Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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⁠Lantana

Só de olhar uma Lantana
florescida fico inspirada
a ser nas tuas mãos a poesia,
Eu sei que você me tem
no coração com muita alegria.

⁠Junco da Praia

O meu balanço é igual
ao do Junco da Praia,
mesmo que por um
instante você se distraia
estou presa nas dunas
ondulantes do seu peito
ondulante e intenso,
e assim nem mesmo o tempo
pode desfazer o quê
já é consagrado e está feito.

⁠Lua dos Poetas

O Médio Vale do Itajaí
sob a Lua dos poetas,
aguardando sereníssimo
as estrelas que ainda
estão porvir no caravansário
do Hemisfério Sul,
inspiração infinita que faz
com que eu também aguarde
por ti na minha bela Rodeio
com amor e silêncio
guardados no meu peito
que me levam pela mão
a devotar o amor inteiro
para você que comigo nasceu
para ser o meu encaixe perfeito.

⁠Poetisa

Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.

⁠Poesia em Rodeio

Todos os sons da minha
cidade de Rodeio formam
a poesia em explícita
sonoridade que põem
a inspiração para dançar
e escrever versos que
encorajem a continuar a viver.

⁠Véspera de Ano Novo em Rodeio

O galo canta antes do Sol raiar,
o Ano Novo está dando
os primeiros sinais em mim,
A passarada começou a cantar
para a nossa cidade de Rodeio
no Médio Vale do Itajaí,
Nesta véspera de Ano Novo
desejo para mim e para ti
a tranquilidade para seguir adiante
para viver esta vida como quem
escreve um grande romance
e que nunca nos falte disposição
para não desistir de ser feliz.

⁠Neste último dia do ano...

Eu te desejo que tudo
aquilo que não valeu
seja por ti esquecido,
Você merece o melhor
no seu caminho,
Desejo que a vida te trate
com o carinho merecido
que você sempre deu,
que o Ano Novo venha
presentear com sonhos
e com tudo aquilo
que merece ser resolvido.

⁠No sétimo dia do ano

No sétimo dia do ano
busco me concentrar
na tranquilidade que
somente eu posso me dar,
Porque se eu não fizer
por mim ninguém vai fazer,
Nada pode ter poder
sobre a minha alegria de viver.

⁠No oitavo dia do ano

No oitavo dia do ano
celebro a poesia
do seu divino olhar,
poema luminoso
e que me faz sonhar
que ainda vale
a pena nesta vida amar.

⁠Poesia para Rodeio todo o dia

Poetizando a minha caminhada
vou escrevendo uma poesia
todo o dia para a nossa Rodeio
porque tenho fé na vida
e coloco um louvor sereno
em tudo para colocar o melhor
sempre dentro do meu peito.

Cada Conselho da Lia do Itamaracá

⁠Para seguir na Ciranda
da vida continuo ouvindo,
cantando e cirandando
com cada conselho
da Lia de Itamaracá,
Por ontem, hoje e sempre
agradeço e fiz o juramento
de nunca parar de cirandar
com as forças da Natureza
para sempre firme continuar.

⁠Dia 1

Creia que você é poesia,
Você não precisa
ninguém que te valide
e não permita
que ninguém te tire
da sua própria sintonia.

⁠Ninguém se mata
porque quer,
e sim porque não
encontra apoio,
sentido ou até mesmo
saída ao redor,
Não é incomum
viver cercado por
gente sem valor.

Como eu só tenho
dois ombros,
o quê posso ofertar
é a minha poesia
para quem precisar.

Posso provar que
a poesia existe
para quem se dispôr
a procurar dentro
de si quando tudo faltar,
para contra qualquer
corrente vir a nadar.

Para quem quiser
respirar e não deixar
nenhuma pressão dragar,
Há muito o quê fazer
e se necessário for incomodar.

(Porque o importante é não parar).

Querendo viver

uma vida normal

ouvindo o som

de Miss Anthropocene

na minha sala

ao redor deste

isolamento social,



Parece piada

por aqui eu li

que 'o dilema

é bíblico',

há quem defenda

trabalhar,

há quem defenda

ficar em casa,

e até agora nada

está resolvido;



Apenas o quê

me resta é

ficar reclusa,

dançar a música

na mais plena

figuração

da linguagem,

escrever poemas

sobre a Lua

para não morrer

de doença

ou ir para a cadeia,



Esperando sigo

perguntando

qual será a próxima cena,

porque quem lambe

a borda da taça,

a alma não cala

e não busca

por 'indulgência' barata.

