Poesias de Paixão

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"Ela só tem interesse, não sente saudade.
Ela ama a mentira, odeia a verdade.
Ela sente desejo, mas passa vontade.
Ela deseja meu aconchego, mas agora é tarde.
Ela fantasia nossa união, mas é tudo miragem.
Ela me instiga com a beleza do teu corpo, bela paisagem.
Ela desafia a perfeição, uma beldade.
Ela me olha com os olhos repletos de maldade.
Ela sabe ser má de verdade.
Ela se foi, roubou-me a calma e me deixou, a saudade..."

"Já não existe em mim o seu porto seguro.
Não posso esperar você rodar o mundo.
Duvido que encontre, nas suas voltas, sentimento tão profundo.
Nas suas promessas me afogo, nas lembranças, me inundo.
Eu também, nas minhas voltas, quando acho que obtive sucesso, eu descubro.
Que ainda não te repugno.
Vive em mim, o desejo de contigo, estar junto.
As vezes, o ódio desse misto de emoções, envenena o meu amor e o torna impuro.
A alma se suja nesse sentimento imundo.
Palavras, versos, músicas, poesias, juras, já tentei de tudo.
Mas é intangível, seu coração obscuro.
E às minhas advertências, meu coração, se faz de surdo.
Já não existe, em nós, um futuro.
É veneno, o doce do seu fruto.
Tê-la junto à mim, qual é o custo?
Me doando demais por ti, fiz de você meu mundo.
E nesse jogo de amar, ganhei nada e perdi tudo..."

⁠"Você que era o amor da minha vida, agora é o amor da minha morte.
Encontrar você foi meu maior azar e eu achando que era sorte.
Você é minha maior fraqueza e eu achava que me fazia forte.
Eu me perdi tentando te encontrar, eu achava que você era o meu Norte.
Você que sempre fora o meu mel, percebi que é de veneno, uma dose.
Você acredita que eu sempre te abandono, mas nas suas crises, sou eu quem te socorre.
Sua presença sempre foi minha maior riqueza, agora sua ausência me faz pobre.
Você se fez rainha da minha vida, mas se esqueceu de me fazer consorte.
Eu já tomei nota da sua indiferença, já não espero mais que me note.
Viver é bom, mas em sua ausência, é preferível a morte..."

"Creio eu que, as lagrimas, são o combustível de um bom coração.
Acredito também que, todo aquele que chora, por vezes, merece o perdão.
Minhas lágrimas foram em vão.
Minhas palavras de perdão.
Nada valeram, desde sempre então.
Eu vivo apaixonado por ti, mas desde então, flerto com a solidão.
Do teu amor, seria indigno, meu coração?
Seria eu, digno de perdão?
Eis a questão.
O frio da madrugada, sempre desperta esse tipo de reflexão.
Com o tempo, sua indiferença, me ensinou uma importante lição.
Não se deve perdoar quem não é capaz de nos dar perdão..."

"Eu não posso desejar que você seja feliz com um outro alguém.
Mas isso não quer dizer que eu, não te queira bem.
Do seu sorriso, o meu amor, se tornou refém.
É você que me tem.
Se me pedisse um motivo pra ficar, eu lhe daria mais de cem.
Quando te olho, fico zen.
Por você, eu vou além.
Mas me trata com desdém.
Se no fundo, ainda me deseja, então vem.
Ser feliz e fazer feliz, aquele que só lhe quer bem..."

"Sóbrio ou ébrio.
Risonho ou sério.
Casebre ou castelo.
Falso ou sincero.
Errado ou certo.
Do escândalo ao discreto.
Do nada, à todo o universo.
Não importa em qual hemisfério.
É certo, te quero.
Se tua imagem me estragam, eu conserto.
Fiz em ti minha morada e hoje? Sou um sem teto.
As mazelas? Não nego.
Te odeio e te venero.
Dos olhos, distante e do coração, sempre perto.
Não me desfaço, só me apego.
És me fogo mas não sou ferro.
Trago-lhe verão mas és inverno.
Desejo o céu dos seus olhos mas me joga, da sua indiferença, no inferno.
És me a chuva na madrugada fria mas é o Sol que quero.
Em suas atitudes morre o simples e nasce o complexo.
É o côncavo ou convexo?
Contigo já nem mais converso.
Amar você é a morte do correto.
No espelho, já nem mais me enxergo.
Eu só vejo você, o que eu quero.
Enquanto isso; Por ti espero.
Como um louco, em devaneio, que pensa em ti e narra um todo sem nexo..."

