Poesias de Luís de Camões
O nosso tanto faz guardou os melhores momentos pro agora, em construções plenas, não em nós retendo.
Não sou melhor, e, exemplo é frequência de situar novas ações, que a bonança esteja em causas de novos reflexos.
Tudo caminha em perfeição de dias, sem demoras, e, fobias, ansiedades por recebimento, agora já é, adeus agonias.
Proibição não é fonte de momento certo, nem feitiço de intento, é, coragem, em tempo de alinhamento.
Viva a orquestra divina, que rege todas às línguas, onde a tradução não implica em falseadas, dissoluções, mas, curam tecidos em emoções.
Gentileza é leveza das sábias porteiras, ouça, é o pão do passado, fornecendo o futuro, pelo amor do presente, aliviando às durezas no tempo.
Nossa trilha tem a cor das cristalinas águas, que se renovam pela intuição, nascida no coração, centrando pra sempre nossa guiança.
Âncorar.em.seus pequenos detalhes, pra te fazer inteiro, pela espada da justiça, que é nossa ternura, retornar de onde, pela clareza do sempre veio.
Sua santidade está além do que a ignorância espera de um santo, foram cegos guiando e enclausurando tantos, um dia se foi, buscando defeitos em falhas, és livre e ergues pela força do amor, que não espalha.
Meu serviço faço com satisfação, e, se a machucou, desfaça, pois ele está sendo feito, quer bem queira, ou, som sim, pela dor das ignorâncias do não.
São deuses aqui, pelas bençãos que chegam de ti, prá lá, felizes são todos em afazeres, artigos do necessitar, prás bem aventuranças no estar.
Se abençoas em verdades lá, certamente com a mesma frequência, se equipara às igualdades, em todo, e, qualquer lugar.
Declarações são pra sabedoria dos livramentos, e, a força, muitas vezes, está listrada no julgamento das suposições, sem experiência, pelo simples fazer compulsivo.
Feliz é aquele que ajuda uma tristeza, acomodando o transporte, em paz, pro encontro da necessária leveza.
Aperfeiçoa é serve, não se preocupem em agradar, nos campos de nosso passado, nada é mais pra ensinAR.
Em todas às probabilidades, sua paz, jamais será distorcida, pelos hemisférios e integridade das lides, sejas livre(s).
O tempo é de Deus, não pra simplistas conveniências dos homens, e, seus moldes são sempre, gentis e leves, prá boa educação vigorar, pela harmonia das multidões, nascentes estelar.
Este mundo é exigente, não pra perder-ti, ou diminuir-te, mas, certamente pra alinhar-te, saia das alas dos mexericos, de quem, ainda, não sabe o que faz.
Quando nossos elétrons se esbarrar, sem a intencionalidade, muitas graças temos pra ti dar, por favor, amor, saia do egoísmo do mar, já és muito abundante.
