Poesias de Pedro Bandeira Mariana

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Qual é o valor ?
⁠Inestimável, pois é Amor



Te amo minha flor

Tu és presente do Senhor

Não tenho em mente o valor

Inestimável, é Amor



Eu sinto o teu sabor

Teu cheiro teu calor

Causa alegria até tremor

Nos sentidos não tem dor



Te perder me dá pavor

Agonia e dissabor

Não ver mais seu esplendor

Me consome o interior



Oro sempre ao Salvador

Nos conceda seu favor

Nos dê dias de amor

Te darei sempre louvor

Inserida por PedroAugustoII

⁠⁠Na vida fazemos vários laços
E amizade é sobre isso.
É como um jardim de afeto e calor,
um tesouro guardado no mais puro amor.
Amigos são estrelas que brilham no céu
nas noites escuras, são luz no papel.
Compartilhamos risos, abraços e dores,
caminhando juntos, em todas as cores.

Inserida por DaMattaPedro

⁠Ser cristão é uma história de superação
Superar a si mesmo
Superar nossa incapacidade
Superar a mais doce incredulidade
No que se trata de ser puro falhamos constantemente
A depender de nós somente as más escolhas prevalecerão
A nossa mente fria e escura, incrivelmente só nos leva à escuridão
Mas algo me deixa demasiadamente extasiado
Deus não precisa de alguém ajoelhado
Mas os ajoelhados tomados pelo senso de sua incapacidade e necessidade de Deus chamam a sua atenção
Não precisamos de muita coisa! Talvez de uma, mas que são três, e de um pouquinho de atenção dessa maravilha.

Inserida por pedromacedo023

⁠A vida é bela
Verde e amarela
Com você na passarela
Chutando as mazelas.

Sendo humilde
Sendo forte
Diga que sempre foi Deus
E que nunca foi sorte.

Inserida por PedroHDMartins

⁠Eu te amo tão de verdade
Eu te amo tão intensamente
Te amo nas adversidades
Te amo tão perdidamente
Para amar não tem idade
Te amo hoje, amanhã e sempre.

Inserida por PedroHDMartins

⁠Eu jurei amá-la para sempre
E ela também jurou me amar
Mas ela acabou me deixando
Nem explicações quis me dar

E meu coração partiu-se
Não conseguia acreditar
Ela prometeu amor eterno
Mas só deu razões pra chorar

Inserida por PedroHDMartins

⁠Prometemos nos amar pra sempre
Sem saber se era amor ou paixão
Mas era coisa de adolescente
Era tudo uma triste ilusão.

Inserida por PedroHDMartins

⁠Meu coração insiste em perguntar por você
Mas não sei o que devo dizer nesse momento
Eu não tenho mais palavras para expressar
Porque o nosso amor não tem seu consentimento.

Inserida por PedroHDMartins

⁠Fechei os olhos, negando tua indiferença,
Apaguei-me, enquanto queimava intensamente,
Um vulcão diante de um fósforo em sentença.

Inserida por pettrulho

⁠Soneto das Lágrimas e Feridas
Quando busquei afeto, em dia tão cruel,
Recebi palavras duras, frias, sem alento,
Críticas cortantes, frias como o vento,
Ferindo a alma, amargando o papel.

Coração magoado, lágrimas quentes, mãos frias,
Boa noite num visor, gelado e distante,
Em prantos queimei velas, num clamor constante,
Soluçando à lua, em noites vazias.

Calei-me para dar-te voz, cedi aos teus caprichos,
Quis fazer parte, mas só encontrei distância,
Fechei os olhos aos teus deslizes, em relutância.

Perdi-me, murchei-me, dividi-me em fragmentos,
Deixei de lado meus desejos, apaguei-me no escuro,
Enquanto eu era um vulcão, eras apenas um fósforo

Inserida por pettrulho

⁠Perdi-me, murchei-me, dividi-me em fragmentos,
Deixei de lado meus desejos, apaguei-me no escuro,
Enquanto eu era um vulcão, eras apenas um fósforo.

Inserida por pettrulho

⁠Soneto do Coração Ferido
Em meio às sombras, meu coração se parte,
Ecoam os gritos de um amor desfeito,
Cada lembrança crava, em mim, seu jeito,
E a dor se espalha, como fria arte.

Cicatrizes profundas, marcas que não somem,
Vozes do passado sussurram meu tormento,
Em lágrimas que vertem, meu desalento,
Revelam o silêncio que os sonhos consomem.

O peito dilacerado clama por paz,
Enquanto a saudade aperta, sem compaixão,
Sinto-me perdido, sem rumo, sem cais.

No abismo da dor, sigo a rastejar,
Sem saber se um dia haverá salvação,
Neste mar de tristeza, aprendo a lidar.

Inserida por pettrulho

⁠Soneto da Dor e Superação
Cansado de chorar, vago por migalhas de afeto,
Ajoelhado ao destino, em prantos e rezas, eu clamei,
Queimei velas aos deuses, por teu amor implorei,
Desfiei a lua em lágrimas, num gesto incerto.

Nas estrelas lancei a dor, por teu amor,
Desfiz-me em vários eus, para teu bem-estar,
Machucado em mil, pra te engrandecer, te elevar,
Feri-me, para poupar-te, ocultando meu temor.

Sorrisos camuflando tristezas, dei-te aos montes,
Desfiz-me para ganhar teus elogios e carinho,
Deixei de ser eu, tentando ser nós, montes.

Tantas vezes oprimindo a dor, busquei ser amado,
Encontrei desprezo onde esperava abrigo,
Das cinzas renasço, em mim mesmo, reencontrado.

