Poesias para um Futuro Papai
Óh meu bem...
Porque você deixa de receber o meu amor?
A insegurança em seus olhos,
É um sinal de que não estamos bem,
Eu não seria capaz de ferir a ti,
Não vou conseguir machucá-la nem com os espinhos das rosas que te apresento.
No meu peito tem um lugar com seus olhos
Um espaço com seu sorriso
Uma morada com seu nome
Minha alma clama por ti, minha menina!
Todas as noites, todas as noites!
Meu cigarro queima em cinzas...
Será que alguma vez serei capaz de esquecê-la?
Eu não serei... Talvez!
É isso que você tanto quer?
Não peça o desejo... Talvez!
Meus ouvidos...
Ainda ouço o som da tua voz quando me deito,
Você parece tão longe,
É complexo por dentro de mim, estás a fazer morada..
Hoje escrevo com lágrimas,
Atuo com menos grandeza
Óh minha Deusa!
Porque decidiu sair?
Agora meu coração está partido,
E sem ti, não vejo grandeza nenhuma,
A grandeza é aquela que fez inspirar o tempo,
Durante todos esse tempo.
Agora eu me decomponho em um velho blues,
Eu decadente na sombra das memórias que guardei de ti.
Era época de verão
E o coração inverno
O sol raiava o dia
E a lua?
Acompanhava um céu nublado...
Era época de verão
E a alma primavera
E as nuvens carregadas
Em um solo fértil...
Era mês de março
O verão ainda presenciava
O nascer das rosas,
E o jardim acompanhará em si,
O nascer de suas...
O nascer do encanto
O nascer do sol
O nascer das rosas
Que em março florescem...
Era época de verão
E as flores outono
Observará a germinação das rosas
Acompanhará a primavera
Que no jardim florescem...
Era época de verão
Onde, o outono partilhava as rosas
De março,
O outono e o inverno?
são comumente associados a uma época de melancolia
Era época de verão
Com o fim do verão,
Hoje é o dia de dar oi ao outono,
Essas é uma ótima estação
Para a primavera,
Aproveitar o dia sem sentir o corpo cansado.
Apreciando as rosas
Colhidas por outono no verão de março.
Dizem que tudo na vida passa,
Não acredito que passe
Mas existe um grande impasse
E o que eu sinto por você não passa.
Tenho dado gole aos santos
Tenho virado as garrafas,
Tenho matado os copos nas mesas dos bares,
Sem conseguir esquecer o que a gente passou...
Dentre elas,
mas bela desse jardim
Desse jardim!
É meu delírio da paz, tão linda quanto um lírio da paz.
Teus olhos feitos girassóis,
São lindos como os girassóis.
O vermelho sangue das rosas,
São encoberto pela jaspe da tua pele.
E a camélia do teu sorriso,
é o que irradia os dias nublados."
Levar um fora é doloroso,
É sabemos!
Mas o amor, ih rapaz,
o amor é a mais bela e nobre das emoções humanas.
O amor é o que dá esperança às pessoas.
É o que dá sentido à vida. "
"Nivilla 🖤
Andei procurando no dicionário um elogio pra tentar decifrar você,
mas não encontrei, porque você não é desse mundo.
Foi aí que percebi que você passou a ser do meu mundo." 🖤
Eu devia saber que não fomos feitos um para o outro
Rosas vermelhas eram as minhas favoritas.
Suas rosas escolherão amarelo.
Ele vai adorar os lírios que crescem nos campos.
Admire o girassol antes da noite
Dobra perante a tua beleza.
Eu deveria saber que não éramos feitos um para o outro."
É engraçado que depois que você vai ficando mais velho,
A beleza não é mais um ponto decisivo.
Se torna até ridículo quando é usada como atributo principal.
A gente passa a estar atento às ideias."
Os olhos são o único meio de transporte que levam a enxergar a alma de um outro alguém.
Os olhos são capazes de dizer,
O que a língua jamais se conseguirá dizer.
Os olhos são capazes de enxergar a linguagem corporal,Quando nem um lindo sorriso é capaz de esconder a tristeza.
Os olhos são a porta de entrada,
Também são a porta de saída.
Os seus olhos esverdeado são a cura divina."
A porta está um pouco aberta
E o vento entra lentamente se aconchegando no meu pequeno quarto,
Meus olhos parecem criar novas cores ao olhar o céu pela janela
Enquanto minha alma canta a poesia que escutei daquela antiga música,
O chão duro e frio em que meu corpo usou de colchão
Empurra meus sentimentos para fora, como lágrimas de esperança.
Como o caminhar de uma garota em um dia de chuva,
Ouço os sons dos pingos em meu guarda-chuva,
Passo a passo, sinto o frio de meus sapatos encharcados,
Observo os carros ao meu redor
Encandeando-me com aquelas avulsas luzes que perpassam sobre mim,
O violão está dentro da bolsa, mas suas notas saltam no ar
Juntando-se as estrelas e cantando a canção que me faz chorar junto as nuvens.
Em um quarto que tampouco vivi,
Contornado pela brisa fria das sensações,
Caminho de um lado para o outro com a compenetrada alma
Esperando um novo piscar dos olhos.
