Poesias de Paz
Um psicólogo deve ter sensibilidade o suficiente para acolher os problemas alheios; mas precisa ser forte interiormente para impedi-los de abalarem sua própria paz e conforto.
O motivo de uma briga não pode ser mais insignificante do que a insignificância que é uma briga insignificante.
Todo mundo tem direito de interromper um convívio por não gostar de uma pessoa e senti-la interferindo no seu emocional. Mas o desistir de alguém se mostra mais sensato quando a razão, e não a emoção, é o que norteia o rompimento, ao se concluir que a natureza irreversivelmente distorcida do outro nada nos acrescenta, tornando a distância a única garantia de preservação do bem maior, que é a nossa paz.
É mais fácil esquecer e perdoar um desatino grave - mas pontual e episódico - do que os que se mostram recorrentes, numa alternância entre malfeitos e arrependimentos que minam tudo o que antes fazia valer o relacionamento. Enquanto os primeiros o tempo naturalmente se incumbe de apagar, seu transcurso nestes últimos só reforça a certeza de que a única forma de ter a paz de volta é o distanciamento do foco gerador de maneira inadiável, decisiva e irreversível. Como já alertava Oscar Wilde, são os pequenos atos de cada dia que fazem ou desfazem o caráter.
Toda escolha implica numa renúncia, como na bifurcação em que o caminho escolhido nos cobra abandonar o outro. Escolher a paz, por exemplo, pode exigir abrir-se mão de coisas importantes, mas que se fizeram menores ao se mostrarem incompatíveis com ela.
Existe um amor imortal hábil de restringir todo ódio com apenas um toque e com seu aroma de alegria nos traz paz. Este é Jesus!
O sentimento da raiva é como uma “fera verbal”, cujo controle de quem a sofre é mínimo, uma vez completamente entregue aos domínios do ser irracional. Só se pode fazer uma coisa: olhar nos olhos e se mostrar maior do que aquela diminuta mente que tampouco se vê, nem sabe o nome do que sente — apenas está lá, fria e veemente, intentando sobre si seu veneno insolente.
Sensatez da alma pausar de vez em quando a realidade que está à volta para conseguir uma porção de calma, uma paz momentânea, mas que deixa marcas de vividade, a beleza da simplicidade que não se compra, uma tarde ensolarada, um ar puro, na sombra de uma árvore frondosa com a luz do sol reluzindo intensamente nas suas folhas verdes e numerosas, tipo de ocasião oportuna que produz um efeito muito transformador, bem genuíno, quando o semblante naturalmente se renova, um fervor amável aquece o espírito, dádiva do Senhor, amor seguramentne divino.
Haja saco. Haja paciência. Haja o que houver, aja. Aja sempre. Mas aja com paciência. E que haja Luz.
Quando olhamos um mar calmo e refletindo a beleza do dia, sabemos que ali existe harmonia, a mesma que podemos encontrar dentro de nós, construindo um pouquinho a cada dia.
A felicidade brilha nos breves intervalos do sofrimento, como um raio de sol entre nuvens escuras. Ela nos ensina a valorizar os raros momentos de paz, encontrando beleza e gratidão mesmo nas adversidades.
Cristo Vive, Cristo vive, Vive dentro de nós, está em nosso respirar, está no ar, está no vento, está no céu, está nas nuvens, está nas árvores, está no chão que tu pisa, está em tuas mãos, está em teus olhos, na tua boca, nos teus ouvidos, na tua mente, em teu corpo, está em tudo que tu possas imaginar, Jesus é Luz, Deus é Pai, Mestre dos Mestres, a ti Senhor eu sou Fiel e agradeço por todas as coisas na minha vida, por todas as pessoas que colocastes em meu caminho, agradeço por ser quem eu sou, quem me tornaste, a ti Senhor, eu agradeço. É tudo sobre o Amor, sobre Amar.
Olhando as estrelas ontem, eu lembrei da minha mãe, da minha infância, de que tudo se torna verdade se a gente acreditar, inclusive que algumas coisas na vida são passageiras, e que isso nos proporciona uma visão amplificada da imensidão desse Universo.
"O desprezo é uma capa que usamos para nos proteger. Mas, é também uma manta pesada de amargura.- Libertemo-nos auferindo perdão, porque nós merecemos paz!"
Eu sempre soube que nem todas as perguntas teriam respostas da mesma forma que sempre soube que nem todos encontrariam a felicidade nesta dimensão mas nem por isto poderiam ser incapacitados pela vida de gerar e semear felicidades por onde passassem. O milagre da paz permanente é ofertar ao outro em abundancia, cada vez mais com alegria o que sempre quis em migalhas e nunca ainda, recebeu.
Nesta época de natal recordamos a sabedoria dos mais velhos diante a generosidade humana. Fomos ensinado a dar, aos menos favorecidos o mais simples, o mais barato, o mais reaproveitável, por que tínhamos muito pouco. Dentro desta antiga pratica reconheci em vida uma valorosa sabedoria, pois tudo que se oferece aos menos afortunados de novo, de primeira qualidade, de boa marca infelizmente é desviado por miseráveis de espirito que se valem imoralmente desta oportunidade. Geralmente os verdadeiros pobres e necessitados não veem nem a sobra do que foi generosamente e inocentemente, dado. Diante disto, aconselho ofertarem, arroz quebrado e não parafinado, muito fubá, macarrão do mais barato, sacos que fazem panos de chão, cobertores bem baratos, e roupinhas também. E que Deus proteja os humildes da maldade dos lobos covardes que se transvestem de cordeiros nestas datas festivas para oportunidades imorais, distante do justo afloramento só do bem para toda humanidade.
Precisamos parar de querer que as coisas sejam sempre do nosso jeito ... Pois quando paramos de querer que tudo seja do nosso jeito aí sim conseguimos ver que o que realmente temos não é tão ruim como se imaginava... Mas o ruim é o modo que quero ver as coisas, naquele momento, e não como realmente são.
Estratégias para não odiar quem é diferente de você: apenas dê graças a Deus que você não é como ela, procure ter o mínimo contato se for necessário ou não ter contato nenhum.
