Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Aquele que quiser servir a Deus deve renunciar a tudo sem esperar recompensa alguma. Uma paz interior, entretanto, ostentar-lhe-á na face um sorriso de felicidade que aqui na terra não se encontra igual.
Às vezes, ficamos com a cabeça tão cheia de preocupações, tentando controlar tudo e prever todas as situações... pensando somente no "se", que acabamos perdendo a melhor parte da vida, o "agora". Carpe diem!
Passei dias inteiros com você ocupando cada pensamento meu, e agora, tendo a chance de falar contigo, sinto-me como um cometa em chamas atravessando o céu. Estou radiante, eufórico, tomado por uma energia que me consome e me acende por inteiro. Você é o fogo que me faz arder de vida.
Seria um daqueles momentos em que o mundo desaparece, e só nós dois existimos, cercados pela intensidade do que podemos viver. Cada olhar, cada gesto, cada toque seria como uma chama que não se apaga, e eu estaria ali, te explorando, te descobrindo a cada segundo. A noite, ao nosso redor, seria só o pano de fundo perfeito para tudo o que faríamos.
Seria como uma dança de palavras e olhares trocados, onde o silêncio se torna tão valioso quanto a conversa. Eu ficaria ali, observando cada gesto seu, absorvendo sua presença, enquanto a noite se desdobraria ao nosso redor. Sem pressa de ir embora, sem pressa de dormir, apenas vivendo o momento, como se o tempo parasse e o único som fosse o batimento acelerado dos nossos corações.
Você é como uma chama que ilumina e consome, transformando cada instante em algo único e inesquecível. Com você, o tempo parece se render, permitindo que cada segundo dure uma eternidade. Não importa se é vinho ou silêncio, porque não é a bebida que embriaga, mas a sua companhia que torna tudo especial. Cada vez que te vejo, seja em imagem ou em pensamento, me apaixono como se fosse a primeira vez. Você é poesia em forma de presença, a essência do que é belo e a razão pela qual qualquer momento ao seu lado se torna eterno.
Me dê um sussurro, suave como o vento que carrega segredos. Me dê um sinal, algo que eu possa guardar quando a distância nos separar. Me dê um beijo, o último, cheio de tudo que fomos, antes que as palavras "adeus" rompam o que resta do nosso momento.
Será que ainda existe a nossa canção? Aquela que dançava no ritmo das nossas risadas, que embalava os dias e preenchia o silêncio das noites? Procure dentro do seu coração, entre as memórias que o tempo não apaga. Talvez a melodia esteja lá, suave, esperando apenas o toque da saudade para soar novamente.
Eu penso tanto em você… Te quero com uma fome que não se sacia, um desejo que me incendeia por dentro e arde em silêncio. É loucura sentir saudade de um corpo que nunca toquei, mas é teu nome que meus lábios murmuram nas madrugadas quentes, como uma oração proibida. Mesmo sem te conhecer, minha pele já te reconhece, como se teu toque estivesse gravado em mim desde antes do tempo.
A maioria se agarra ao passado como quem teme o vazio — são moldadas por ausências, traumas e repetições que não cessam. Caminham carregando escombros de si mesmas, como se a dor fosse identidade. Mas eu sou inquietação em carne. Não aceito ser resultado, sou processo. Não me prendo ao que me moldou, porque sei: o que me molda agora é o próprio caminhar. Recuso as certezas confortáveis do que fui. Refaço-me, mesmo sem garantias. Há algo de sagrado nessa travessia sem mapa, como se o próprio ato de transformar-se fosse o destino. Não sei o propósito — talvez ele nem exista —, mas sigo, porque estagnar é morrer, e eu escolho o abismo de me tornar.
Apega-te à tua verdade, não à que o mundo impõe, mas àquela que pulsa no silêncio quando estás só. Essa verdade íntima, que resiste mesmo nas noites mais longas, é a chama que não se apaga. Nela habita tua essência mais pura, e quem se ancora em si mesmo, por mais que o vento sopre ou as marés mudem, nunca se perde.
Propósito não se acha... constrói-se. Não é um tesouro enterrado, é um caminho pavimentado com escolhas, erros, tentativas e recomeços. É moldado no silêncio das madrugadas, nas quedas que ensinam mais do que as vitórias. É quando você para de procurar sentido nas coisas e começa a dar sentido a elas. Propósito é ação com alma, não destino pronto.
Nossos desejos e esperanças entrelaçados compuseram uma canção... Que tipo de história ela irá nos contar?
Seja tudo o que quiser ser, mas, acima de tudo, nunca deixe de ser você. Ponha a sua essência em tudo o que faz.
Não entendo de futebol, mas acho que deveria ser algo para unir, não dividir. Qual é o meu time? O meu time são os meus amigos. Gosto da resenha, cerveja gelada, churrasco... e sempre estarei lá para os apoiar, seja na derrota ou na vitória!
O Dia do Soldado é um compasso de honra, onde corações marciais batem em uníssono, celebrando a devoção daqueles que vestem a farda em defesa de sua terra. Nesta efeméride, em 25 de agosto, os raios do sol saúdam não apenas o dia, mas a coragem inabalável personificada pelo nascimento do Duque de Caxias, Luís Alves de Lima e Silva, cujo legado resplandece no seio do Exército Brasileiro. É um hino à valentia, um tributo aos que se erguem como sentinelas da nação, tecendo um manto de proteção com dedicação e sacrifício.
Que os céus não ousem obscurecer os meus olhos, e a terra não se atreva a sepultar o meu coração. Almejo que você desvende os sutis mistérios da minha alma, ao passo que clamo pela dissolução das minhas próprias paixões.
Dentro de cada alma repousam sacrifícios e renúncias, sombras ocultas aos olhos mortais, mas que ecoam como hinos silenciosos na tapeçaria do destino.
Agora, no silêncio das sombras, ele encontrou a paz que sempre buscou, longe do fardo de ser o vilão de sua própria história.
Ele, um viajante solitário, vagava por paisagens emocionais desconhecidas. Um dia, percebeu que a tristeza não era o seu destino final, mas apenas um trecho passageiro. Com essa revelação, decidiu atravessar os vales sombrios de seu coração, descobrindo que a alegria aguardava do outro lado. Cada passo era uma jornada para além da tristeza, revelando a beleza efêmera da existência, pois a tristeza é como uma nuvem passageira que obscurece o sol, mas eventualmente se dissipa. Ela não define quem você é, mas sim o que você escolhe fazer com ela.
