Poesias Elogiando o Brasil
No Brasil, cerca de 60 milhões de pessoas dependem de benefícios sociais, excluídos os aposentados. Um pais que se acomoda nesses programas, sem gerar empregos, entra em colapso.
Benê Morais
No Brasil, 60 milhões de pessoas recebem auxílios do governo, excluindo-se as aposentadorias. Um país que mantém tais programas sociais sem promover a geração de empregos está fadado ao fracasso.
Benê Morais
“Eis o Brasil, tão vasto em território quanto em ilusões, tão próspero em narrativas quanto em carências. A grandeza não se mede em cifras, mas na retórica que transmuta escassez em plenitude e faz da percepção o alicerce da realidade. Só os sábios compreendem que, por trás da pompa da prosperidade proclamada, repousa o silêncio eloquente daquilo que falta.”
Roberto Ikeda
Se eu fosse poeta, homenagearia
cada voz preta que rasgou o silêncio do Brasil.
Homenagearia Maria Firmina dos Reis —
a primeira luz que escreveu a fuga e a dor,
plantando cais de memória em terra de esquecimento.
Homenagearia Luís Gama —
ferro forjado em palavras, libertando nomes,
vindo das chagas para erguer a lei com verso.
Homenagearia Cruz e Sousa —
que fez do céu um espelho de expatriadas almas,
tecendo símbolos como quem reza contra o vento.
Homenagearia Solano Trindade —
com o batuque antigo no peito, palavra viva do terreiro,
poeta do povo, do samba, do salto que não se cala.
Homenagearia Machado de Assis —
ironia que desarma o pudor das verdades,
um espelho complexo onde se lê a cor do país.
E homenagearia tantas outras,
vozes anônimas nos quintais, nas cartas, nos jornais,
mães de rima, operários de verso, crianças de refrão —
todos os poetas negros do Brasil, uma constelação de nomes.
Se eu fosse poeta, faria altar com seus poemas,
acenderia lamparinas sobre as páginas gastas,
faria do silêncio um salão de festa,
transformaria o esquecimento em arquivo de resistência.
E recitaria seus nomes como quem chama antepassados:
para que a memória dance, para que a história ouça,
para que o futuro herde mais do que palavras —
herde voz, coragem e a beleza inteira de ser ouvido.
Chora, Brasil!
Chora, Brasil, chora
Pois a copa acabou
É hora de voltar
À difícil realidade
Volta a enxergar
Que teus filhos
Estão perdendo a luta
Estão perdidos na labuta
Estão sendo humilhados...
Chora, Brasil, chora
E que tuas lágrimas
Seja pelos famintos
Seja pelos doentes
E irmãos desabrigados...
Que teu pranto corra o mundo
Não esqueça um segundo
Que a festa acabou
Aliás, jamais houve
Pois teus carros blindados
De vidros fumês
Não o deixam ver
Os farrapos pedindo pão
As crianças pelo chão
Sem escola a frequentar
Gritam gritos alarmantes
Respirando sufocantes
Ares de poluição...
Levanta, Brasil
Junta teus cacos
Que ainda há tempo
Antes do ano acabar
A situação transformar...
Erga as mãos e a cabeça
E antes que eu esqueça
Devolve a dignidade
Que nos tomaram de assalto
Devolve a esperança
Que nos arrancaram
Brus ca men te...
Vê!
O alerta foi lançado
E fiquemos avisados
Que o Brasil
Sou eu... é você!
O Brasil vai viver ainda dias de muita glória, porque
os evangélicos vão predominar na mídia por apresentarem
a verdade.
Brasil: país da impunidade.
Não é de graça a dificuldade
de si pensar em clemência
para os envolvidos do 8 de
janeiro, por parte da mídia.
Se qualquer jovem pode hoje lutar para conquistar um futuro promissor no Brasil, deve se isso a base, estrutura ou condições conquistadas pelos que hoje são idosos e que contribuiram com seus conhecimentos e serviços prestados
e diferente de alguns hipócritas e pseudo salvadores da Pátria, Pagando seus impostos em dia
Idosos não são opção de escolha, Idosos são ainda mais importantes por tudo o que significam
No Brasil da pra sentir o nariz gelado,mas não a ponto de por um casaco. É como se você tivesse uma radiação a sua volta. A energia do calor do corpo vence o frio, e dá uma sensação refrescante.
No mesmo Brasil da pra viver em um lugar que quase todo dia as 18:00, chove. Da para colecionar um leque novos sentimentos com esse clima.
