Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Sangue indígena
Sangue cigano
Nem tão alienígena
Nem tão humano
Omissão exposta
Em vigília ou em sono
Explorador da crosta
Filho do dono
Do início ao fim
Do percurso ao meio
Sendo o todo em mim
Experimento sem freio
Eu fui
Eu sou
Eu serei
O que quero
O que temo
O que criei
Onde estou?
Onde estarei?
Olhe para ti antes!
Sem saber se vou
Se ficarei
Sem determinar qualquer instante
Um ponto
Uma redenção
Um instante
Uma recriação
Um conto
Sem noção
Variante
Confusão entre criação e destruição
Todas as observações são pontos
Que ninguém saberá onde chegar
Contados da forma que cada ser
Quiser que possam o enxergar
Você escolhe?
Você observa?
Ou aceita o que está escrito?
Desde que digam que é sagrado
Que é bonito
O que você reserva?
Essência, conveniência...
Fé, experiência ou ciência?
Qual é o seu sistema de crença?
“Para alguns, um carro é apenas uma máquina.
Para outros, é uma parte da própria história.”
— Mário Augusto de Castro
“Existem carros que passam pelas ruas.
E existem aqueles que permanecem na memória.”
— Mário Augusto de Castro
Há encontros que parecem uma coincidência cósmica.
Hoje, enquanto Sol e Lua se encontram em um raro alinhamento no céu, penso que talvez algumas almas também sejam assim.
Percorrem caminhos distintos, atravessam tempos, distâncias e silêncios, até que, em algum ponto da existência, suas órbitas se encontram.
E, por um instante, tudo parece se alinhar.
Talvez almas gêmeas não sejam duas metades procurando se completar. Talvez sejam dois seres inteiros que, mesmo seguindo suas próprias trajetórias, reconhecem um no outro algo inexplicavelmente familiar.
Como no eclipse, um não precisa apagar a luz do outro. Há encontros que fazem justamente o contrário: revelam uma luz que sempre esteve ali, mas que somente aquela presença foi capaz de tornar visível.
E então compreendemos que alguns encontros não parecem apenas acontecer.
Parecem ter atravessado o universo inteiro para chegar exatamente àquele instante.
12 de agosto de 2026 — quando o céu nos lembra da poesia dos encontros.
#JaniaraDeLimaMedeiros
Se não existe o sagrado
Se não existe o sagrado
O lobo não corre na tempestade, uivando no vento
Se não existe o sagrado
O céu não tinge os olhares intrigados na noite
Se não existe o sagrado
O luar não se derrama pelos trigais amarelos
Se não existe o sagrado
O silêncio nada inspira aos amantes
Se não existe o sagrado
Não há o frescor do orvalho sobre o cansaço da ciência
Se não existe o sagrado
A fúria do mar não nos deixa introspectivos
Se não existe o sagrado
O infinito não é misterioso e revela-se a qualquer tolo
Transferência em Psicanálise.
É ato de deslocamento,sentimento de um indivíduo para outro ou seja entre o Analisando e Analista.
Sendo assim como disse Freud:
_"A Psicanálise não cria transferência,ela revela à consciência e apodera _se dela para dirigir os processos psíquicos para os fins desejados"
. Templo
O corpo é o templo.
Deus dá ao corpo
um tempo de vida.
Para refletir no mundo
brilho e a trajetória.
Modo visível e simbólico
que Inicia_se e finaliza_se
uma história
Eu falo bastante do passado,
Penso muito no futuro
E não me entrego ao presente
O passado tem vivências marcantes,
Sobre o futuro, uso a minha imaginação,
O presente é desbravador e chega a ser um pouco assustador
Título: Cheio de si até transbordar
Antes de você ser suficiente para alguém, você tem que ser suficiente para si mesmo, assim a sua essência, seu caráter, seus princípios, a sua personalidade, os seus defeitos e virtudes vão transbordar e você vai poder dar de si mesmo para outra pessoa sem perder quem você é.
