Poesias do Leonardo da Vinci
Que eu encontre
alguém igual a ti.
Que eu a ame o tanto
quanto a amei,
mas que eu faça
mais do que eu fiz.
Que eu me entregue
mais do que tentei.
Ai que saudade do seu olhar,
daquele belo teu olhar. Que fascina.
Bem que poderíamos nos encontrar,
nos encaixar, pra uma vida inteira.
Mas acontece que a minha fala
Não te enobrece. Não sou aquele príncipe.
Mas te quero, princesa.
Não esqueça desse Cara que não te Esquece.
Que faz até uma prece, para que algo aconteça.
Te quero nos dias quentes;
Desejo-te em dias frios.
O sabor de seu beijo e;
O calor do seu corpo,
A mim, é um devaneio.
Mais que um Fascínio.
Em teu olhar
Me encanto,
De tanto que Admiro.
O seu falar
tem tanto o encanto,
que me toca em todos os sentidos.
Tens a Beleza dos Céus
Da Terra e do Mar.
É tão Maravilhosa que só quero a Amar.
A mente se consome quando a paciência se esgota.
A consciência é a voz lúcida que permanece nas circunstâncias.
Gasta tua energia no que vale a pena.
Concentra-te no que de fato te sustenta.
Investe no conhecimento.
Aprende, sobretudo, sobre ti mesmo.
Pois quem se perde por dentro dificilmente encontra um bom destino.
Se tens algo contra o mal,
não o faças - disfarça a vontade.
Pois é assim que nasce o bem.
Não te apresse a ao incerto,
pois é certo que tropeces.
Antes, pensa.
Pisa no que é firme.
Não ergas teus dias
sobre areia movediça.
Trocar alguém que você mais ama na vida por outros prazeres momentâneos da vida; será o mesmo que dizer:
"Ai se eu pudesse voltar no tempo, eu faria diferente!"
A maior intimidade não é o corpo.
O corpo qualquer um alcança.
Intimidade é quando eu escuto
o que você nunca disse em voz alta.
Quando eu entendo teus silêncios
antes das tuas palavras.
É ficar.
Mesmo quando você se esconde.
É perceber teu medo disfarçado de riso,
tua força cansada de lutar sozinha,
e ainda assim… não ir embora.
A roupa cai fácil.
A máscara também.
Mas a alma…
só se entrega
a quem sustenta o peso dela.
E quando isso acontece,
não é barulho,
é presença.
Não é pressa,
é domínio tranquilo.
Isso não se encontra.
Se reconhece.
Costumamos eternizar
coisas que, na verdade,
não têm mérito algum
para serem eternas.
Amores que não se concluíram
ganham status de perfeitos
justamente porque ficaram pela metade.
Nessa ausência de fim,
mora uma pergunta insistente:
e se…?
O inacabado seduz.
Não foi testado pelo tempo,
não enfrentou a rotina,
não precisou permanecer.
Por isso parece grande,
quando na verdade
é apenas incompleto.
Talvez seja hora
de valorizar o que é real,
o que é existencial,
o que ficou
e escolheu ficar.
E, sobretudo,
parar de cultuar
aquilo que não teve coragem
de se tornar inteiro.
Nem tudo o que não acabou
merece ser eterno.
Algumas coisas
apenas ficaram pela metade porque era exatamente
até ali que podiam ir...
Estou experienciando uma saudade de você tão forte que chega doer fisicamente. Aqueles amores que a gente julga que seria perfeito, na verdade é resquício de uma experiência que não foi concluída.
Aquela situações que vivemos pela metade!
Se tem um sentimento que gera em mim um estado de profunda gratidão, são as minhas experiências passadas, sendo as mais loucas ou as mais singelas em todos os aspectos!
Sou muito grata a você que em algum momento fez parte da minha existência e contribuiu para que eu me tornasse a mulher incrível que me tornei.😃
Tenho sonhado muitos sonhos novos,
mas existe um
que sempre retorna.
Ele ressurge
nas mudanças de ciclos,
nas viradas do tempo,
como quem sabe exatamente
quando aparecer.
Neste início de 2026,
ele vem com uma saudade desquerida
daquelas que a gente tenta negar,
se proíbe de sentir,
como se sentir fosse fraqueza
ou atraso.
É uma saudade que caminha em silêncio,
não grita,
não pede abrigo,
apenas fica.
Entre um espaço e outro do tempo,
a gente finge que está tudo bem,
respira, segue,
mas em algum canto do pensamento
surge a pergunta mansa:
Será que está tudo bem por aí?
E mesmo sem resposta,
a saudade permanece —
não como dor,
mas como memória viva
do que foi
e, de algum modo,
ainda é.
Hoje posso dizer
que tudo o que me resta
é tempo.
A vida cobra
as nossas concupiscências,
as nossas escolhas,
e um dia, sem aviso,
a fatura chega.
Já bati na trave
algumas vezes
para deixar esta existência.
Não me agradaram
essas passagens —
nem as médicas,
nem as emocionais,
pela forma dura
como me atravessaram.
Doeram.
Assustaram.
Marcaram.
Mas também me obrigaram
a pensar sobre a vida
com mais seriedade
do que eu jamais pensei.
Existe, de fato,
um paraíso para nós?
Seremos lembrados
na memória de Deus?
O tempo tem conexão
com esta vida
ou apenas nos atravessa
como um rio indiferente?
Será tudo isso
apenas presunção,
um pensamento insistente
que eu alimento
para suportar os dias?
Ou existe algo
depois desta vida —
algo que não cabe
em palavras,
mas faz sentido
no silêncio?
Hoje,
não tenho certezas absolutas.
Tenho perguntas maduras.
