Poesias do Leonardo da Vinci

Cerca de 46561 frases e pensamentos: Poesias do Leonardo da Vinci

Tempo é uma sensação imune ao nosso domínio, mas que mesmo assim conseguimos transformar em mercadoria. Pensamos que nós o dominamos e muitas vezes, nós imploramos para que ele não siga o seu próprio ritmo.

Inserida por MarcondesArucuol

Quem estuda deixa de ser mero receptor dos acontecimentos da realidade, para ser um criador de experiências na realidade.

Inserida por MarcondesArucuol

Quando estudamos, expandimos as nossas opções de viver, conviver, transformar e eternizar nossas marcas no espaços e nas vidas dos outros.

Inserida por MarcondesArucuol

Não reclames tanto da vida, agradeça mais. A gratidão é uma joia rara e lhe fará sentir-se melhor.

Inserida por luvieira73

Não penses de forma negativa. Se problemas te afetam pensar positivamente lhe ajudará a resolvê-los.

Inserida por luvieira73

Não trates com rispidez e grosserias a quem te cerca. O ambiente em que vives poderá ser melhor se mudares teu comportamento.

Inserida por luvieira73

Vivemos nossos medos de tanto pensarmos nele, uma atração involuntária e perigosa. Portanto, para sua vida prosperar esqueça-o, ignore-o e siga em frente.

Inserida por luvieira73

Família é família, não importa a sua formação. Cada uma vive de um jeito conforme seus costumes, tradições e a forma como seus integrantes foram educados, mas nenhuma família permanecerá estruturada se nela não houver amor. A família é uma instituição abençoada, alegrai-vos por ter a sua, agradeça pela sua. Lembre-se: temos muitos exemplos de pais, mães, irmãos, filhos, primos, genros, noras, tios e tias, avós que não se falam, às vezes por motivos “bobos”. Não somos perfeitos, erramos a todo o momento, mas não esqueçamos que temos a oportunidade de mudar também a todo o momento. Talvez você não seja o culpado do conflito que gerou o afastamento, mas dar o primeiro passo para a reconciliação é digno de quem é nobre e perdoar é para os evoluídos espiritualmente.

Inserida por luvieira73

O amor e dedicação aos filhos é dado espontaneamente, sem nenhuma imposição. Um comportamento contrário deste, com certeza, estaria dentro de uma anormalidade. O amor aos filhos é um sentimento tão nobre que mesmo aqueles que não sigam nossos conselhos, nós, pais e mães não deixamos de amá-los com a mesma intensidade, ao contrário, os cuidados redobram. E quando há reconhecimento por parte deles, também de forma espontânea, o coração bate forte e a sensação de dever cumprido nos enche de alegria.

Inserida por luvieira73

Escrevendo nossa própria história somos surpreendidos com acontecimentos bons ou ruins. Com eles aprendemos e adquirimos experiências, erramos e acertamos, afinal não nascemos com um manual de instruções. Neste mundo que vivo posso afirmar de forma específica que agradecida estou, coincidências boas acontecem todos os dias.

Inserida por luvieira73

Se você acha e fala que homens ou mulheres são todos iguais é porque, provavelmente, não encontrou ainda o amor da sua vida. A pessoa amada se diferencia de todas as pessoas do mundo, você a reconhece só pelo olhar, ama sem tocar.

Inserida por luvieira73

Se em seu caminho aparecem os obstáculos, seja por atitudes suas, atitudes alheias ou de força maior, lembre-se que a vida não para. Com obstáculos ou sem, ela continua a seguir. O que você faz, age ou fica parado?

Inserida por luvieira73

O cinismo em que vivemos perpetua o amor escasso e opaco em nossos relacionamentos; precisamos criar coragem e amar de verdade, aceitando o outro como ele é, sem olhar a cor, sem olhar a fé, do gênero homem, mulher ou outro qualquer; às vezes, o amor reinante é apenas um simulacro, um arremedo do verdadeiro Amor.

Inserida por maroel

Esperança

Se mil vezes
Meus pés
No lodo afundassem,
Mil vezes
Meus braços emergiriam
E mil vezes
Meu clamor se ouviria.

Se mil vezes
A derrota me derrubasse,
Mil vezes
Meu corpo se levantaria
Meus punhos se cerrariam
E meu desafio se ouviria.

Se mil vezes
Minha garganta secasse,
E meus olhos inchassem
Minha pele rachasse
E as chagas aumentassem,
Mil vezes
Meus lábios sorririam,
Minhas mãos se uniriam
Minhas preces voltariam
E minh’alma,
Mil vezes,
Se iluminaria.

Inserida por SergioDiniz001

F u g a

Quisera, ao sol do dia,
Esconder minha presença
Em profundo poço.
Dormir o sono longo
Dos justos, dos cansados.

Quisera, ao sol do dia,
Ser apenas uma pedra
Numa gruta distante.

Quisera, ao sol do dia,
Ser apenas uma folha
Num livro com folhas
Sem fim.

Quisera viver somente à noite:
Hora mágica do dia!
Que ventura ao espírito!
Quão liberta e suave
A vida noturna,
Em que a alma se despoja
Dos grilhões da rotina diária
Em que nossos sentimentos se abrandam
Ao contato de outros seres.

Hora mágica,
Dos cantores de poesia
Dos suspiros românticos
Dos aromas de mel
Da lua irradiando saudades!