Inserida por pettrulho

⁠Queimei velas aos deuses, clamando fervor,
Desfiei a lua, em lágrimas, sem cessar,
Lancei às estrelas meu grito de dor,
Para que teu amor pudesse me alcançar.

Inserida por pettrulho

⁠AUSÊNCIA
Às vezes sinto que me falto,
Na Curitiba que os fracos não perdoa,
Onde o corpo vaga pelas ruas,
Mas a alma, essa, destoa.
O vento gelado corta a pele,
E a neblina envolve a cidade,
Mas é dentro de mim que sinto
A mais profunda saudade.
As praças e os parques perfeitos,
Mas não aquecem meu coração,
Que busca em cada esquina
Um sinal de reconciliação.
Sou um andarilho solitário,
Pelas ruas de pedra e frio,
Procurando no horizonte cinzento
O pedaço de mim que partiu.
E assim sigo, meio ausente,
Nessa Curitiba de inverno sem fim,
Esperando que um dia, quem sabe,
Eu me encontre dentro de mim.

Inserida por RobervalCulpi

⁠Confesso
Eu confesso, tudo mais e muito além,
Pelo que fiz, falei, calei,
Sim, eu me omiti, deixei pra lá,
Fiz de conta
que não era da minha conta.
Mas enfim, não tenho culpa,
ninguém tem culpa,
Todo mundo faz só o que pode.
Eu não fui diferente,
não sou super-homem,
Avante e além,
já ouvi isso, não sei de quem.
E agora que só falta um pouco, pra chegar ao fim,
Me consolo com as pequenas banalidades que fiz na vida.
E vou caminhando, até quando?
Até quando não sei, mas vou.

Inserida por RobervalCulpi

⁠INDIFERENÇA
No véu da noite, em silêncio, eu confesso,
Que às vezes tento a dor não mais sentir,
Deixar o mundo e suas mágoas regredir,
E na indiferença, encontrar meu endereço.
Mas eis que o sofrer é um laço que apresso,
Na ingratidão, uma lâmina a ferir,
Cada desdém, um golpe a insistir,
Que o coração, ao se importar, paga o preço.
Clamo então aos céus, em súplica ardente,
Por um bálsamo que cure esta ferida,
A indiferença, doce e tão clemente.
Que ela venha, como brisa esquecida,
E me ensine a ser, enfim, indiferente,
Na receita da paz, a vida agradecida.

Inserida por RobervalCulpi

⁠TEMPO PERDIDO
Sempre me levei a sério, talvez sério demais,
não faltava a compromissos, chegava antes do horário
os atrasos e a espera que me faziam passar eram normais
Nas antessalas de clientes, de médicos, passei muitas horas,
se somadas poderiam ser dias, talvez semanas, talvez mais
Mas o que eu teria feito com este tempo de vida que perdi?
O tempo sempre se usou de mim,
e eu o obedeci sem questionar.
E agora o meu tempo vai contando ao contrário,
tento imaginar quando tempo ainda tenho,
e quanto deste tempo ainda terei discernimento
para tomar conta de mim mesmo...
não tenho respostas, só dúvidas...
espero que o tempo deixe de ser tão cruel
e a esta altura, me seja benfazejo e breve

Inserida por RobervalCulpi

⁠“Ser Feliz”
É possível ser feliz aqui e agora?
A pergunta ecoa, persistente,
Enquanto a esperança nos persegue,
E a busca se torna urgente.
Afinal, a felicidade é a causa final,
O objetivo que nos move, que nos guia,
Mas, às vezes, nos perdemos no caminho,
Como folhas levadas pelo vento, sem valia.
E não são apenas as grandes tragédias do mundo,
As guerras, a fome, a dor, os crimes a luz do dia,
Que roubam nossa paz e a alegria,
Mas também os momentos de aparente satisfação.
Passamos nos exames, conquistamos empregos,
Encontramos amores correspondidos,
E, ainda assim, algo nos falta,
Uma sabedoria que não se ensina nos livros.
O desejo, esse intrincado labirinto,
Nos leva a buscar o que não temos,
Mas quando alcançamos, o desejo se desfaz,
E logo ansiamos por algo novo, mais plenos.
Confundimos desejo com esperança,
Como se fossem sinônimos, irmãos,
Mas a esperança transcende o ego,
Não depende apenas das nossas mãos.
Talvez a felicidade esteja em direcionar
Nossos desejos para o que já possuímos,
Para o presente, onde ela floresce,
Sem preocupações com o futuro, sem enganos.
Assim, aprendemos a viver,
Apreciando cada pequeno instante,
Como regatos que seguem seu curso,
Como árvores que se erguem, constantes.
A felicidade, afinal, é como um raio de sol,
Que ilumina o agora, o momento presente,
E, quando nos entregamos a ele,
Descobrimos que ser feliz é simplesmente ser!

Inserida por RobervalCulpi

⁠O GATO DE ALICE
A deriva e sem destino,
Assim passamos a vida,
Como Alice que perdida,
Pergunta ao gato felino.
Qual o caminho a seguir?
- Se não se sabe onde ir,
- Qualquer estrada é saída,
- Qualquer rota é guarida.
Mas o caminho é escolha,
É traço, é linha, é trilha,
É a busca que se compartilha,
É a vida que se recolha.
E na dúvida do traçado,
No enigma do destino,
Segue o passo, peregrino,
Que o caminho é revelado.
Cada curva é descoberta,
Cada passo, uma lição,
Na jornada, a direção,
É a vida que desperta!

(livremente inspirado em Alice
no País das Maravilhas de Lewis Carroll)

Inserida por RobervalCulpi