Já pesquei em muitos lugares,
rios, lagoas e mares,
mas peixe mesmo, um bocado
peguei somente em supermercado
ainda assim não desisto
continuo a praticar
amanhã bem cedo
saio novamente para pescar...
Porque hoje é!!
O dia internacional da Lua..
Ela rege as nossas emoções!
É calendário comercial
E ainda regula as marés..
Ela é a Lua,
e se declara que é!!
A beleza pura.!!!
Da noite clara
brilhante e segura.
De 20 de julho
No ano de 1969
com este selo ,
brilha essa "Figura"!
26 - ABENÇOA E AUXILIA
A vida oferece infalível receita em favor de nossa paz. Se a incompreensão nos aflige, abençoa e auxilia.
Se a discórdia ameaça, abençoa e auxilia.
Se a dificuldade aparece, abençoa e auxilia.
Se a crítica nos vergasta, abençoa e auxilia.
Se a maldade nos bate à porta, abençoa e auxilia.
Se a irritação nos procura, abençoa e auxilia.
Se o problema se agrava, abençoa e auxilia.
Se o desânimo intenta arrasar-nos, abençoa e auxilia. Se a injúria nos visita, abençoa e auxilia.
Se a provação surge mais exigente, abençoa e auxilia. Se o afeto de alguém nos abandona, abençoa e auxilia.
Ainda mesmo nos dias em que a lágrima seja a única presença em nosso coração para o trabalho a fazer, abençoa e auxilia sempre, porque abençoando e auxiliando estaremos, em toda a parte, com o auxílio e com a benção de Deus.
Extraído do livro Coragem - Chico Xavier
"A resiliência não é a ausência de falhas, mas a coragem de continuar apesar delas. Não desanime; seu esforço está construindo sua vitória."
Casinha Branca de janelas azuis
José Nilton de Faria
Era uma casinha branca de janelas azuis e um alpendre em vermelhão...
E eu com os pés no chão,
Era feliz e não sabia.
O inverno em Brejaúba era rigoroso,
Com a temperatura mais baixa do Estado,
E o frio e a brisa encontravam o aconchego da névoa que cobria todo o largo da igreja
Que beleza.........
Do alto da torre da igreja,
Tinha-se uma vista panorâmica do distrito...
E da casinha branca de janelas azuis,
Jesus! Que beleza...
De manhã era hora de buscar o gado
Do Joãozinho do Aldo, e ganhar um pão sovado.
À tarde era hora da escola,
E logo após, a cachoeira e a bola.
À noite era hora de lavar o rosto e os pés,
Ouvir a conversa dos meus pais com os amigos,
Tomar o café com leite adoçado com açúcar e dormir feliz.
No sábado de manhã, era a hora de caminhar
Com a moçada e a meninada até a região da posse.
À tarde era hora de tomar o banho... E que banho!
E aos domingos de manhã, abrir a igreja, ou seja, tocar o sino pra anunciar a conferência de São Vicente de Paulo.
Quando no final havia leilões, e
Do alto da torre da igreja...
Tinha-se uma vista panorâmica do distrito,
E da casinha branca de janelas azuis,
Jesus!
Somos sobreviventes.
Caminhamos sobre os escombros de um tempo que se esqueceu.
Ao nosso redor, o silêncio do mundo é o eco do que tudo consumiu;
mas aqui, onde nossos passos se encontram,
o frio não nos alcança.
Somos o refúgio um do outro,
a prova viva de que a brutalidade não conseguiu apagar todas as luzes.
Temos autonomia e sabemos,
coisa que a maioria apenas ensaia.
Não conte a ninguém nosso segredo,
nem mesmo a quem parecer poder ajudar;
a inveja tem olhos mordazes,
sempre esperando o pior acontecer.
E nós, nós sabemos ser e tecer
plenamente...
O autoconhecimento protege o indivíduo da manipulação, pois a ausência do desejo de aprovação anula as tentativas de controle externo.
O poder alheio só existe enquanto durar a dependência psicológica de ser aceito.
