Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Serei sempre defensor dessa ideia, "o homem deve morrer por uma causa de vida e não por uma causa de morte..."
"É possível amar alguém e não fechar os olhos para suas faltas graves, só assim se valoriza o amor, que deve ser bom e nunca deve ser cego.."
Jornalismo é um ofício que diverte o espírito e aguça o discernimento intelectual... Escrever não é necessariamente um trabalho, se temos gosto em fazê-lo vira uma distração prazerosa.
"Liberta-te de tuas próprias grades, para que o mundo ouça o som de tuas asas a explorar o horizonte."
Uns defendem que o homem deve ter dignidade, como educação, moradia, saúde e segurança... Outros que cada homem deve ter uma arma para matar quem discordar desse ponto de vista... Então surge o debate: um tem arma, outro tem dignidade, e ainda sabe ler e escrever, quem será vencedor?
"INDIGNAÇÕES VIRTUAIS NÃO RESOLVEM INJUSTIÇAS REAIS...SEUS TOLOS, SE QUEREM MUDAR O ESTADO DE COISAS PRECISAM DE AÇÕES CONCRETAS."
"Tudo nessa vida é inútil, sem importância, assim dizem a poesia e a filosofia mais realista, contudo devemos ser inúteis otimistas."
A literatura tem a força essencial para nos convencer, de que as coias comuns são bem mais importantes do que parecem ser.
Os homens riem e choram, quase ao mesmo tempo, numa variação espantosa de humor. A busca de sentido está no DNA, no puro instinto de sobrevivência, para as duas condições decadentes. Portanto, o que parece ser escolhas conscientes, não passam de reações químicas, respostas súbitas para saciar desejos latentes. O sentido de tudo reside na compreensão da eternidade, contudo a eternidade é algo inacessível para os homens. Por isso essa variação de humor constante. Durante o dia alguns mantem a lucidez carnal, e até se abraçam com a esperança, mas à noite, durante o caos noturno tudo despenca, deuses e santos, teologias e doutrinas, vem à tona antigos conflitos, tudo fica nebuloso, como se só durante a noite percebêssemos a nossa frágil condição mortal irreversível.
"Cedo ou tarde iremos morrer, por uma causa interna ou externa, alheia à nossa vontade. Então devemos morrer com a dignidade de quem abraçou a causa da verdade..."
"O deslize moral está para o homem de bem, com o desafinar para um tenor erudito. Basta uma vez para que sua reputação se manche para sempre. Ninguém aceita a imperfeição dos quase perfeitos."
Os homens mais subterrâneos estão na política e na religião, pois não são atraídos pelos ritos nem por ideologias, com raras exceções, buscam apenas poder, dinheiro e fama...
"Não existe poeta bom nem poeta ruim. Há aqueles que são poetas e os que acreditam que são poetas..."
No teatro da vida, onde somos forçados a representar tantos papeis, sinto que chegou o fim de todas as temporadas dos meus eus. Serei, doravante, apenas um.
É durante o caos da noite que tudo se ajeita, que tudo se encaixa, às vezes até tudo termina, pode ser que seja em calmaria ou em esquecimento necessário.
Dizem que fazer negócio com pobre é pedir esmola pra dois. Contudo, são as pequenas moedas dos pobres que enchem o saco grande do rico.
Quando escrevemos algo importante, como um poema, uma música, um conto, um romance. Quando produzimos arte na sua real essência e relevância, sentimos um sopro divino a nos conceder mais uma existência entre os mortais... Essa é a nossa necessária ilusão de eternidade.
Há beleza em tudo o que é triste, no olhar distante, no desespero da espera morta, na percepção da ilusão da vida, no caos humano, até na discórdia.
Tenho um amigo que diz: "Se me virem agarrado à uma mulher feia, pode separar que é briga." Digo que se me ouvirem discutindo política, religião ou futebol, pode me internar, pois devo ter perdido a sanidade.
