Poesias de Luis de Camoes Liberdade
Não tencione em meditar a natureza lho fará, no entanto, para o quantum, é melhor para si se preparar e não adiar.
Humildade é a beleza pura da delicadeza sofisticada, um nada de etiquetas; bela em natureza, é nessas e noutras ser tão diamante-mente, explorada.
A crônica e bem interessante, não como fator determinante, depois de polida libera concertante as hipocrisias dos falantes.
Quem pensa no que pensa, não pensa o que se pensa, já na inteira certeza de estar onde se necessita colocar.
Quem adivinha supõe, no entanto não impõe (rasas) probabilidades que se mascaram a jubilosas ilusões e prognósticas invenções.
A linguagem mais romântica da vida, incontida pelo tempo, cravada na suposta esperança de uma única cor.
A distância guarda os tempos, fique só; quando não me queira, por um instante; logo após... me tenha, para simplesmente preencher o vácuo dos ventos, depois não se detenha... pois se (quiser) venha.
Não canto pois pelo vanto, canto por encanto, e as nuvens superando nas belezas atmosféricas enCantando, ativando, regenerando, vou levando e o mal dissipando, pois quem canta...
Chegamos em uma época que conhecimento não é mais engenho, (sim una). Sabedoria é necessidade a favor do contentamento.
É bem certo dizer que, homens sábios nesse mundo; nem precisem escrever; muito menos ler... idiomas e seus frágeis desusos, apaziguando as fonéticas dos ventos.
Registros são impactos para atos que se devem água-r-dar; indiscutível pois guardar as passadeiras dos fatos removíveis as liberações.
O princípio sempre caberá ao canal de onde (surge) os primeiros indícios celuLares e, ninguém compreende (ou estabelece) sem antes satisfazer-se em conhecer os extremos; tudo é um circundo.
GeralMente quem (comente) despauTérios se perde em sua criação; distinguir tais fatores é una necessidade universal e não plenamente favores.
Àquele cheiro de poeira e mofo existencial, aos poucos foi se dissipando, há que surpresa fenomenal.
Sei lá àquela seriedade que havia em nós; derrepente se desfragmentou, limitando-se aos abusos absurdos dos paradoxos confusos megalomaníacos consciências.
Sagrado são as cortinas do templo; onde correm cascatas cristalinas e suaves perfumes que enfeitam valiosos momentos.
Se você não existisse te inventaria e depois te tocaria a mais bela harmonia do eternamente amar-ria.
Dos centros de meus ombros aguardo com precisão algo além da suposta evolução; o que seria simplesmente um salutar alinhamento que deve se fundir a pespicaz compreensão; então me pergunto do porquê a necessidade dos fármacos.
Que bom! Ser- ria; que determinadas substâncias simplesmente se deslocassem e ou deixassem de existir; meu amor, quão bem nos far-ria as mudanças e necrasias.
