Poesias de Namoro
É quando os nossos olhos se encontram, os nossos lábios se tocam e eu encontro os teus braços, que eu me sinto segura.
Uma história com altos e baixos com um final incerto, escrito por dois amantes, que vivem uma narrativa que eles mesmo escrevem.
Era nós os teus braços no calor do teu peito, que eu encontrava conforto quando as palavras não se faziam necessárias.
Mais uma vez eu me despi para a ilusão de que iríamos dar certo dessa vez, e o que resultou, foi novamente eu perdendo a minha imunidade e mais uma vez eu tendo que lidar com a decepção.
Se, após tanto tempo, o último beijo continua deixando o gostinho de quero mais, em vão seria tocar outros lábios.
O que machuca entre idas e vindas é voltar sempre para a vida um do outro e se entregar mais do que o necessário e, ao recuar, perceber o quanto todas as vezes deixamos partes de nós no outro e o quanto do outro fica em nós.
Nos teus lábios é onde eu sacio minha sede e se alguém me beijasse, tudo que saborearia é o sabor dos teus beijos.
Tem sorrisos que são tão violentos, que destrói qualquer tristeza do seu dia e te reinicia inteiro!
Em certos momentos, o desejo é simples: experimentar a paz ao lado de alguém cuja o amor é um refúgio, alguém que não prometa o mundo, mas que fomente a sensação de sermos extraordinariamente especiais.
Então, nos reencontramos, e o céu, antes cinzento, voltou a sussurrar em todos os tons do arco-íris para um novo recomeço.
Em meus próprios labirintos internos, posso temporariamente escapar de mim, mas jamais de ti, pois és meu destino incontrolável, a felicidade que não quero resistir.
Eu poderia passar a vida toda estudando nossa química, e ainda assim, ela continuaria me surpreendendo.
Ainda bem que existem feriados, onde os amantes encontram uma pausa para a saudade e a eternidade no amor.
Hoje acordei com um desejo irresistível e um tanto peculiar: ouvir o ritmo acelerado de sua respiração ofegante, sussurrando segredos ao meu ouvido, aquela melodia íntima que só nós dois podemos ouvir.
Tu és o suspiro que ficou do ontem, o abraço que aquece o hoje, e o sonho doce que embala meu amanhã.
Meus momentos preferidos são quando o meu abraço te alcança e me esqueço do peso dos dias que tivemos distantes
É estranho como algo tão pequeno, quase banal como uma mensagem ou ligação, pode interromper o colapso interno de alguém.
Quem não gosta de poema é desprovido de conhecimento, de união de sentimentos. Afinal, poema é uma forma afetuosa. É uma emoção pessoal através da linguagem. É a liberação do subconsciente. É revelar-se o nobre, o lírico nas ideias. Poema é expressar o que sentimos no mais profundo do nosso coração.
A solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente, ou a falta de gente para conversar, passear, conviver, namorar... A solidão é um isolamento dentro de si mesmo ou nos perder de nós mesmos.
