Poesias para as Mães
Sons da madrugada (2)
A chuva mansa, na madrugada, quer me ajudar.
Como acalanto de colo de mãe,
Ela canta: dorme!
Em seus braços, sou criança.
Todavia, ambulâncias, na rua, se afligem.
Agora são muitas, tão próximas...
Arrancam-me do repouso sagrado
Levam-me aos sons do sofrimento alheio.
Liberto-me dos sons internos,
Consigo ouvir além.
Contemplo gritos que não vêm de mim,
Mas são meus. Sou um com aqueles que clamam.
Será que durmo?
Ou só agora desperto?
Os sons são tão perturbadores...
Como não os ouvia antes?
Som do sofrimento gerado pelo desprezo,
Som de exaustão causada pela humilhação,
Som atormentado por sentir o menosprezo,
Som do abatimento e da submissão.
Tantos sons na agonia terrível da noite insone.
Quatro e vinte, marcam os ponteiros
Há algo que esta questão solucione?
Lamentos ecoando no escuro traiçoeiro?
A chuva, dentro de mim, escorre pelos olhos
Lá fora, agora, a chuva chama.
Como instrução ministrada por mãe,
Embora mansa, clama: Levanta!
É o que permanece!
Só a chuva mansa.
Desperta-me e chama-me à ação.
A chuva... Avante!
Hórus
O deus Kneph tremendo abalava o universo:
Ísis, a mãe, então ergueu-se do seu leito,
Fez um gesto de ódio ao esposo contrafeito,
E ao verde olhar surgiu o antigo ardor imerso.
Disse ela: “Ei-lo que morre, este velho perverso,
Toda a geada do mundo em sua boca achou preito,
Amarrai seu pé torto, arriai o olho imperfeito,
Este é o deus dos vulcões e o rei do inverno adverso!
A águia passou, o novo espírito me impele,
Por ele eu me vesti com as roupas de Cibele…
É o bem-amado infante de Hermes e de Osíris!”
Fugira a deusa já em sua concha dourada,
O mar fazia rever sua imagem adorada,
E brilhavam os céus por sob o manto de Ísis.
Pão na padaria
Homem:
Bom dia
03 francês
02 pães de queijo
Qual o valor
Mulher mãe
Bom dia, tudo bem?
Cadê Rosinha?
Quero
06 pãezinhos
300 gramas mortadela
Zezinho adora
200 gramas carolinas
Chegar em casa sem
Mariazinha chora
Ah ia esquecendo o leite.
Jovem fitness
Bom dia
Por favor um requeijão diet e um pacote de pão light
E sai correndo
Vive com pressa
Agora eu chegando
Uau que vitrine linda colorida
Nossa que confeiteiro lhe dê meus parabéns
Que criatividade
Quantos Cup cakes
Passou a noite colorindo
Brincando com sabores
Criando bombas que alimentam
Obra de arte
Imagino o padeiro assando
Milhares de pães franceses
O cheiro, quentinho
A manteiga derretendo
Que falta de educação
Nem bom dia dou !!!!!
Por isso se vejo alguém jogar
Descartar um pão eu choro
Pelo padeiro e pela fome das crianças
De olhos tristes, famintos
Com sua dor da fome
Mãe, pãe
Amálgama, ativa
Eternamente
Mãe, milagre
Atenta, apta
Entendedora
Mãe, manhosa
Amorosa,
Espetacular
Mãe, mascote
Altruista, afável
Exuberante
Mãe, maturidade
Amiga, autêntica
Exímia
Mãe, música
Afetuosa, apaixonada
Eternizadora
Mãe menina
Agradecida, agraciada
Encantadora
Mãe, minha, nossa, sua
Admirável
Esperança.
Mãe, vó yoyo, mulher de fibra que conseguiu manter sua família Em tantos obstáculos se rastejou, em tantos frios se congelou, em tantas necessidades se humilhou.
Quantos sonhos escondidos, adormecidos, que para viver a realidade os congelou, será que eles deixaram de existir?
Bom para ser mãe (qualquer ser humano) não é nada fáci
O sonho de ter uma família foi impostos e ela aceitou , este foi o segredo, porém é uma das pessoas mais zen que conheço.
Ela conseguiu administrar os filhos, viveu os sonhos dos filhos e hoje realiza os seus.
Hoje o sol nasceu
O menino morreu
A mãe se padeceu
O pai enlouqueceu
A família se contorceu
Mesmo assim o sol
Resplandeceu.
Se existe amor maior no mundo
Só minha mãe pode me falar
Afinal ela sabe o quão profundo
É preterir o receber ao doar.
Viva
Quando olhares, olhe bem
Enxergue, vá além;
Tua mãe te deu os olhos
Pra ver beleza em outro alguém
Quando ouvires, ouça fundo
Escute cada segundo;
Tua mãe te deu os ouvidos
Para ouvires a canção do mundo.
E quando cantares, cante o trauma
Sinta, não tenha calma
Tua mãe te deu a voz
Para falares a tua alma.
Por fim, quando viveres
Ame, sinta, deixe ser;
Porque tua mãe te deu a vida
Para que possa amar viver.
Quem ainda tem mãe nessa vida
Ame, abrace, beije, preze bem
Porque na vida nada igual tem
Nunca a deixe de lado esquecida
Que ela te cuidou desde a barriga
Te educando,alimentando,dando amor
Nunca maltrate, trate como uma flor
Deixando para trás sua rebeldia
Pra depois não chorar de quando a tinha
Depois que a perde se perde o valor
Quando nasci
saí do ventre de minha mãe
para o colo de Obaluaê.
