Poesias de Luis de Camoes Liberdade
Exclusividade é nascente de necessidade em fonéticas, surges em sentidos compassivos, mesmo em múltidas interferências.
Negação é a porta de nossos presentes, hoje abrindo floradas mais conscientes, aludindo renovadas mentes.
Todos tinham que ver, ora em concertar e nunca parar, pelo saber a perfeição é nascente, visionária elementar dos observatórios, claros hermeticamente.
Somos diferentes e nessas peculiaridades os infinitos habitam, quando não negamos àquilo que não compreendemos, nos restabelecemos, no sorriso plano, damos bases e, nas lágrimas sem o sofrer, acolhemos os enganos.
Que a graça possa te dar infinitas possibilidades, para que em suas contradições, estejas a brincar diariamente, cheio de bem aventurança, alegrando seu ser em harmonia.
Intimidação é igual ao socorro, elevado ao quadrado da morfologia de base, liberando a equivalência plana da vontade.
Fique sem entender, más, nunca desista de cantar, uma hora em outra (mais), a brisa há de o visitar.
Que toda ansiedade, se preencha em abraços, esperado em milhões de espaços, onde a doçura do Eco, vence o cansaço.
Igual nada, na diferença a pureza das belezas, em duplar prá integrar, depois, leve e delicado, sol tá.
Se o barquinho era de papel, posto singelo do frágil forte, em santas águas correntes, nosso porto seguro, eis o nosso norte.
Se é dinâmico aqui onde sou, é por onde me vou, prá recordar na satisfação do olhar, em sábio provar.
Pois que nosso sozinho, é completamente povoado, é sim, bom que isso sejas, em tipo bastante engrassado.
Lá, depois que passar às falcatruas, podes ver o nascer das belezas, pela linha da luz, pois, com raiva não se pode ficar, paciência é a ante sala do refrigério, eu te amo é elementar sábio do estar.
Medo de cobra, in em, mistificando o quantum, embora, também a ame, o parque, também pode ser, o de águas claras.
Tristeza era só falta de tom na realização, e, nemimaginas, o lago de confusão, por simples situação.
Em uma sonhada nave, milhões de cápsulas individualizadas, isso necessariamente, não impede que os participantes, sintam a interferência das ondas magnéticas, dos gostos alheios, na hipo central, é que me "tremo toda", dependendo da emissão, o sujeito pode até virar objeto, mas, sua imaginação é fértil.
Feliz dias dos pais, especialmente pros que que passam por tantas dificuldades, em manter o papel designado, já, muitas vezes, enfraquecidos, por não suportarem tarefa tão complexa, proposto por um sistema de crenças materiais, e, por uma realidade, completa de exigências e acusações. Que todos sejam integrados e curados pelo solvente universal na chama do amor incondicional.
Ele não sabe escrever, e isso não importa, toque um samba na cabeça alheia, que o coração, sabiamente acorda.
O pensamento dos menores, dependiam da visão dos maiores, e, não existem sujeitos, apenas cálculos.