Marte, Saturno e Vênus,
distraem o meu peito
em alta rotação
no mundo em viração,
todo o dia renovo por ti
a romântica devoção.

Meteoros Eta Aquarídeas
pela minha terra bailarão
como partes do cometa
Halley que eles são,
nesta peregrina da chuva
que não há como se molhar,
dela dá para fazer um colar.

Talvez tudo isso seja
o prelúdio alvissareiro
do nosso alinhamento
cercados por estrelas,
pelas aves noturnas
e do amor e suas loucuras.

Visível como Lua crescente
e Júpiter entusiasmado
com as suas quatro Luas
esperando o verão quente,
vivo diariamente sonhando
com o teu beijo fervente,
e nutro este sonho renitente.

⁠Bem que os beijos meus
poderiam ter
asas para buscar os teus,

(Ou poderiam mesmo
até o oceano cruzar),

Do báratro escuro
que ardente oculto
para nele você se perder,

(Sem chance de fugir
ou querer regressar),

Mais forte que o passamento
para você de mim
nunca mais esquecer,

(Ou de dentro de ti vir
a tentar me apagar),

Tão méleo quanto
o mais puro dos sentimentos
para você se viciar,

(Sem querer cheguei
para em ti morar),

À espreitar a cada
um dos meus passos
como um lobo da estepe
do Oeste da Anatolia,

(Doses de café,
desejo e melancolia);

Indomável como o mar
em intermitente luar
feito a sagração poética
da primazia da primavera.

⁠Seja
o romance
que você
deseja,
porque só
ficará
do seu
lado quem
desejar
o mesmo
romance
que você.

As mãos vão esticadas
na altura dos olhos,
há sombras e jogos;
Recordo o gesto da Lua,
quando decidi ser tua,
a potência dos desafios
e a audácia dos sonhos.

As nuvens insurgentes
encobrem o azul
profundo do Universo,
A brisa da noite
balançando o arvoredo
me faz sentir viva,
e esbanjo expectativa.

O silêncio companheiro
inseparável mima
a previsão com sabres
do Sol rompendo sutis
a escuridão no trajeto,
é para os teus braços
quentes que me projeto.

O barulho dos motores
dos carros na vizinhança
desconcentram o transe
e a luz ainda não voltou;
por você o meu peito agita,
és a minha história bonita
e desta orquestra a melodia.

⁠Busco artifícios em
nome de um caminho
que me ensine a lidar
com a relação ruim
que tenho com o silêncio,
Vencer tal impedimento
é o quê mais desejo
para me reinventar...

... se ir em busca
disso é algum defeito,

Continuarei sendo
este ser imperfeito
porque não sei viver
sem me importar;

é por isso que nunca
vou conseguir de ti
calar e nem me ausentar.

Dos meus desertos
sou e serei sempre
persistente peregrina
em busca de refúgio,
Não quero o final
de Romeu e Julieta
em versão médio oriental,

por crer que não há para
nós um fim que faça
dois infelizes, afinal.

Nós temos o direito
de quebrar com qualquer
maldição que nos impeça
a felicidade de viver
e de amar sem receio
do que possa vir acontecer;

... nem você vai tolher
mais o mútuo querer,

Do meu pequeno
lugar amoroso
pela Lua de Morango
beijado como
um doce repousado
no tabuleiro cobiçado
do Trópico de Câncer...

... neste Médio Vale
rumo ao Monte Ararate,

Decodificando todos
os possíveis sinais
que façam te entender,
quando te vi pela primeira vez,
resolvi de jeito nenhum perder
o quê todos sabem que nunca
de nós dois haverá escapatória.

⁠Tocam no Universo
como uma partitura
as asas do Condor,
não consigo da Lua
e nem das estrelas
que quero só meu
o teu infinito amor.

Inti me presenteou
constelações incas
que lembram no céu
a beleza do teu olhar
e a nobreza do amor
que estou a cativar
neste mundo a girar,
e que insistem parar.

Fortes são as minhas
cordilheiras que criei
para ninguém tentar
tocar em tudo aquilo
que é de inspiração
e na eterna canção
que irá nos embalar.

O amanhecer será
nosso e indomável,
a última ópera fiz
questão de escutar,
e toda hora vivo por
dentro a me preparar
para quando o amor
vier a nos encontrar.