Poesias de Luis de Camoes Liberdade
A compaixão é um liquido tão (poderoso) que atravessa todos os mundos; onde a consciência possa estar ou não, na medida sacudida restaura o ser; devolvendo todo seu potencial amoroso; facultosa subida e descida inevitável.
Alguns sonhos são o óvulo da gratidão, esperando para nascer; gerando o sonho, ainda, daqueles que insistem se perder.
Uma vez se descobriu que a extinção de alguns seres causaram doenças raras aos provocados; vida e saúdo aos arquétipos ligados; aos artefatos em seus belíssimos reparos.
Segredos podem ser como lavas que escorrem pela terra; formando jóias e ou belezas que encantam a crosta; manto e o núcleo terrestre; não necessariamente larvas do sistema oficial das crases da vida; nem todo listo é fera.
Não use seus espinhos para provocar a criatividade alheia; prove seu próprio gosto e anseio para compreender o porquê fostes feito(a).
Estamos todos cansados de saber que não sabemos absolutamente nada e, isso é profundamente preocupante, para (alguns) confortante.
Sentir nem sempre está acompanhado do verdadeiro sentimento; por isso gosto do vento, dos perfumes, das cores, da alvorada, dos pássaros, das águas, do tempo... harmonia é equilíbrio perfeito para se encontrar.
Há folhas secas para configurar-se em perdão; saldando com doce arrependimento e, assim, reconhecer o bem querer da Vida, agradecendo o outono que chega adubando a majestade das estações.
Desprezo é um indicativo de basta; uma forma indelicada de quem não com- segue ou sabe dizer aos olhos (eu não quero).
Medianos não sabem porque cantam; não compreendem porque dançam; estão sempre fazendo algo para vomitar em cima de suas próprias invenções e negações.
Aqueles olhares não eram solares, estavam mortos e apagados, ressoavam... quem ela pensa que é... hora! Des-car-tes .
Desejo é um poço sem fundo e amargo que destrói mundos, o querer fecundo nunca é nosso, estar é a base para renovação da própria natureza que se encarrega das arestas.
Se você acordou tenha responsabilidade com os que dormem, o dia e a noite coexistem, a diferença do passado e futuro é uma linha tênue iluminando a todos no presente.
Suas narrativas ajudavam o refrigèrio estelar, no entanto, programastes em egoísmo o modificar, pra que maltratar seu próprio lar, proclamando à divindade o divisar, será o quê estavas em falso lar, ou pra resgatar o ajustar, sem abandonar os malfazejos sem prevejos.
Se quiseres fazer melhor por favor, me des-peças, já que os ganhos são sempre prás matas das belas exigências.
Quadraturas que se mudam antes dos tempos, causam confusão, exceto as intuídas suas, mesmo no escuro, que ninguém vê, prá quando o nascer não viver sem entremeter.
Abençoo o solo de vossas canções em idealizações expurgando todas as maldições mesmo que a dos simples palavrões.
Fico sempre é impressionada com a coragem de nada fazer já que sem parasita ninguém precisa o viver.
