Poesias de Luis de Camoes Liberdade
Quero, há, como, quero, soletrar todo sistema solar, assim contigo viver ternamente por condar digno e sábio paladar.
Deixemos nossas imperfeições para quando juntos acertarmos nossas limitações, no fazer libertando nossas contra-dições.
Não sou Ana, não sou Joana, Maria, Cristiana, Mariana, sou feminina, mulher, encontrando-te no equilíbrio que lhe concebe o conhecimento, nos auferes da grandeza de Deus à quem nos submete.
Pela inteireza do eu que vive em nós, multiplique-se na luz a real-idade do amor para os infinitos eus, templos que se firmam em vida.
Permita-me despojar os ensinos aprendidos no solo de nossa infância, assim re-criaremos valores universais, contido nas dádivas do poder de pousar nas alegrias do estar.
Amantíssimo não me com fie teus segredos para que juntos vivamos nas dádivas dos respiros (aos) cuidados dos favores, por amor e ao z - elo.
Liberemos rosas, perfumes, encantos, elogios... onde humildemente submetemos as delicadezas com que convergem e purificam os horizontes.
Não permitamos que a maturidade nos confunda hó rudeza, responsabilidade pode ser beleza e possibilidades do brotar e dar vida, somos crianças.
A gentileza é primordial para iluminar o caminho de todos, já o bajulador é algo preocupante que, muitas vezes, atrapalha a evolução.
Tenho infinita estima à quem ensina tolerância e paciência, esses normalmente poucos compreendem, até ao tempo em que se pertencem, tornando nossos afetos evidentes para sempre.
Há os livros e o livro; veja e reveja seus escritos, não estão em papéis nem em cordéis, mas no coração, figurados ou não, estão e são azuis, sentimentos nunca são em vão.
Suculentas sãos as laranjas, limas e limões, amarelas e verdes, perfeita esfera, a um único cuidado, sua casca e seu sumo fere, junto ao sol (exprimido frescor) causa em nosso ... às vezes tormento.
Pula um quadro, salte dois, pula, pula amarelinha mas não erre a pedrinha nem pise na linha, mocinha.
São milhares de espigas de milho; olhadas com carinho, são bonequinhas e longos cabelos, dourados, marrons ou negros, não as colha antes do tempo.
Poxa passarinho você é lindo; voe aqui...pouse na minha mão... poxa passarinho, essa tela é uma mentira; vou te tirar desse laço de ilusão.
Há uma porta aberta bem ai onde você está, mas dela é preciso cuidar, com enfeites luminosos, perfumes, cores... vá bem depressa enfeitá-la, essa é sua oportunidade; não se acanhe e não se zangue; seja feliz não se engane.
Usamos nomes, roupas, cores, formas... pura expressão, não somos classificações; somos o mais, a multiplicação da sabedoria; portadora de cura permanente; que ultrapassa correntes; beneficiando vidas, uma forma de devolver nossa parte em gratidão a Deus.
Mãos e fechaduras; aguento nos tornemos; delicados e tratados dos punhos de onde escorrem riquezas dos três mundos.
Pulmões são como asas querendo voar, onde o fôlego dos sensíveis se distorcem, querendo ir além das flames em seus descarregos, suplicando O respirar.
A descoberta em sua literalidade não é mais importante que as lentes do olhar, onde o perfume insiste o verbo conjugar.
