Poesias de Tristeza Pois Perdi meu Avo

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Agora, o que restou de nós são apenas lembranças. Entre a tristeza e a solidão, ainda encontro forças para um breve sorriso... aquele que nasce ao recordar a intensidade da paixão que um dia tive por ti.

O sujeito da tristeza, sempre estará sujeito para a morte facilmente, a morte que roubou o robô da felicidade e o pensar da mente que o corpo não precisa mais de ter gratidão à ele.

O amor te dá alegria para enfrentar a tristeza, mas se você for burro de correr atrás só do dinheiro, terás dinheiro no bolso e vazio na alma.

⁠Hoje é dia de cortar amizade e pessoas tóxicas, cortar a dor, cortar a tristeza, cortar tudo que não te serve mais, remover tudo que tem te feito mal !

Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.

As pessoas me perguntam por que minhas frases nascem sempre cobertas de tristeza, por que falam tanto de dor. A resposta é simples e cruel. Eu sou fruto do abismo. Fui moldado nas pedras frias da cachoeira. Senti a água gelada arrastar a infância de mim, como se o tempo me afogasse antes de eu aprender a respirar. Ali, o antigo eu morreu, silencioso, afogado em medo e inocência. E o que subiu de volta pela encostar pedregosa, já não era uma criança… era um sobrevivente, meio homem, meio sombra, aprendendo a existir entre o que restou e o que se perdeu.

A tristeza e a carência que te definiam eram mais do que falta de afeto, era um buraco negro existencial que sugava toda a tua luz própria, te deixando dependente da migalha emocional que o mundo te oferecia, a verdadeira dependência, porém, veio com a força que bateu à porta, um Amor que não mendiga espaço, mas que instala o reino onde antes havia apenas ruína e desespero, reconfigurando a arquitetura da tua necessidade, você era um poço seco ansiando por uma gota, e Ele chegou como uma enchente de sentido, lavando toda a poeira da autocomiseração.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

A tristeza é uma cor que combina com tudo o que eu escrevo, um pigmento que extraio das sombras que o sol projeta quando decide se pôr cedo demais. Não busco o arco-íris, busco a gradação de cinzas que existe entre a dor absoluta e o alívio de um sono sem sonhos.

A tristeza profunda tem um peso gravitacional que atrai todos os outros sentimentos para o seu centro, transformando alegria em ironia e esperança em cansaço. É preciso muita força centrífuga de vontade para não ser engolido por esse buraco negro que carregamos no peito.

A tristeza é um mar calmo onde a gente pode afundar sem fazer barulho, deixando que a pressão da água nos abrace até que não sintamos mais o frio da superfície. É um refúgio perigoso, um abraço de ferro que nos protege do mundo ao custo de nos tirar o ar.

Há uma tristeza que é hereditária, que vem no sangue como uma herança maldita de antepassados que também não souberam o que fazer com a própria vida. Eu tento quebrar essa corrente usando a poesia como um alicate, cortando os elos de amargura que tentam me prender ao passado.

A tristeza vem como uma estação implacável, sem aviso, sem pausa e nos deixa com as mãos frias, tocando lembranças que nunca se foram.

A tristeza me ensinou padrões que a felicidade nunca revelou, como se cada queda deixasse um registro interno, e cada erro fosse analisado em silêncio, mas ainda assim, algo permanece imprevisível: a esperança.

A depressão não é apenas uma tristeza profunda, é o luto de uma versão de nós mesmos que ainda não morreu, mas que se recusa a seguir em frente, nos obrigando a carregar o corpo de quem fomos como se fosse uma bagagem pesada e necessária para atravessar o deserto.

Já não temo a tristeza como antes. Hoje compreendo que ela também é uma linguagem através da qual a existência tenta conversar conosco.

A tristeza mais funda não faz alarde, ela se senta ao lado da alma e a convence de que o silêncio também é um idioma.

Há um tipo de tristeza que não afunda: ela paira, pesada, sobre a rotina, transformando o banal em lembrança de naufrágio.

A tristeza e a solidão desejam engolir as almas daqueles que desistiram; isto acontece quando os mesmos deixaram de acreditar mas, a vida ainda não os abandonou.

"O amor...sempre...o amor...fonte inspiradora...na alegria...na tristeza...a fonte inspiradora...se chama...Amor."💕