Poesias de Namoro
Tem livros com lindas histórias, que sonhamos, admiramos, mas não podemos vive-las... Assim é com algumas mulheres...
Hoje gasta-se muita energia com a conquista, para só então perceber que foi tudo em vão com a batalha errada.
Quantas lágrimas escorrem no meio de tantos sorrisos falsos? Tantos vem cá no meio de tantos me deixem só!
Às vezes fechamos a porta não por falta de sentimentos, mas porque percebemos que preconceitos e interesses são mais fortes
Mas você chega assim de repente com essa cara de quem quer ficar, esse sorriso lindo só seu e o meu coração não consigo segurar.
Hoje tá assim: A gente se encanta por alguém, mas dá uma investigada e o encanto some. Amar como desse jeito?
Te dou meu coração, você vai embora e leva a outra metade.. só me resta lembrar dos melhores momentos e sentir saudade.
O amor é muitas vezes confundido com paixão, mas o amor verdadeiro é aquele que transcende todos os conceitos e atropela os preconceitos, no amor não nos prendemos ao que podemos ver e sim ao que sentimos em nossos corações.
Sei que minhas palavras serão esquecidas com a velocidade do vento, mas deixo meu sentimento petrificado em cada instante.
É uma pena que não passou de carinho... de desejos... de vontade... Juro que eu queria muito, que tivesse sido amor de verdade!
Não sou o teu amor, mas sempre serei o melhor da sua história, pois o mais gostoso de tudo isso, são os segredos íntimos que trocamos secretamente.
No palco da nossa vida existem dois tipos de pessoas, as que assistem da platéia e as que sobem no palco e dão sentido à sua história.
Ser “amável” não é uma questão de “valer o amor que você tem”, mas de “demonstrar aptidão para ser amado”.
A seletividade do amor pode ser explicada, mas não justificada: para aquilo que não apreciamos no amor, nos tornamos voluntariamente cegos, distorcendo a percepção até que ela silencie ou nos agrade, e esta aposta na melhora espontânea do desencanto parece ser uma das maldições mais longevas de nossa espécie.
Morremos por amor, sofremos por amor, nos calamos por amor, choramos por amor, enlouquecemos por amor e nos sentimos sós porque amamos.
Amamos porque nossos desejos nos fazem acreditar que outra pessoa nos trará a felicidade – o que é um imenso equívoco.
A Paixão é um caldo fervente de interdependência emocional que despejamos sobre outra pessoa. Ingeri-lo implica em uma perda no mínimo parcial de si mesmo.
A paixão é uma Deontologia baseada na vítima, onde a vítima é o sujeito que diz estar amando: ele deseja para si todos os direitos, inclusive o de sequestrar e parasitar o outro como uma filial, transformando-o em uma franquia externa de suas angústias destinada a trabalhar incessantemente para quitar os débitos de sua própria miséria emocional.
Intimidade é convidar o outro para conhecer um pouco do seu “eu” mais interior, tornando-o uma mistura de consultório médico e confessionário.
