse com certeza morrerá na praia e sozinho.
"Digam o que disserem, o mal do século é a solidão, estamos conectados nesse facebook, msn, internet mas passamos horas sozinhos de frente para essa tela, e isso é solidão, só que é uma solidão oculta que é bem maquiada pelas redes sociais que passam uma falsa sensação de prazer e companhia..."
Depois de meio século testemunhando o ioiô em que transformaram a política do país, me rendi à tese de que só nações que zeram tudo pelo caos conseguem romper com seu histórico de erros em moto-contínuo e renascer para um estado de maturidade política e desenvolvimento efetivo. Não alimento hoje qualquer esperança de que nossos governantes nos devolvam a prosperidade por decisões que nunca tomarão, mais até por intenção do que por incompetência. Em se concluindo que apenas a convulsão que se vê no horizonte terá força para mudar o estado de podridão em que nos mergulharam, que ao menos os alicerces de uma identidade obtida a duras penas se mantenha preservada quando renascermos das cinzas.
Neste século das “modernidades”, que bem poderia ser chamado de “a era das caras e bocas” por substituir o conteúdo pela vaidade concentrada no fútil, a qualidade - que um dia já foi a regra - cedeu espaço quase absoluto à quantidade daquilo que, em muito se peneirando, em muito pouco se distancia do nada.
Segue na poeira do tempo voa nas asas do destino, confronta o mal do século vença o caos apodrecido, esqueça dilema e conflitos durma feliz acorda abençoado.
Eu só quero pão, desses que as pessoas do século XXI jogam ao chão. Saborear cada gota desse até então desconhecido.
O que leva alguém a desejar ser discípulo e a seguir os ensinamentos do século I, submetendo-se ao Senhorio de um Reino invisível? (Hb 11:1; 2 Cor 5:17; Rm 14:17; Mt 4:19; Jo 3:16).
Network verdadeiro é ser amigo de um Rei soberano, coroado desde o primeiro século, o autor mais lido de todos os tempos e com a maior quantidade de seguidores que qualquer celebridade.
Vivemos um século de anos ou menos e desfrutamos quase nossa da nossa existência por corrermos com propósitos errados.
Pobres homens mortais do século XXI que ainda vivem os atrasos das religiões dos séculos passados, retirando deles a faculdade para viver o futuro da sua eternidade, sem o mínimo de fé e obediência a Deus.
Os desafios de um século egoísta não passa de pulo no meio do fogo: se não queima o seu filme por trás, queima a sua paciência pela frente.
No presente século os pregadores das igrejas perderam o propósito do poder do evangelho, pregando nos púlpitos apenas para os salvos, quando deveriam incentivar a igreja a dar testemunho da verdade a todos os tipos de pessoas perdidas.
Zelo pela família há de ser a questão eclesiástica mais pregada no presente século, em vista da corrupção social.