De norte a sul, as pessoas estão se entregando ao narcisismo digital e alimentação e hábitos medíocres.
A mudança se dá apenas em você e isso transforma o mundo ao seu redor.
O Brasil é "LITERALMENTE" o maior produtor de laranja do mundo, com uma produção de 13 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 29% do total mundial.
Algumas "CELETAS LARANJAS" valendo dezenas de bilhões de dólares.
São laranjas que não acabam mais. Todos fazendo a vontade do Satanás.
Por que você acha que não existe interesse em combater o crime de forma efetiva e eficaz?
E o que você acha da reinante impunidade no país?
Tudo estratégico e eficaz para se criar cortinas de fumaça, impor a doutrina do medo, aterrorizar o povo, para que este continue subserviente ao sistema maligno e maléfico.
Não se surpreenda em ver religiosos trabalhando para este mesmo sistema, empenhados em distrair as pessoas.
Também não tenhas dúvidas, que se gastem bilhões para artistas medalhões seguirem distraindo o povo.
Em tempo, também não se esqueçam, de quão importante são as drogas, para anestesiar os mais agitados, e amordaçar de todas as formas quaisquer tentativa de reação contra o establishment.
Sorria, a todo momento você é manipulado.
Muito difícil encontrar pessoas realmente sinceras neste meio.
Os agentes do tal establishment (o(s) grupo(s) que detém o poder e a autoridade em uma sociedade ou organização) estão infiltrados em todas as frentes de reação.
Exemplo maior de tudo isso? 08 de janeiro de 2023. Basta analisar tudo com calma, perceber a atuação forte do sistema dentro de todas as instituições do Estado, atuando deliberadamente contra inocentes, atropelando de forma grotesca contra o tal ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, onde inexiste a tal segurança jurídica. Mas nitidamente, a manipulação orquestrada dos entes e seus agentes para estabelecer uma única NARRATIVA.
O que é correto no Brasil está sendo ignorado, enquanto o que é incorreto é aceitável. O que está ocorrendo com nossa nação?
Pensador
Anos em Londres me ensinaram a ler o mundo pelos rostos. Ao voltar ao Brasil, não vi estranheza, vi espelho. Um país inteiro desenhado com os mesmos traços
das etnias que cruzaram minha vida na cosmópole.
Poema: Rubim, Espelho do Brasil
Sob o véu das montanhas serenas,
Rubim desperta ao dourar do amanhecer,
Em teu colo, memórias pequenas
Crescem fortes, prontas pra florescer.
Serras guardam auroras antigas,
Onde o vento galopa a canção,
Tropas e sonhos, pegadas amigas,
Tecem teu chão com o fio da união.
Em ti vibra o pulso da arte,
Do folclore, do riso e do labor,
Cada filho é parte e estandarte
Do Brasil em seu mais puro amor.
És passado que não se apaga,
Com zaquetes que o tempo bordou,
Tua história, no peito, se alaga,
Com heranças que o povo formou.
Tens no povo o maior tesouro,
Filhos firmes, herança e raiz,
És Rubim — de beleza e decoro,
Espelho fiel de um Brasil feliz.
Desratificação do Setor Público
O Brasil necessita, com urgência, de um banho civilizatório, que não se traduza em autoritarismo, mas em compromisso ético, jurídico e institucional com os valores fundantes da República. A segurança pública confiável nasce da educação, da cultura, da justiça eficiente e, sobretudo, da erradicação da corrupção que drena recursos, destrói políticas públicas e mata silenciosamente.
A “desratização” da vida pública significa retirar de circulação — pelos meios legais e constitucionais — os bandidos de todas as etiquetas: dos gabinetes refrigerados aos becos esquecidos, dos colarinhos brancos aos uniformes manchados pela desonra. Significa reafirmar que o poder público não é trincheira de privilégios, mas instrumento de realização do bem comum.
Mulher e moça do Brasil,
Pomba livre de todo o exílio.
Livre és sim minha amiga,
de voar, no teu jardim!
Vai voando, pois então,
mais alto que a razão!
Voa por toda a paragem
nessa tua liberdade, vai! Vai!
Vai! Voando em voos altos!
Por terras de Portucalen!
Até que um dia, tu e outros
ao céu possam ir.
Nesse teu modo de ação!
Vai cantando uma canção.
Uma canção de tempos antigos.
Uma canção antes do tempo,
uma canção para teus amigos!
Faz-nos sempre lembrar,
do teu canto, Princesa do amor!
