Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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A complexidade das minhas crenças perpetua-se à medida que não as ressignifico e submeto ao teste da realidade.


Sou um complexo de complexos em um processo de (re) existência constante, um universo que vai além da finitude do corpo.


Um incansável e infinito Devir.

Se me derem o ar da hostilidade, ventania será para fortalecer os meus pulmões.


Se lançarem sobre mim a terra do desprezo, sobre ela caminharei.


Se, como fogo, suas atitudes quiserem me abrasar, meus sonhos às cinzas não se submeterão.


Se me derem águas de ingratidão, por meio delas navegarei até meu porto seguro.


E se não me derem mais NADA, então tudo eu construirei.






Sim, Poeta serei.




...




Se quiserem minha voz silenciar, minh'alma rugirá em resistência.


Sim, em (re) existência lutarei — até que cale a voz de meus opressores e inimigos.




...




E, por fim, se forem insensíveis e indiferentes, então a DIFERENÇA me tornarei. Minha sensibilidade não mais me atrapalhará.


Como águia, meu voo subirei até que não os veja mais por perto.

⁠Gosto do teu cheiro,
da sensação suave que me invade quando me aproximo.
Teu cabelo — tão lindo,
mesmo quando se entrega ao desalinho.

Teu sorriso tem a estranha habilidade
de me quebrar por dentro;
desvio o olhar,
porque tua luz me espanta.

Não sei se te verei amanhã,
mas já me preocupo com a roupa
que vestirei para o encontro.

Escrever te é mais fácil:
tua voz me silencia,
rouba-me a palavra,
obriga-me a tossir para disfarçar
o descompasso do coração.

Eu não sei o que é o amor.
Mas sei, com certeza,
o quanto é bom
estar contigo.

Nas dobras invisíveis da memória, onde datas se fundem a tamareiras douradas, um eco de encontros desfez-se em pó. Palavras inglesas pairam como fantasmas: date, um instante capturado; date, um laço efêmero de peles e olhares; date, a polpa doce que escorre entre dedos esquecidos. O abstrato devora o linear, tecendo fios de um novelo sem fim, onde o romântico se perde em desertos de silêncios.
Sombras dançam em relógios parados, namorando o vazio com passos tortos. Corpos se inclinam para o nada, inventando amores de névoa, frutas que não caem, calendários que se desfazem em confetes de ontem. O humano reside no rompante, na frase que se quebra como vidro fino, no pulsar irregular de um coração que ignora o tempo. É o caos que respira, o tropeço que encanta, o desalinho que pulsa vivo.
Entre curvas de sentido ausente, a alma se desdobra – não em mapas precisos, mas em rios que correm para lugar nenhum. Desconexo como o sonho acordado, abstrato como o vento em folhas mortas. Humano, porque sangra nas bordas, sonha nos vãos e persiste no eco das ausências.

No palco da vida,
quando as cortinas se fecharem de um lado,
todas as coisas nos serão reveladas do outro.
Descobriremos então o que valeu a pena,
mas muito mais, o que não valeu a pena viver,
pois estávamos presos às ilusões do mundo material.
Por isso,
aqueles que mais se entregarem às experiências espirituais,
serão os que menos sofrerão do sentimento
de terem desperdiçado a vida.

⁠As dores da vida não são apenas inevitáveis.
Também são úteis quando se tornam ensinamentos.

As dores da vida não precisam permanecer como tal. Elas podem se transformar em boas lembranças, quando delas extraímos as melhores essências.

As dores da vida podem se converter em caminhos. Neles encontraremos esperanças e realizaremos os novos sonhos.

As dores da vida podem acabar um dia se tornando flores, metamorfoseando nosso calvário em um belo jardim.

Foi no desvio que eu encontrei o caminho.
Foi na falha que tudo se iluminou
Foi no deslize que nossas mãos se encontraram
Foi no choque que nosso olhar se conectou.
Na imperfeição a vida vai construindo a Sua Perfeição.

Chovia como se o céu abrisse uma ferida antiga sobre a cidade, e cada gota trouxesse consigo um fragmento daquilo que ainda não aconteceu. Eu caminhava dentro desse rumor líquido com a sensação estranha de estar tocando a quarta dimensão, como se o tempo deixasse de ser linha e se tornasse um quarto secreto dentro do peito. Havia, na parede de uma casa esquecida, um relógio sem ponteiro. Ele não marcava horas; marcava ausências, retornos, aquilo que a memória inventa quando a saudade precisa sobreviver.
No bolso, eu carregava uma bússola de areia. Ela não apontava para o norte, mas para dentro, para esse lugar onde seguimos olhando o futuro reescrevendo o passado, sem perceber que ambos se misturam na mesma água escura. Talvez viver seja isso: atravessar a chuva sem querer secar demais, aceitar que o destino também hesita, e compreender que o amanhã nem sempre vem à frente. Às vezes, ele chega ontem tocando nossas cicatrizes, mudando o nome das antigas dores e devolvendo sentido ao que parecia perdido antes que a alma aprenda a chamá-lo casa.

Se eu ser, Deus me fez.
Se eu chegar, Deus me trouxe.
Se eu alcançar, Deus me deu condições.
E eu o louvarei pois, antes e depois de mim, o Altíssimo sempre será Deus.