Sorriso lindo, que sempre me fascina, têm aquela menina.
Menina mulher, mulher com jeitinho de menina, é assim, aquela menina.
Menina perfeita, menina linda, que sonho sempre em chamar de minha.
Girassol é a flor preferida da minha menina, flor que, como ela, imita o astro lá em cima.
Como o Sol é a minha menina, que mesmo longe, me aquece e é a luz que me ilumina...

Lua no céu que sempre me maltrata.
Lua que me traz as lembranças dela por toda a madrugada.
Lua fria, Lua pálida, que imita a tez da mulher amada.
Lua que torna mais nítida, em meu rosto, cada lágrima.
Lua que ilumina, que brilha, uma Lua 'ensolarada'.
Lua na qual eu peço tanto que amenize meu pranto.
Lua que, como se fosse aquela mulher, em meio ao sofrimento, amor e lamento, sigo admirando...

Procuro em outros rostos enxergar seu rosto. Procuro em outros cheiros sentir seu cheiro. Procuro em outras bocas sentir seu beijo. Procuro em outros braços o calor do seu aconchego.
Procurei em outros olhos me perder na imensidão.
Procurei em palavras vazias, enganar meu coração.
Enganando tal coração, não consegui, me enganei e me enganando, em ti, me perdi mais uma vez.
Procurei nos meus pensamentos, pensamentos pra não te lembrar, mas meus pensamentos, em prantos disseram, que só em ti, quer pensar...

Não que você

não mereça

eu te querer,

Você em pouco

tempo povoou

a minha fantasia

Elevando a minha

vaidade feminina.



Não posso ficar

onde sei que não

tenho como

emocionalmente

sustentar;

Não preciso

prever o futuro

porque sei que

entre nós tem

tudo para dar errado.



O amor pede de nós

profundos cuidados,

Da forma que você

está acostumado,

Não sou eu é que

farei impossível

para te modificar.



Não, não há nada

de errado comigo,

E nem contigo;

Apenas temos

expectativas

diferentes,

Só não quero

colocar o meu

coração mais

sob o teu perigo.

Cruzou uma

borboleta

amarela,

e entre meus

seios repousou;

o rumo tomou

e algo inspirou

que o amor

estará surgindo.



Não perco

o meu olhar

sobre você,

e por ti não

irei deixar

de esperar.



Fui plantar

as rosas

do destino

para quando

a vida

nos colocar

no mesmo

caminho.



Longe irei,

se precisar

com a condição

de não deixar

o amor se perder,

e eu não voltar.

No silêncio desta

noite nos prevejo

no giro do carrousel

dos teus abraços

e adorando os seus

beijos no melado

doce dos teus lábios.



Na galáxia dos teus

olhos profundos

navego ao ponto

de perder horas a fio

nos teus castanhos

e sublimes mistérios

de nossos desidérios.



É a lembrança do

que não vivemos,

porém sentimos

como já nós nos

conhecêssemos,

e silenciosamente

nos pertencemos.



De maneira mística

a sua presença

e a ausência capto

como estivesse diante

das minhas vistas,

Não fazes nem idéia

de cada sonho que

venho embalando

e reinaugurando

o Ano Novo a todo

o romântico instante.



A verdade nós dois

sabemos o quê já

está escrito sobre

tudo aquilo que

nos faz a cada

dia mais unidos

e mais absolutos.

A praia pode
estar deserta,
Você nunca
estará sozinho,
No coração
sou presença
que não
se ausenta
nem quando
o olhar
se distancia.

Eia a indecência
que te aquece
como o sol,
aos teus lábios
é sal e oceano
que te intensa!...

O silêncio é
a proposital
forma de
trazer a tona
o que arrepia,
e para você:
sou o sublime,
o apelo,
o que levita
e a tua fantasia.

Não nos

conhecemos,

E como

conhecidos

fôssemos,

Tu me trazes

para ti abrindo

espaços,

Com esse

jeito atrevido

Forte como

um raio,

Intenso como

um oceano

E com uma

pele igual

ao sol

acendendo

o amanhecer

caribenho.



Sem dar

chance de

pensar nas

consequências,

E de surpresa

me levou

para um

rumo impensável

ao paraíso

e impenetrável.



O teu carisma

apaixonante

me fez absoluta

e rendida,

Ao permitir

escrever em ti

um ousado

poema sobre

o teu corpo

que é um em si,

Reconheço-me

mágica e divina,

e celebrante

do incontável,

Assim me vejo

nas mãos

do imensurável

sob o jugo sedutor

deste teu calor.