Enquanto vejo o balançar vagaroso das cortinas,
Cultivo as letras que eclodem dos pensamentos
Em um desfile próprio de sonhos,
E, no extenso lençol do céu,
Seguindo a graciosa linha que vai a algum lugar
Em busca do pote de simplicidade no final das cores,
Quieto, como um campo vasto de flores,
Caminho um passo atrás do outro
Perplexo com o trecho e flutuante com o estar
Abraçando o sentir, caminho,
Quanto de horizonte há?
Jogaram um pedaço de papel
Na dança das águas desse mar
A folha sobreviveu
Apenas pra contar
Que as letras escritas dissolveu
Pedaços, sumiram junto ao mar
A imagem sobreviveu
Apenas pra eu cantar
Aquela canção que estava lá.
É como se eu estivesse sendo carregado...
Para um lugar onde o vento não conhece,
Ao redor das maiores árvores,
Coberto pelas maiores montanhas
Onde o céu apenas observa,
Levado sobre o chão, sobre o mar.
Ah, essa vida...
Que viaja como um carrossel,
Frente ao vento, sobre as nuvens,
Levando nosso coração ao horizonte,
Essa vida.
É, mesmo de dia vejo tudo escuro, meus olhos abertos mas com um fundo preto, minha força fraca, meu pensamento nulo.
Não sei se tento imaginar, não sei se devo sonhar, meu medo me magoa, meu ser não acha coerente falar.
Imagino folhas, que caem, e o céu?, nuvens tristes, sem beleza, meus olhos não dá cor as cores, não ver emoções nos sons, não ver vida.
Eu olho pra minha mãos e não vejo força, tremem de medo?, tremem de angustia...
O quanto devo respirar não sei mais, as teclas da minha vida geram melodias, tristes, deprimentes, eu não quero ouvir e crio, mas porquê?
Meus pés não sentem os passos, não escuto nem gritos de pessoas em volta, não entendo as palavras...
Meus olhos não se fecham, mas não enxergo nada, meu coração exangue...
Não vejo beleza, cada estrela diz algo, mas não consigo descrever, mas não desisto nunca, porquê?
Não consigo caminhar, meus pés frágeis estão cansados, minha vida desesperada, vejo cacos de min pelo caminho, mas ninguém ajuda a apanhar, devo fazer isso só?
Porque o vento me diz que não? Poque ele sopra entre meus ombros, fazem minha alma latejar, dizem pra esperar, mas eu sei que não, porque eu não desisto? Porque é tão difícil? Porque as lágrimas caem, eu não quero chorar, Porque? Porque?
Porque Não desisto?
Porque não posso?
Acho que é...
Mas é tão difícil,
Porque não posso voar como os passarinhos ir pra longe ver o sol nascer na imensidão do céu?
Quero ver tudo colorido outra vez.
O frio tomava conta do meu corpo, e,
um passo atrás do outro,
meus dedos pareciam dissipar naquele álgido momento
em que eu estava perdido em volta a neve,
um frio árduo, sem cor,
que a todo instante parecia soar uma música melancólica a cada
rajada de vento que transitava diante meus ouvidos.
Eu apenas seguia aquele pequeno caminho feito pela água,
uma corrente fraca que parecia querer me levar a algum lugar,
meu corpo estava fraco, minhas mãos trêmulas, minha fome incessante...
mas porque eu queria continuar?
porque eu continuei?
porqu...
é, eu acho que descobri!
não saber onde ir te mostra tantas coisas...
a natureza realmente nos destina a episódios incríveis,
que parecem ser irreais, que brotam até de uma mera gota d'água,
eventos tão fascinantes que faz você esquecer tudo, seu frio, sua fome...
acontecimentos tão incríveis que te faz imaginar como seria novos dias...
novos dias sem saber o caminho de volta,
novos dias a chegar em um lugar sem saida,
e se deparar com algo semelhante aquele dia...
aquela enorme parede de gelo,
onde seu interior guardava como em uma caixinha,
um radiante urso que parecia dormir até a eternidade.
Caminho da vida
Se um dia eu sentar nas nuvens
Pra ver minha vida passar
Vou contar cada pedrinha
E uma história vou criar
Das folhas secas das árvores
Que caíram sobre o chão
Mas formaram um lençol vivo
De singela gratidão
Vou colorir cada passo
Mesmo difícil, que dei
Deixar belo o que era triste
E forte o que fraquejei
Correr contra um trem gigante
Pular alto pra alcançar
A flor que virou o nome
Da criança no luar
A chuva não me carrega
Eu a sigo com emoção
Até a beira do riacho
Deixando lágrimas em vão
Procurando nas estrelas
Formas simples de criar
O guia da minha alma
Que instrui o meu sonhar
Vou voar com o simples vento
Ouvir os pássaros cantar
Quero tocar meu piano
Com os anjos sobre o ar
As manchas das cicatrizes
Tem sua definição
É as marcas do caminho
Com qual fiz com o coração.
Pode me chamar de estranho,
que eu não vou
me incomodar.
Apenas um poeta sou,
com uns versos de fogo
E calor, bravura no corpo
e sangue no olhar...
Poeta estranho eu sou.
pelas ruínas do tempoestou
versos dolentes
a declamar.
Sou apenas um sertanejo
cheio de inspiração.
Não tenho grana no bolso,
mas tenho no coração
um cofre cheio de amor
por alguém que é a flor
mais linda do meu sertão.
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