Saudade é:

O encontro sempre adiado
O gelo que não derrete
Um grito de dor inaudível
Uma partida sem chegada
Tristeza e alegria numa só lembrança
O coração batendo no passado...

Que minha fé em ti, Senhor, substitua em mim:
A incerteza pela segurança;
a turbulência pela calmaria;
a indagação pela obediência;
e a inconstância pela perseverança.

Fabricio Von Beaufort-Spontin, no Livro Não Existe Lide Sem Prejuizo - Processo Contencioso Livro 1 - Por que Processos Bons Morrem, diz "Este livro é destinado também para Juízes e Magistrados, porque amplia Hans Kelsen, fortalece o jurista italiano Calamandrei e traz mindset (Growth Mindset) na escola tradicionalista da formalidade. Se os advogados estruturarem casos assim, Vossas Excelências, o prejuízo estará delineado para atingir a Justiça. Achar o caminho à Justiça na petição será muito mais óbvio, quando comprovada. Observando que, como já em jurisprudências, é a primeira vez escrito para advocados que "o prejuízo é pressuposto do direito" e não apenas da nulidade. Lembrando, Vossas Excelências, que violação da norma ou da soberania individual também são prejuízos."
Ao analisarmos os pontos tocados, é uma nova metodologia no Direito Brasileiro. - Convenção na Apresentação do Livro, debates e como segundo Fabricio falou na "inauguração do Livro Não Existe Lide Sem Prejuízo". A idéia foi unânime entre os participantes.

No livro “Não Existe Lide sem Prejuízo – Por que os Processos Bons Morrem?”, eu, Fabricio von Beaufort-Spontin, deixo bem claro que não sou contra os ensinamentos de Hans Kelsen. Apenas amplio a visão do debate ali desenvolvido. Respondo aqui diante das críticas existentes, as quais carecem de fundamento. Não sou o único a fazê-lo.


Ampliar Kelsen não é heresia.


Trago à reflexão Piero Calamandrei, jurista italiano.

⁠⁠Minha querida irmã,
Luciene Guedes
Todos os dias penso em como tenho sorte de ser sua irmã!
Você é uma mulher inigualável!!!
Se existir de fato outra vida quero voltar e ser novamente sua irmã,
você é leal, fiel e verdadeira.
Tua sensibilidade me faz acreditar, em dias melhores, te amo!
Sua irmã:
Márcia Guedes

Situações inacabadas pedem fechamento. Elas ficam vivas dentro de nós.


O inacabado não permite uma figura diferente.


...




Paradoxalmente: nada na minha vida se repete.


Esperança e atitude, nobre coração.

Meu Jeito de Amar


amar não é só toque
nem gesto que se vê


é ficar
quando seria mais fácil ir


é escutar o que não é dito
e ainda assim permanecer


há um tipo de amor
que não exige perfeição
só presença


e mesmo nas imperfeições
há algo que não se rompe


como se amar fosse isso:
um compromisso silencioso
que respira junto


não palavras soltas
mas um estar inteiro


corpo
alma
e o espaço entre os dois
onde a gente se encontra

Sussurro


"Adoro a ideia de você relaxada, com a pele acetinada e esse perfume de rosas que é só seu. Mas o que eu quero mesmo é desvendar o seu silêncio. Quero estar no lugar onde seus desejos se escondem, transformando seus sonhos em um território onde a gente não precisa de distância. Como é você quando ninguém está olhando, e como seria se eu estivesse aí?"

Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Pintaria o céu com o teu sorriso,
Plantaria paz no caminho dos teus passos.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Te guardaria das tempestades do mundo
e cada lágrima que ousasse cair seria apagada antes de tocar teu rosto.


Se eu tivesse o dom de te fazer feliz.
Te daria um amor que não teme o tempo,
daqueles que crescem na alma e florescem no olhar.


Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Eu faria do teu abraço o meu destino.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz.


Ronaldo de Jesus David.

“Por muito tempo, achei que a dor era um castigo. Algo que eu merecia por ser fraco, por errar, por não conseguir ser como os outros queriam. Mas com o tempo — e com muita cicatriz — entendi uma coisa que mudou tudo: a dor nunca foi a minha inimiga.
Ela não veio para me destruir. Veio para me esculpir. Cada lágrima que engoli, cada noite em que pensei em desistir, cada vez que fui ao chão e demorei a levantar… tudo isso foi me ensinando uma língua que só quem sofre de verdade aprende: a língua da resistência.
Hoje eu sei. A dor era o meu teste. E a minha resposta foi não me tornar amargo, mas profundo. Não me tornar cruel, mas forte de verdade.
E foi aí que eu descobri: a minha dor era, na verdade, a minha vocação para a grandeza.
Porque grandeza não é nunca ter caído. É ter caído, levantado, e ainda assim escolhido seguir. É transformar ferida em direção. É olhar para o que tentou te matar e dizer: ‘você me fez mais difícil de ser quebrado.’
Se você está sofrendo agora, escuta: você não está sendo punido. Você está sendo preparado. A sua dor não é o fim da sua história — ela é o início da versão mais poderosa de você mesmo.
Aceite. Ela não é sua inimiga. Ela é sua chamada para algo maior.”

Ser criança...
Tempo mágico e único! Aproveite todos estes momentos com a certeza de que é a melhor fase de nossas vidas. Sorria, agradeça, tenha fé e sabedoria, acredite em um futuro próspero.