Poesias Pequenas
Basta apenas um ano de vida em silêncio e aprendemos a falar.E precisamos muitos anos de vida falando pra aprender a silenciar.
A vida corre como o vento.... sem padrões, sem garantias. No fim, até Salomão nos lembrou: faça o que alegra tua alma, permita-se viver! Por que moralidade sem moralistas seria leveza... e ironicamente, os que mais apontam, são os que mais erram.
A vida é um túnel no tempo e escolhas na vida, quem acredita em sim, transforma escuridão em passagem, dúvida em decisão, e o agora em direção. Acredite! Somente você pode fazer a diferença.
As coisas simples da vida nos trazem paz, porque não precisamos pensar em algo do qual ficaremos preocupados em perder.
O sol nasce, o vento sopra, a água corre, mas é dentro que a vida pulsa... ou se cala. Quem deixa de viver, ainda que ande, já caminha com a morte. O mundo gira, indiferente. Parar é ceder. E às vezes, morrer é só não ter escolhido viver.
A vida é breve, o tempo escapa, os sonhos iludem, as decepções ensinam, mesmo assim, seguimos! Humanos frágeis, intensos e cheios de querer.
A vida é um sopro entre dois mistérios: nascer sem pedir, morrer sem querer, e no meio disso, o tempo nos escapa sem aviso.
O tempo voa, mas o grande feito não é apenas voar, é saber quem pilota. A vida passa rápido, e perder oportunidades é deixar o destino nas mãos do acaso.
Não dá para adivinhar o que alguém pode fazer. A vida é uma questão de tempo e paciência. O tempo dita as regras, como um jogador que controla o jogo. Nosso papel é simplesmente fazer o melhor com a nossa vez de jogar.
O sucesso de qualquer jornada na vida é construída com determinação, boa consciência, enfrentamento, disciplina e motivação!
Quando conhecemos o equilíbrio, não nos apaixonamos por nada, não nos apegamos nem à vida, porque somos a vida; se o equilíbrio se rompe, em vez de identificar-nos com as coisas, só pensamos em subvertê-las ou em modificá-las.
É preciso durante toda a vida aprender a viver e, o que talvez cause maior admiração, é preciso durante toda a vida aprender a morrer.
Enfrentar a vida cotidiana, com todas as suas exigências banais de dedicação, paciência, perseverança e sacrifícios, humildemente, sem visar o aplauso, sem grandes gestos heroicos – este é o nosso heroísmo cotidiano, invisível para os outros.
Pai e mãe são tudo, tudo mesmo, algo estratosférico, mais importantes do que qualquer estilo de vida.
Estar ao lado dos pais enquanto eles envelhecem é descobrir novas formas de vida, aprender novas formas de manifestar um amor que pede reverência por sua magnitude.
O depressivo experiencia um isolamento do mundo da vida, de modo que o congelamento de sua própria vida interior – ou morte interior – oprime tudo; ao mesmo tempo, ele se sente evacuado, totalmente desnudado, uma concha: não há nada exceto o interior, mas o interior está vazio.
Em matéria de profetas, é melhor seguir os que foram atropelados pela vida e sobreviveram. São os únicos que têm alguma coisa para ensinar.
Os textos, mesmo em mãos de atores iniciantes, podem ganhar vida porque a própria vida é uma encenação dramática. O mundo todo não constitui evidentemente um palco, mas não é fácil especificar os aspectos essenciais em que não é.
A vida moderna se transformou numa engrenagem impiedosa que nos afasta dos valores essenciais à condição humana.
Guardemos no mais profundo de nós mesmos uma certeza superior a todas as outras: a vida não tem sentido, não pode tê-lo.
