Poesias para um Futuro Papai
À conclusão é apenas uma centelha necessária ao bem comum; diferente do meio pra quem se conduz; um ato concordado nos traz paz e luz; para sempre não é fim.
A compaixão é um liquido tão (poderoso) que atravessa todos os mundos; onde a consciência possa estar ou não, na medida sacudida restaura o ser; devolvendo todo seu potencial amoroso; facultosa subida e descida inevitável.
Desprezo é um indicativo de basta; uma forma indelicada de quem não com- segue ou sabe dizer aos olhos (eu não quero).
Desejo é um poço sem fundo e amargo que destrói mundos, o querer fecundo nunca é nosso, estar é a base para renovação da própria natureza que se encarrega das arestas.
Escrevemos prá digerir mais rápido, é pela gratidão do além, sem atalhos, aos vastos planos de um dia solitário, necessário, onde nós dois dançamos integrados, pela bem aventurança de nosso amor, em unitário.
A mediunidade é um presente que aflora, nos encontros que somou por horas, pelos erros de outrora, agora sua luz vigora, em necessidades das horas e, pra prazer dos reencontros, onde o medo dilui-se e pronto, graças dos preparos, nos costumes, colocando bons hábitos, legitimando fatos.
Nunca sei o que fazer quando sempre estou aqui e, agora por vocês, pra leveza basta um giro em frente às mesas, mesmo que isso não te faça mal é o sempre pra que aconteça.
Repare pra que nossa solidão, deixe de ser um amontoado de multidão, atravancando nossa conquistada solitude, pra dar paz as infinitudes, todos merecem a paz que ainda, não produzem.
Escrever é uma certeira digesta rápida, é a gratidão sem atalhos, aos vazos planos de um dia solitário porém, necessário, fechando o falatório, acertando positórios.
O firmamento é um presente de Deus que o homem queria transformar em passado, pra mulher segura à vida deixou de ser fardo.
A completude é do arquitetar às lembranças imaturas e, grandiosas, repressadas pela falta de um, cadê vossa guia, te acorda e te ensina sem triste movimento assolar, pra não fomentar tristes despedidas.
Deixe as telas das novelas, nunca a ti creditei um níquel se quer, já as verdades de nossa vontade, Hum... festejos agôr contigo entreter, meu sonho pra não ti perder.
Seu costume ainda não conheces é, que, te esconderam as verdades das herdas, que um dia foram pôstas, como e em uma forma de obrigação, foram ganas pra mórbita proteção, uma qualidade dada ao tempo, pela indevida integração, sê vate pois, é sim.
Alguns povos ainda não chegaram aqui e, isso, não é falta de intenção, nem pode ser tensão, basta uma simples citação, dos quês de que, nem tudo termina em conclusão.
Das dificuldades também se cercam com risadas, desde que subjetivas em in, ser não é, um problema, que nem a ilusão resolve.
Tudo é tão perfeito que o medo se dispersou, e, pelas mentiras, um dia cravadas, com que carregavas, nos dar de ombros, do não saber dos porquês, e é claro não nivelando pra ti (ao) desfazimento, aguardando por eras a integração dos complementos, resolvendo mal sustento.
Um órgão público vazio é sinal de resolução de conflitos e, ninguém se alegra com isso, há tempos que insisto, não vale a pena falsos vistos.
O apego pelas decisões, interrompe o fluxo das renovações, coloque um pouco mais de velocidade nas contemplações.
Saúde sempre se encontra nos outros, e, se sente nos reflexos expandidos, mesmo, que, um dia ardentes, foi tudo do e pro tempo, pelo saber das concretudes oxigênicas.
Um lento é um rápido, pra harmonia de nossos espaços, já é, melhor, dá velocidade em ser, igual a dois, ou mais dois, que não é quatro.
- Relacionados
- Poesias de Carlos Drummond de Andrade
- Poesias de Amor de Vinícius de Moraes
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Poesias de Amor de Fernando Pessoa
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Poesias românticas
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