E desde então
nunca soube o que era a falta
pois nunca nada me faltou
e a falta nunca me fez;
Obaluaê me completou
me embalou
me protegeu
me amou.
E o amor de Obaluaê
foi o mais puro e verdadeiro
que nessa vida pude sentir.
Ele é meu pai.
Ele é meu caminho.
Ele é dono de mim.
Com pipoca e com dendê
ele me cuidou,
nada nunca me pegou.
Uns dizem temê-lo,
eu não!
Eu digo amá-lo.
Silêncio!
O Rei está entre nós.
Atotô!
QUEM SOU EU?
Eu vim através do meu pai e da minha mãe, sou o fruto de todas as minhas experiências e vivências. Eu pertenço ao mundo dos sonhos e fantasias mas também me vejo no mundo real onde eu sou tudo o que sinto, que penso, que falo e faço, é aí que eu me vejo, e me encontro comigo mesmo, essa é a minha própria identidade cuja a qual eu ainda estou construindo, quando ela estiver pronta eu posso prosseguir a viajem.
Da infância foi privada, a mãe viu ser assassinada
Uma dor que não cabe no coração e não pode ser sanada
Para onde olhava não via nada, pelo medo estava cercada
Tão pequena e indefesa, injustamente passando por tanta tristeza.
HISTÓRIA CURTA
▪▪Negrito ▪▪
Texto com cenas fortes.
Negrito.
Sempre pensativo
Mãe cafetina
Passava horas jogando pedra na água.
Cigarro de maconha
Na mão, um sorriso maroto nos lábios.
Negrito, menino bonito
Pele morena. Olhos vivos.
Sempre acompanhado por seus amigos.
Aroudo, 16 anos
Batista, 15 anos
Eliza, 14 anos.
Praticando peguenos furtos.
O silêncio da noite
Era sempre interrompido
Com o grito de pega ladrão.
Os becos escuros serviam de esconderijo.
Pega ladrão
Pega ladrão
Pega ladrão.
Correria...
A loja arrombada
Uma joalheria.
Tiros.
Estilhaços de vidros
O guarda foi baleado.
Pegaram o ladrão?
Mataram o ladrão.
Dois tiros nas costas.
Negrito
Menino bonito
Pele morena.
Em seu sepultamento
Sua mãe, a cafetina
Alguns bêbados.
Nenhum lamento.
Não é este o filho do carpinteiro? O nome de sua mãe não é Maria, e não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?
Mateus 13:55
Honra teu pai e tua mãe, para que os teus dias se prolonguem na terra que o Senhor teu Deus te dá.
(Êxodo 20:12)
“Em Milão você divide o teu homem com duas mulheres: a Madonnina e a mãe!”
O Golpista - Sofia - Livro 1
Nunca validei esse Ditado;
Quem tem dois tem um,
Quem tem um tem nada.
Minha mãe é única,tenho Tudo!
Recado de Mãe com M maiúsculo!
Onde meu filho não é bem vindo.
Onde meu filho tem restrições.
Onde se sente constrangido.
Onde se sente obrigado a ir.
Onde literalmente faz papel de figurante de circo armado.
Onde ele sabe que o intuito é tirar vantagem de alguém.
Onde a presença dele é mero marketing social.
Onde somente é emocionalmente temporário de frequentar.
Digo e tenho dito!
Não mesmo!
Liberto-me como mãe.
Liberto-te como filho.
Da hipocrisia!
Só não liberto ninguém do respeito que deve haver em todas as relações!
Desse faço questão!
E pra quem não faz questão deste!?
Me desobriga de dar satisfação.
Vida é tudo que sei!
Imagina a dor que é para uma mãe perder três de seus filhotes, num segundo estavam todos ali e num minuto depois sua ninhada já não era mais a mesma! Ela grita, cacareja, esbraveja, mas nada de som, saio para tentar espantar seu algoz um gavião grande que pousou na grande árvore, ele voa, talvez não tenha conseguido também o alimento para os seus filhotes, a galinha continua gritando, muito! Faço uma patrulha, procuro por penas, e até mesmo um pintinho perdido, mas não encontro. Vou até a grande árvore e nada! Volto triste, não posso dizer que isto não mexe comigo, poxa são vidas! Queria que eles se alimentasse de frutas, mas não é assim! Porém, observando a galinha ao longe ... conto e reconto, falta três, hoje mesmo pela manhã havia seis! Paro , decidi fazer um rapé, mentalizo ajuda para ela, rogo a São Francisco que amo tanto para ajudar na sua dor. Do nada ela sai correndo do seu esconderijo e os filhotes vivos vão atrás, e para minha surpresa, mas não para a Dona Galinha, vem um pintinho da grande árvore em direção a ela. Ela o recebe e os cacarejos cessam, ela não estava chorando sua dor, ela cacarejava para que o filhotinho soubesse que era para ficar calmo, e ele ficou tão quietinho que mesmo na minha patrulha eu não o encontrei! Ufa! Que bom, ao menos um voltou vivo para casa! Quanto ao Gavião... ah este eu não sei! Honro todos os seres! Ahooow
O fato de ser criança, não quer dizer que ela seja incapaze de ajudar a mãe nos a fazeres da casa.
Criança quer varrer casa...
Criança quer lavar louça...
Criança quer lavar roupa, e deois estender no varal do quintal da casa dela.
Criança vai sempre querer o melhor para sua família.
Pois criança não é pequena, quando ela é grande nos esforços.
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