Triste dia que chega
Ao canto do arauto emplumado!
Triste vida luminosa
E, também, escura
Que clareia o inimigo
Que, à, noite era irmão!

Inserida por SergioDiniz001

MÁRTIR

O cortejo avança, ganhando os primeiros degraus.
O Sol oculta suas faces douradas,
Em cúmulos encastelados,
Contrito pelo confronto covarde;
O Cadafalso agiganta-se, ao alto,
Lúgubre e ávido por sua vítima;
No primeiro patamar irreversível
Afronta o Negro Gigante
Impávido semblante descorado.

Da vida exuberante, em seu fim inevitável;
Da morte, em implacável espera,
Antagônicos sentimentos acirrados
Ao sabor da inquieta hoste:
Aproxima-se a última hora!

O mártir, silente, olhos fulgurantes,
Passeia os pensamentos, em frações menores,
Sobre a multidão esfaimada de emoções:
Gritos, impropérios...
O mártir está só!

O Cadafalso abre seus braços odientos
A receber o dócil cordeiro;
A Turba, em frêmitos aviltantes,
É um mar encapelado, a sorver o nobre destino.

Último adeus!
Onde os sectários dos mesmos ideais?
Emudece a voz, sem os ecos da constância.

Última hora!
O cordame úmido fecha suas garras
Sufocando pranto, silêncio e dor:
Tomba o Monumento, sem a solidez da esperança.

O Negro gigante, saciado em obscura vindita
Adormece em silêncio de nova espera;
A Noite, caindo o cair da licença
Tinge o cenário com a cor da monotonia;
O mártir, de despojos ignorados,
Lança-se ao rol dos esquecidos.


Uma pequenina gota do sangue heroico,
Em discreto saltitar,
Lançara-se, porém, à relva úmida.
O Tempo apagou os vestígios do holocausto
Somente não apagou a semente
Que, brotando a seu tempo,
Desfraldou ao Celeste Observador
O verde emblema da vitória!


(A todos os mártires, de todos os tempos)





VOLTA À PENA

Longe é o tempo
Das primeiras poesias
Das primeiras encenações.
Volto ao regaço do papel
Depois de anos de separação.

Novos sentimentos e emoções...?
Reticência oportuna.

Apenas o retemperamento
De velhos ideais
Quase perdidos
Na noite do desdém humano.

Inserida por SergioDiniz001

MINHA SINGELA POESIA

Escrevo frases soltas
Sem sentido oculto;
Versos livres
Sem atavismos literários;
Impressões fugazes
Sem intento definido.


Minha poesia não deve ser interpretada;
Deve ser sentida!
Meus versos simples
Não propõem discussões:
Falam de sentimentos simples
Que um pequenino raio de sol
Reflete na multidão!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.



CANÇÃO DA PAZ

Se o sacrifício de minha vida
Valer o silenciar da voragem
De um mundo consumido por guerras,
No altar da inconsequência humana
Imolarei meu corpo,
Para que a curta existência
De um pobre mortal,
Guerreiro de si mesmo,
Seja espalhada aos ventos
Pelas sendas de um mundo
Onde homens de corações flamejantes
Incendeiam sonhos de paz!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.

Inserida por SergioDiniz001

Inspiração sintética

Noite,
Sentimentos,
Labaredas!

Mãos ágeis,
Febre poética!

Noite,
Sentimentos,
Criação!

Inserida por SergioDiniz001

Gotas de inspiração


Abro minhas mãos para o mundo
Ofertando um feixe de luz.
As gotas da última chuva,
Incidindo sobre as palmas
Destas mãos em oferta,
Descerram pequenino arco-íris
Que, num arco sobre o mundo
Colore as paletas dos artistas.

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.



O cerne e o rosto

Velho rosto
Vetusto cerne;
Há em ambos
Linhas do tempo.

Na vida vegetativa
O tempo sulca a inconsciência;
Na vida humana
Sulca o tempo a consciência.

Em cada face
As linhas contam anos:
No cerne resplandece a Terra;
No rosto resplandece Deus!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


Revelação

Quis um dia palpar nuvens
Represar lágrimas do céu
Prender raios de sol;
As nuvens se desfizeram
As lágrimas o chão secou
Os raios a noite levou.

Quis um dia cantar a liberdade
Ensaiar o bailado dos pássaros
Voar o voo do condor;
A liberdade bailou com os pássaros
O condor voou com as nuvens.

Quis um dia sonhar com Deus;
Acordei e vi somente o homem,
Mas, vendo apenas o homem,
Vi também a mão de Deus!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


ESTRADAS

Sou viajante peregrino
Em terra de todos
E de ninguém;
Viandante do pó
Andarilho da esperança
Caminheiro das estradas
Buscando...

Ao acalento do sol
Ao frescor das chuvas
Ao canto da natureza
Caminho entre hinos da vida.

Romeiro dos templos humanos
Contemplo maravilhas
E misérias,
Na confusa amálgama
Dos pensamentos.

As estradas as conquisto
Com minhas pegadas ocres.
Deixo em cada curva
Pedaços de histórias:
Planto cruzes
Colho dúvidas
Recolho restos
Junto fragmentos.

Sou viajante peregrino
Apoiado no bastão
De minha vivência.
Andante solitário,
Buscando...

Inserida por SergioDiniz001

História é a ciência criada por nós, humanos, que busca através do passado entender o presente, analisando os processos históricos assim como personagens e fatos para que possa compreender um determinado momento histórico de uma cultura ou civilização.

Inserida por UserX