Poesias para meu Amor
Meu comportamento me fez confundir o propósito de Deus com livre arbítrio e só hoje me dou conta do quanto estava errado, é tão fácil colocar a culpa nos outros, difícil mesmo e reconhecer nossa culpa.
FelixPMNeto
Eu vivo na sombra
Na sombra de um sonho
Vivo na alma
É o sonho da minha perfeita
Cada abraço nosso
Tem tanta ternura
E a cada abraço damos a luz
A anjos
Nós somos Deuses
Filhos do Deus Pai
Nosso Adonias
Dentro da Salém me espera o cetro
O cetro que toca música
O cetro de alaúde
Eu sou mais um ungido
Ou como diz o significado
Cristo
Também sou um mortal, ou filho do homem
Meu verdadeiro pai é Deus
Meu Pai
O Rei Adonias
E eu o seu príncipe Melquisedeque
Me fez sentar no seu trono
E me deu um cetro (de ouro)
Um cetro que toca música, um alaúde
Vou cantar as palavras do rolo
O Tesouro Inteiro da Luz
Para os moradores das mansões de Salém
[Ele] fez da solidão um paraíso
E das noites dias
A escuridão em luz
E a intensidade da luz não pôde ser medida
Um Irmão meu, mais louco do que Eu
Disse e ficou registrado
Esse cara é uma lenda
O chamado salvador falou do sal
Eu sou o sal do mundo
O sal não pode perder a sua força
Se não vai ser jogado fora e pisado pelas pessoas
Os perfeitos não julgam as pessoas
Os imperfeitos fazem isso
Mas eles são julgados por suas próprias ações
Em essência a esquerda luta para que o estado garanta as liberdades. A direita, por sua vez, luta para que cada indivíduo seja responsável por sua própria liberdade.
O que poucos entendem é que ambas as causas não são opostas, pelo contrário, são complementares.
Qualquer luta longe disso é causa própria, fruto de qualquer que seja a cegueira ideológica que exala a ignorância de representantes que fingem lutar por liberdade, mas estão mentalmente presos aos seus próprios paradigmas.
Uma, apenas uma lágrima!
(Luís Felipe)
Naquela noite,
Todos já estavam dormindo.
Me levantei, fui até a cozinha.
Abri a janela e comecei a observar...
Céu nublado, escuro, poucas estrelas visíveis.
Terra úmida, plantas regadas.
Aquele aroma pós chuva.
Olhei para algo e...uma lembrança!
Fechei a janela, sentei na cadeira e,
Só conseguia ouvir o motor da geladeira
E o tictac do relógio que iam sumindo aos poucos.
Me perdi nos pensamentos.
Quando me dei conta,
Estava lá, sentando, sozinho,
Corpo anestesiado, olhar fixo no nada,
Coração pulsando e...
Não entendi o por que:
Uma, apenas uma lágrima!
' Você pode até ver o mundo lá de cima, mas não pode toca-lo quando se escolhe como seu objetivo maior o céu.
#BlitzVol01FelipeMundos
A jornada do dito autoconhecimento é tortuosa e cheia de entraves. Enquanto a percorria, deparei-me com uma infinidade de utopias e devaneios. Na esquina da solidão, com a alameda das histórias inacabadas, deparei-me com fantasmas do passado. Estavam desnutridos, mal-acabados, esquecidos. Não os reconheci a face, o cheiro, o toque, sequer a voz. Pareciam-me completos estranhos. Entretanto, lembro-me da euforia que tê-los no presente me causava, a felicidade absurda que o encontro gerava. Estranho perceber que já me encontrei com dois ou três sentimentos sinceros, mas acabei me distraindo com uma ilusão que passava - ressalto, este é um momento de escrutínio de vísceras e entranhas.
Parece-me haver uma intima relação entre esses ditos “momentos de reflexão” e o contato com a água. O embaralhamento dos sentidos, que a imersão na mesma nos causa, desperta pensamentos egocêntricos – o eu em seus 5 minutos de fama.
Este instante, em que abrimos e arregaçamos cicatrizes antigas é excruciante, nos arrasta ao limite do ser. O átimo da libertação, factual liberdade, demanda tempo, energia e sanidade. Sendo o epilogo estarrecedor, desbragado.
