Poesias do Leonardo da Vinci
O natal é aquele momento místico, quando o fantasma de Jesus sai do túmulo para se alimentar da carne dos vivos.
Quando você estiver lendo um livro, seja da grande literatura universal ou não, e um caipora com pose de sabidão lhe perguntar qual é a análise crítica que você faz do mesmo, abandone o sujeito, e bem rápido, porque se você se demorar só um pouquinho com o cafifento, ele começará a falar, e falar, e falar e então seus ouvidos serão utilizados com uma latrina para excrementos verbais multiculturais e sua cabeça transformada numa fossa para os dejetos ideológicos que pululam nesse tipo de alminha criticamente crítica.
Quero se compreendido? Nem tanto, sei esmiuçar bem o que quero dizer, mas nem tudo que digo é para os comuns, e às vezes, nem para os extraordinários. E sei bem que isso é presunçosidade, mas esta é a porta, abra-mo-la.
Qual a valia do meu brilho, se meu propósito não for iluminar caminhos de outros passos, além dos meus ?
O problema dos inteligentinhos é que eles não estão francamente interessados em conhecer a verdade, principalmente se ela vier a machucar o ego podre de mimado deles. O que eles realmente querem é ouvir uma pessoa maliciosa apresentar uma explicação amornada, fingida e, como eles dizem, equilibrada, para que possam dissimular superioridade e se sentir acima do bem e do mal em suas conversas criticamente ocas e politicamente corretíssimas.
A turminha que se empolga facilmente com os ideais socialistas e demais tranqueira vermelhas, antes de cerrar os dentes e fazer carinha de indignado com Deus e com todo mundo, deveriam [penso eu], antes de qualquer coisa, levar uma coisinha em consideração: no mundo capitalistas todos lutam por uma fatia do bolo produzido pelo mercado; no mundo socialista todos lutam por uma migalha do pão confiscado pelo Estado. Bem, em qual das duas realidades um indivíduo – despojado de contatos com pessoas influentes, sem apadrinhamentos e totalmente desprovido de ligações com facções políticas - teria melhores chances de ter uma vida razoável e digna sem ficar devendo favores e obrigações para uma camarilha de caciques? Pois é.
Tu tens dúvidas sobre quem és? Temes pelas consequências da tua fé, dos teus sentimentos? Sentes faltar-te força e resiliência? Olha-te no espelho. Pergunta-te o que queres para a tua vida: ser escravo das circunstâncias ou livre para semear novas terras sob novo sol? E da resposta que obtiveres, saberás se tu és digno de seres quem és; se a tua vida é uma dádiva ou um peso; se a felicidade que buscas é um sonho a ser conquistado ou apenas a confirmação da tua indolência e covardia para seres, enfim, tu mesmo.
Pode-se por lógica reconhecer ou duvidar do acontecimento por mero acaso, mas nunca desconsiderar a existência do nada, se verdadeiro for que nada acontece por acaso.
hoje em dia, geral posta qualquer coisa sobre ter alguém do lado, fico vidrado nesses lances porque acho bonito e doentio. Fico até inseguro em dar minha opnião ao mesmo tempo "dane-se" mas presta atenção nesse amor de dependência de vc's associar felicidade à alguém é ficar nesse ciclo sem amadurecimento espiritual; a vida é muito mais que isso.
Parece ensinamento mais vivo nesse dilema: se a vida que levo, realmente vale a pena? Não sei ... concerteza vou descobrir.
Com o passar dos anos podem haver mudanças no corpo , nas fases , até mesmo nos planos , porém jamais deixe morrer através do tempo os sentimentos !
O luto é sagrado, pouco importando quem seja o finado; pois, diante de nossos olhos está exposto, junto com o cadáver velado, o destino silente e irrevogável reservado à todos.
De gente amornada que ama fazer pose de boazinha, politicamente corretíssima e que procura manter aquele jeito afetado de pessoa equilibrada, o inferno está cheio.
Todo medíocre engajado, sem exceção, acusa de individualismo e blábláblá todo aquele que se recusa a seguir bovinamente o passo da mediocridade ideologicamente estabelecida.
Os revoltadinhos críticos veem as contradições da sociedade capitalista em tudo [até na cama], mas são incapazes de reconhecer as incoerências que estão enraizadas em sua alma.
Antes de opinarmos sobre o rumo que deve ser dado ao nosso país e ao mundo, seria bem mais interessante darmos uma boa ajeitada no prumo de nossa própria alma.
Antes de culparmos o mundo, ou alguém em particular, por nossos infortúnios, meditemos, serenamente, sobre o peso que nossas escolhas de antanho tem sobre nosso presente.
Indignação é frescura de bocó de mola metido a cidadão crítico. Gente séria faz o que deve ser feito sem ficar batendo o pezinho pra chamar a atenção pro seu umbigo ferido.
Vivemos numa época em que anunciar e dizer o óbvio se tornou um insulto e, a loucura e a estupidez, tranaram-se na medida da douta sobriedade.