Apreende na tua

sede os teus

lábios aos meus.



Porque não

sei nem por

onde começar...



Apreende na tua

fome o meu

corpo ao teu.



Porque longe

de mim

querer me

salvar de ti.



Apreende o meu

peito bem

unido ao teu.



Em ti não

serei mais eu,

seremos

o infinito.

Entre as passagens,

repletos de esperas,

os olhares se moveram

como bailam os planetas,

eles se reencontraram

para acertar os ponteiros,

os aromas dos entremeios

entre perfumes e a plateia,

como fôssemos cometas,

para fugir da alcateia,

e abrir novos caminhos.



Navegar nos teus olhos

me fez outra pessoa,

das esferas dos anseios

tu me viste e veio

com poéticos enleios.



Atração irreversível

dos corações a aurora,

paixão irrepreensível.



Meu espírito a gosto,

nas mãos de novembro

bem naquele momento

que o mundo parou,

a tua pele me arrepiou.



Encanto irremediável

das histórias o poente,

paixão incontrolável.



Por nós tu interveio,

porque sabes de mim

e do tímido silêncio.



Ainda não tivemos,

nem a glória do tempo,

entrecruzadas passagens:

dádivas do bom amor,

você me disse e repetiu:

- Você tem valor!

Só o tempo irá dizer

se sou eu o teu amor.

Gire com força a roda do destino,

Vire a página com determinação,

Segue com coragem e valentia,

Admire o horizonte e a paisagem;

Torna o teu peito mansa paragem.



Cuide bem do teu coração,

Ele nasceu doce e perfeito...,

O outro amor não teve jeito,

O novo virá sem nenhum freio.



Dizer que amor menor existe:

- É uma enorme (covardia)!

Sorria se o amor se deu por findado,

Nenhum amor é (errado),

Só porque não foi correspondido;

Ele te deu é uma nova chance

Para que venha o amor infinito.



Trace um trajeto para o amor,

Ele precisa conhecer o teu candor.

Tire o passado do teu peito,

Assim o novo amor ganhará jeito.

Não brinque com o meu fogo,

Sei brincar com a tua fantasia,

Não intente com o meu juízo,

Sei assumir com a grandeza

De ser diferente: sou poesia.



Não evite os meus beijos,

Sei buscar o melhor de ti,

Não invente [escapar...,

Sei farejar-te e irei atrás

Do aroma que eu senti.





Não disperso o desejo,

Sei salsear com a tua alegria

Não experimente esquecer,

Sei abraçar-te com jeito

De causar toda a energia.



No meu corpo tenho a sina,

Serei a tua sublime alcova,

Sou muito mais [alma

Do que você imagina:

Sou a loucura que fascina.



Sou gemido, sussurro e grito,

O incêndio mais elevado.

Eia, vulcão atrevido!

O meu corpo bem macio

É que te faz ainda menino.



Danço e rasgo o verbo,

A liberdade que me deste,

Peguei como um [laço,

Abraço com a vontade

De ter qualquer possibilidade.



Darei o meu melhor riso,

O meu inefável paraíso,

A liberdade que recebi;

O teu corpo terei a qualquer custo,

Na intensidade que me [atrevi].

O sol foi descansar
Surgiu o anoitecer
A Lua saiu devagar
Para te envolver
O amor está no ar
Para nos enlouquecer.

Os bancos de areias
- a festejar -
A loucura boa de fazer
Nas águas de abençoar.

O céu de seda a se abrir
Receptivo aos versos
De natureza atentatória
Íntimos e completos.

Estrelinhas tilintando
- testemunhas -
Da nossa agarração
Repleta de paixão.

Devoto um segredo (somente)
Aos que conhecem o degredo
Distante de casa, e do seu mundo:
A Via Láctea é a casa dos poetas,
Dos mambembes e dos vagabundos.

Envolvo com fitas de cetim,
Faço uma rosa, um enfeite,
Para colocar no cabelo,
E lado a lado do seu cetro,
Sigo em frente...

Perpetuo um sonho (persistente)
Aos que desconhecem o inexorável
Distante dos olhos, e não do íntimo:
A poesia é capaz de aquecer a frieza
De qualquer coração autoritário...

Executo o conserto derradeiro
Do destino fora do trilho,
Caminho sobre cascas de ovos,
Levanto voo, e aterrisso eternamente.

Porque eu sou dona da minha loucura,
Se a minha poesia no firmamento fulgura,
Significa que de ti jamais sairá o anseio
De voltar para acariciar-me com ternura.