Esqueça do entorno, das luzes e sons. Enterre-se em seu amago, e floresça. O aclamado renascimento. Desfrute com gozo e ria em ovação a metamorfose do eu. Transcendeste a banalidade habitual, és, em sua totalidade, insólito.
Com o passar do tempo ficamos menos egoístas com certos tipos de coisas... Normalmente podemos pensar em certas pessoas e discordar da primeira frase desse texto, sim, existem pessoas que são assim pra sempre, podendo melhorar ou piorar, mas não é esse o caso. Ficamos menos egoístas ou aprendemos a aceitar mais o acaso ou o destino, aceitamos que nossa mente esquece mais fácil certos tipos de coisas, aceitamos perder pessoas, seja pra vida ou pra morte, aceitamos passar por problemas, aceitamos o azar de perder planejamentos, entre outras coisas.
Desde cedo nas aulas de ciências sabemos que o se humano nasce, cresce, se reproduz e morre. Esse é o preceito mais básico que fica em nossa mente quando pensamos em maturação, só não sabemos quando e como a experiência vem, e parece tão óbvio o que vou dizer agora, mas experiência vem de viver. Por mais óbvio que isso parece ser vocês acreditam que tem gente que não vive? Tem gente que sobrevive na vida, pois aceita tudo que se é lançado sobre ela e infelizmente vai se adaptando ao que vem e não ao que quer. E depois disso diz que tudo passou rápido, que nem viu a vida passar e como num estalar de dedos se depara com arrependimentos que sua rotina lhe fez passar.
A vida é feita de risco ou aceitação, não concorda que vale a pena arriscar, mesmo que com todas as coisas dizendo o contrário, numa situação em que você se sinta bem? E se der errado? Se der errado você em algum momento com certeza foi feliz, felicidade não se vende, ainda mais no mundo em que vivemos, onde há pessoas que nem o direito de sorrir tem. As vezes é necessário ser egoísta, retrucar, dizer não. Dizer sim pra você mesmo e para o que sente... Vamos nos arriscar correndo atrás dos nossos sonhos, pois triste é a pessoa que leva seus sonhos pra própria morte.
Na "Reserva Estadual Extrativista Rio Pacaás Novos", o nascer do Sol é um misto de...
Encanto, mistério e sedução,
essa é a comparação
que faço entre duas almas
unidas pelo coração...
Onde não se veem,
não se tocam, mas se sentem...
Uma alma, traz encanto
outra traz mistério e sedução...
E na fusão dessas almas,
Temos um só coração!
Meu coração é um violino.
Lá fora sopra o vento
contorcendo o mar.
Penso no infinito.
La fora passa o vento
digladiando com o mar.
A ideia é um precipício.
Por que há o vento
penso no princípio,
no sem fim, no caminho.
Triste verso que agora escrevo
(e que alguém vai lendo),
pensar é um abismo.
Sou pequeno bem pequeno,
mas minhas mãos tem gestos
que nunca terminam.
Não tocaria uma só nota serena.
O desconforto fosse meu porto.
O descompasso meu próprio passo.
O mal estar meu maior conforto
E todo verso forjado a aço.
Assim, através de muitas cidades.
Como tudo estivesse ao inverso,
Tudo seria reinventando, as artes,
As crenças e, enfim, todo universo.
Deste tempo em que estamos
(de onde escrevo este relato),
uns dizem o fim de uma era,
outros, o início de um fraternal estágio.
Eu bebo meu chá.
Sou do tamanho da minha janela
e nela cabe até o mar.
Quando os cargueiros somem no horizonte
deixam de existir aos meus olhos carpinteiros.
Talho o mundo a minha medida.
Usei amores, naufrágios, despedidas,
e já não eram sentimentos,
eram versos.
Devo amar calado o triunfo crepuscular da juventude,
Seus beijos ao mar e sua oferenda de mistérios,
Na rosa oblíqua de um chamado puro,
Na vastidão precária dos instantes.
Mulher I
Impossível não avistar ao longe a suserana dos meus olhos,
Para além de carne e curvas,
Carrega em seu bojo a essência do belo e do sublime,
O ópio dos apaixonados.