Até que em nós, jamais
tenhamos qualquer dor!
(Dedicado a uma funcionária que deixou de trabalhar nesta unidade de trabalhos continuados)
O feminicídio é uma das faces mais cruéis da violência no Brasil. Ele não é “apenas mais um crime”: é o assassinato de mulheres por serem mulheres, resultado de uma cultura de desrespeito, posse e desvalorização da vida feminina. Sentir repulsa diante disso é o mínimo; o necessário é transformar essa repulsa em consciência, postura e ação.
Cada mulher que sofre violência é filha de alguém, muitas vezes mãe, irmã, amiga, é uma vida inteira de histórias, sonhos e contribuições interrompidas. E há um ponto que deveria nos tocar profundamente como homens: todos nós nascemos de uma mulher. Foi uma mulher que nos gerou, que enfrentou dores para nos trazer ao mundo, que nos alimentou, amamentou, cuidou e sustentou nossa vida nos momentos mais frágeis. Nossa própria existência começa no cuidado de uma mulher.
Como, então, pode existir ódio, agressão ou indiferença contra quem representa a origem da nossa vida e da vida de toda a sociedade? Respeitar mulheres não é favor, não é gentileza é princípio básico de humanidade e justiça.
Repudiar o feminicídio é dever coletivo. Isso passa por não normalizar agressões, não rir de desrespeito, não silenciar diante de sinais de violência e educar meninos e homens para o respeito, a empatia e a igualdade. Uma sociedade que não protege suas mulheres está falhando consigo mesma.
Que a indignação não seja só discurso, mas mudança real de atitude. Porque toda mulher merece viver com dignidade, segurança e liberdade. E porque a vida de uma mulher nunca pode ser tratada como algo descartável.
BRASIL OU SAARA???
Como era belo... toda aquela água no horizonte, onde se tinha abundância de vida, longe da fome, todos pescavam comiam, bebiam, para tudo era fonte, hoje é só terra, miséria e a água se esconde, por onde?
Um lugar difícil até de se atravessar de barco, nada sobrou, está tão seco que se anda até de carro, onde era tanta água não se tem nem barro...
Quem fez tudo isso se diz estar preocupado, mas nada tem feito para mudar esse grande fato.... que pecado!!!
Cadê aquele menininho? Chamado ribeirinho, se perdeu no seu caminho, tentando pescar um só peixinho, que não vai comer sozinho, em casa com fome espera 3 irmãozinhos, que quando crescerem, se crescerem não saberão o que é pescar... vivem a chorar.
Aqui, o que tenho feito por todo momento, é pedir para Deus diminuir esse sofrimento, não é só os peixes, animais e humanos que estão morrendo, mas o planeta todo está se equivocando, com meus próprios olhos isso estou vendo, não é algo passageiro, é o novo tempo e oro pra tudo isso logo mudar... e salvar.
No Brasil ainda não sabe o que está errado nem certo, olha o que fizeram na Amazônia, um grande deserto, é algo que não queria ver, mas eu enxergo, diziam que isso nunca iria acontecer, não estavam corretos.
Algo que parece estar longe, cuidado, pode estar perto.
A pergunta é: O QUE FAZER? Nessa eu me pego, e a resposta eu sei e não me nego, é só parar de fazer o errado e agir pelo certo, assim espero!!!
Ensinar e dividir
"Vinte e duas vezes o Brasil me aplaudiu,
Dezessete vezes o mundo me reconheceu.
Trinta e nove exposições, uma jornada de amor,
Agora, quarenta, um novo rumo, um novo calor.
Com pincel ,cores e esculturas contei histórias, viajei,dividi.!!!
Agora, é hora de ensinar, de prosseguir
Com crianças e idosos, meu saber repartir.
Que a arte seja ponte, que a vida seja arte,
E que meu legado seja o sorriso de quem aprende e reparte,
As artes plástica com novo sabor, uma novo caminho a trilhar,
Com alunos inspirados, o futuro a criar."
Leila Boás 17/12/2025
Obrigado aos meus amigos espalhados pelo Brasil - São Paulo, Campinas, Santos, Goiânia, Belém, Recife, Fortaleza, Teresina, Maceió, Natal, Juazeiro, Barbalha, Barro, Aurora, Iara - pelo gesto de solidariedade à Vila Tipi-CE. Que Deus lhes pague.
Benê
"Ser mestiço no Brasil não é apenas uma condição genética, é uma afirmação de resistência"
(PERRONE FILHO, 2024)
