Poesias de Robert Louis Stevenson
Realmente marginais de comunidades carentes são vítimas, não de nossa sociedade, mas sim da sociedade secreta dos bandidos homiziados nos poderes da república.
Viver intensamente ou não, o importante é sobreviver, lutar e vencer, chegar além, cruzar o horizonte do destino seu, cada qual em sua jornada rumo ao desconhecido amanhã.
Que o estresse e a agitação do labor é capaz de suplantar o amor. Cuide do coração, o epicentro da sua emoção.
Somos indivíduos, únicos em essência, portanto, não queiras medir uns pelos outros, porque não somos instrumentos de aferição da vida alheia.
O ser humano aprende a orar, mas raras vezes pratica oração, que é orar e agir em favor de um irmão.
Seguindo a estrada da vida, podemos dar carona aos que pararam por motivo atroz, podemos lançar uma palavra, abençoar com nossa voz.
Amar é dom, quem não tem dissimula. E quem tem, muita das vezes negligência o devido amor ao próximo.
A verdade é uma só, se sim é sim. Se não é não. A única meia verdade que conheço é a que calço nos pés.
Humanos anseia a longevidade, mas não passa de lapsos temporais insignificante diante das eras existenciais do universo.
Certa vez disse o pensador, digas o que pensa e descubra o ódio opressor, ou o apoio de quem por ti tem puro amor.
A vida pede socorro, grita e implora sem emitir som, muitos ouvem, mas não discernem qual seja o tom.
O Poeta e a poesia se encontram entre a trusteza e a alegria. É um dom superior, ateado em fogo, pelo ódio ou amor.
Inebriado pelas palavras, enlevo tal que o lapso temporal do existir é mero artefato presumido da essência do ser.
Fogo em palha remedo a paixão, consumação avassaladora. Diferente é o amor, intenso como o sol em fulgor.
A vida é um baile e cada indivíduo ostenta sua fantasia. Uns com temas alegres, outros com temas sem alegria.
O maior terror da vida é a sua extinção. Quem não teme o terror da morte é porque já está mortificado para este mundo.
Caráter é ter cara, ser autêntico, honesto, honrar sua palavra, poder andar de cabeça erguida em meio a multidão de canalhas.
Quais seres limitados, estamos nós aprisionados, em cadeias carnais aguardando a liberdade quais seres espirituais.
Já não me importo mais como me importei, a vida pede pressa para viver o hoje, porque o amanhã eu não sei.