É ela uma mulher,
E eu o vassalo da sua querência,
Buscando, com viço,
Um átimo de sua atenção.
Há uma mulher em minha vida,
Que não chega bem a estar,
Por muito que se queira.
Uma mulher que é devaneios em sua plenitude,
O platonismo dos iludidos – o dito desejo.
Há uma mulher em cada rua,
Em cada esquina,
Em cada lugar.
Uma? São duas, três, vejo dúzias delas!
Elas atravessam, impiedosamente, o meu peito
E se vão deixando-me dilacerado.
Mas há essa mulher,
Essa utopia,
A visão da própria eternidade.
É ela a mulher amada,
E desde o prenuncio de sua chegada,
Já lhe sinto o perfume,
Lhe sinto o toque, lhe sinto o beijo.
Mulher II
As tantas e muitas de riso frouxo, solto e contagiante,
Antecipo as desculpas, pois escrevo a musa da própria felicidade.
A criatura que, por si só, é euforia.
Ela que pega a vida e colore,
Desenha um caminho só seu, como bem lhe apraz.
Amante do bel-prazer.
Formávamos um lindo par,
Em um refrão de um bolero ou ao ritmo de um bom forró,
Dançando sem música, ao ritmo do bater dos nossos corações.
- Tu não viste quando me moldei a sua forma?
Tenho lembranças guardadas de todos os momentos em que foste minha,
Em que me tornei a ausência de solidão.
A excitação do encontro inundava o corpo em sua plenitude,
E esse pedia por pressa, mas eu me ia devagar – usufruindo de cada segundo em sua eternidade.
Ao mínimo avistamento, corria ao encontro do seu regaço,
E por ali me deixava quieto.
Ansiava por sua companhia,
E ali estando, custei a acreditar – não sabe como é difícil convencer-me,
Tenho sido intitulado “irredutível” nas rodas alheias.
Por vezes, fingia que não estavas ao lado,
Para ter a surpresa do reencontro.
Como era solícito o nosso amor,
Como eram libertadoras as chegadas,
E a partidas envoltas pelo pesar da saudade.
Ei-la que vem vindo com furor,
Deflagrando palavras que desnudam o lume da minha paixão,
Expondo o mais frágil do meu ser.
Ei-la que vem vindo como vento,
Livre, avassaladora.
E, sendo eu poeta famigerado,
Transformei-te em verso,
Verso que carrego sempre comigo.
É ela uma mulher,
Este ser aclamado desde os primórdios.
É ela a mulher amada,
A mulher frugal,
A gênese e o fim do meu anseio.
Me despeço em silêncio
Para não incomodar
Seu momento, seu tempo
Sua escolha de voar
Foi dos sonhos o mais lindo,
Mas eu tive que acordar
Queria seguir dormindo
Mas já é hora de levantar
É que não caibo no seu mundo
lugar pra mim não há
E quanto mais eu te espero
Mais dor vou encontrar
Está nas mãos do universo
Um possível reencontrar
Pra que não haja mais esforço
Pra que não haja mais frustrar
Nunca esqueça o quanto te amei
É a mensagem que quero deixar
Seja feliz nas suas escolhas
Seja feliz onde pousar!
O Pássaro
Eles diziam em voz alta: Amém!
Corriam, pulavam e saltavam
Para fora e além.
Era o grito feliz da Liberdade
O velho medo já não assombrava mais
E o pássaro podia voar.
Ao invés disso, preferiu deitar-se na relva do campo, enquanto o canto alegre do bando, o chamava outra vez.
Lar
Da janela de casa via estrelas
E pela manhã o Sol anunciava: já era dia
E dos sonhos que tivera outrora, ao menos agora, este lhe pertencia.
Horizonte
Lá na distância do horizonte
Onde os pequenos tornam-se gigantes
Lá na beira da praia
Onde a areia derrete-se aos encantos do mar
É lá onde o Sol toca a terra
E o céu não se desespera
Nem triste, nem feliz
Tranquilo, sereno à espera
Num instante escancara, lava a alma.
Outra vez encontrou a deixa
Foi-se embora, até o nunca mais do amanhã.
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