E talvez isso seja fé:
continuar vivendo
mesmo sem todas as respostas,
confiando que o tempo
não seja o fim,
mas um caminho.
VALORES QUE O TEMPO NÃO GASTA.
Andamos mais exigentes, é verdade.
Às vezes reclamamos, às vezes esquecemos…
Mas seguimos vivos, e isso já é um milagre cotidiano,
desses que acontecem de forma discreta e silenciosa.
O tempo nos percorre sem pedir licença,
ensina manias,
oferece rugas como...medalhas
e, firme mas sensível, nos cobra memória, o que é temeroso já que somos enciclopédias ambulantes,
com volumes escritos por múltiplas mãos:
pela dor que ensina;
pela alegria que sustenta;
pelos sonhos que repousam;
e pelos que, insistentes, ainda querem nascer.
Cientes estamos que as relações de afeto e de convivência
constroem-se como parcerias de apoio mútuo,
feitas de necessidades compartilhadas
e compreensões recíprocas,
ensinando-nos a enxergar além das aparências,
onde habitam os afetos verdadeiros
e mora aquilo que o tempo não consegue gastar.
Sabemos reconhecer esses valores, além de brindá-los, com sorriso sereno, cumplicidade,
carinho atento,
tolerância generosa
e respeito por inteiro,
pois nossos corações limpos, há mais de meio século, acreditam e oferecem
a mais bonita forma de felicidade:
a de continuar amando,
mesmo quando o tempo, implacável,
insiste cotidianamente em nos desafiar.
Gonçalvesdarocha.
O que é a vida senão um jogo?
Um jogo que segue como trilha o tempo...
Um jogo que tem como regra as decisões binárias de “Sim ou Não”...
Posso estar parecendo utópico, mas veja bem...
O propósito de um jogo é nos divertir, nos fazer bem... nos reunir
com amigos, etc... mas esse mesmo jogo pode ser frustrante, estressante
e cansativo...
E convenhamos, a vida não é assim?
A vida é uma mistura de um jogo com dados, trilha e estratégia.
É um jogo que não dá para pausar, nem voltar atrás fazendo um “point save”
E as semelhanças neste caso só tem nomes diferentes, dados é o acaso, as coincidências; A trilha é o tempo;
E a estratégia são os planos.
Só lembre que em todos os jogos, a principal função é divertir...Se sua vida não está sendo agradável, é melhor mudar de “estratégia”.
Pense...
Sistema
Não pense!
Não sorria!
Não viva!
Apenas trabalhe!
Não sonhe!
Não tome iniciativa!
Não veja!
Apenas obedeça!
Não conquiste!
Não sinta orgulho!
Não pare!
Apenas coma da minha mão.
O meu nome é sistema, sobrenome sociedade e capitalismo.
Paradoxo
Não saber se morro por ter perdido minha primeira chance ou
vivo por ter esperança de ter uma segunda chance.
Não saber se me alegro em querer te ver mais uma vez ou
entristeço por saber que será a última vez.
Não saber se aproveito os sonhos bons que tenho contigo ou
se deixo passar esta realidade que fica cinza sem você.
Por fim, mais um texto inacabado por ter uma vida a se viver.
Socorro!
Sou o meu inimigo...
O que eu desprezei por tanto tempo
eu me tornei.
Ou sempre fui e nunca notei...
Como poderia eu imaginar?
Sou igual a ele.
Faço o mesmo que ele.
Eu sou ele!
Uma dualidade de personalidade, que
na verdade é uma unidade... É o EU!
Nunca imaginei fazer o mal, ou o bem,
tudo era justificado pelos interesses,
a estratégia da vida, do jogo sociedade.
Como poderia imaginar que isso me consumiria?
Como imaginar que o mal é o bem? Ou o bem seria o mal?
Como poderia eu imaginar?
Sou igual a ele.
Faço o mesmo que ele.
Eu sou ele!
Uma dualidade de pensamentos, que
na verdade é uma unidade... A mente!
Socorro!
O inimigo sou eu.
O que sempre julguei,
eu me tornei.
Ou sempre fui e nunca notei...
Socorro!
Será que sou ouvido?
Ou estes pensamentos são o outro "eu"?
Triste decadência...Simples tristeza...
Não existem minorias...
Não existem diferenças...
Somos todos UM...
Somos todos humanos...
Somos uma única consciência
dividida em bilhões de mentes
e infinitos pensamentos...
O tempo a ilusão do universo.
As vezes os segundos parecem séculos,
As vezes as horas parecem segundos.
As vezes nosso sofrimento parece eterno.
As vezes nossa vida parece curta.
Cada dia parece demorar, mas cada semana
parece correr...porque os momentos bons
passam tão rápido?
Qual meu limite?
Diante do descontentamento, qual meu limite? Talvez — meus problemas — as coisas inexplicáveis não ditam uma prioridade em si; difícil reconhecer que muitos têm azar, dificuldades e angústias, mas fácil um convencimento de que os problemas meus são mais importantes do restante do mundo.
Diante da vergonha, qual meu limite? Qual seria a vergonha? Saber que posso mais e sempre com um porém, de ser fraco; serei fraco ao depositar minhas esperanças em palavras e contudo ironicamente possível elas “realizarem” algo em meu favor.
Diante da verdade, qual SERIA meu limite? Diante de toda verdade que repito, meu limite nunca chega? Talvez... seria eu ilimitado, arrogante ou maluco? Sou o que sou, fraco, arrogante, soberbo, inteligente, modesto, corajoso e covarde? não parece, mas acho que sim, sou limitadamente covarde, é o meu limite.
Escrito por: Renato Minair Júnior – em grande angústia e desgaste mental ao som das músicas de Scott Stapp
