Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Não pare! Mesmo que a casa esteja em guerra, o Deus que te chamou também é o Deus que restaura.
trecho do livro Lá em casa
A maldita guerra só servirá para enriquecer a governantes
covardes e políticos sujos, cujo sua coragem não passa de
uma atitude imbecil de enviar pessoas inocentes a guerra
para que elas paguem com sua morte o pecado alheio"...
Hoje é o tipo de festa que gosto
A festa em salvação do Brasil
Uma guerra pacifica
Sem necessidade de empunhar um fuzil
Jovens, adultos e crianças
Religioso, baderneiro e vagabundo
Juntando em um grito
Um grito que faz tremer o mundo
Não a festa que me conquiste mais
Eu danço, pulo e com toda minha força eu canto
“oooo Ilha Solteira, tu és querida e jamais será esquecida!!!”
A todos os políticos causamos espanto
Sinto meu coração ferver
Meu pequeno povo mostrando a nossa união
Mostrando a nossa grandiosidade
Mostrando que deste cantinho ajudamos a nação
A ti Brasil vai mais uma oração
Que brota do canto mais puro do meu coração
Agradeço pela união da minha nação
Obrigado Brasil por manter a fé em meu coração
Isso é só o começo
Pois o problema verdadeiro
São os descasos alimentados pela ganancia
O maldito desejo de ter mais dinheiro...
Hoje foi o grito de existência
Amanhã a investigação
Até acabar com a displicência
Que corrói a minha nação
Aqui
Me sinto livre, liberto dos meus medos,
Esqueço de viver,
Me sinto imortal, a guerra não me aflige,
Meu mundo particular, Esse é meu vício,
Minha forma de cura, minha nostalgia plena,
Meu ponto de equilíbrio, minha plenitude física e psíquica,
Meu mar, meu chão, meu ar, meu espaço no infinito...
... Meu sétimo céu, minha paz interior.
Aqui
Minha insanidade aflora,
Minha lógica contradiz minha razão, meu ímpeto ultrapassa meus instintos,
Me sinto independente, insuscetível,
Minha obsessão aqui faz sentido, um minuto dura a vida inteira,
Meus sentimentos se encontram, os espaços se completam,
Aqui
Minha alma se purifica, meu silêncio ensurdece,
Ouço os anjos Balbuciar, aqui minha Fé é meu paradigma,
Meu castelo intransponível, Meu desejo surreal,
Minha única casa, meu porto seguro, minha estrada sem fim,
Minha metodologia substancial, minha superfície supérflua,
Meu ponto de encontro com o criador, aqui não me sinto só,
Deus sempre está comigo,
Aqui
A natureza frustra a mais bela obra humana, aqui sou música, sou verso,
Sou inspiração, aqui tenho asas, aqui não sou só mais um,
Sou muitos dentro de um só.
Ao me entregar perdeste sua guerra, aonde somente os fortes saem em um grito de comemoração... Não ligarei mais, para mim, a batalha acabou. E somente um dia verás que seu troféu, não lhe servira de nada em sua prateleira. Fazendo de sua vitoria míseros fracassos.
E tudo o que quis acreditar será estilhaçado pelo tempo, trazendo-te somente arrependimentos e a certeza que fracassou em sua missão.
Encantar algo que considerava perdido foi demais para seu ego, aquilo só lhe trouxe desprezo e tristeza, ao olhar sua vida medíocre futura, em vezes de se deixar levar pelos seus sentimentos, agora em seu grito somente a glória e honra mais amanha olhará para trás e verá o que deixou passar com os seus medos.
Afasta-te de ti algo que lhe traria felicidade e uma vida melhor, preferiu viver somente de futilidade e mascarando os seus erros.
Seus dias de guerra lhe trouxeram a morte própria, em meio a um abismo aonde acredita estar vivendo, deixou de acreditar que tudo o que poderia ganhar não seria o suficiente para poder lhe trazer paz então decidiu de uma hora para outra desistir e voltar aonde tudo não havia começado.
Amanha sorrira e agradecera sua vitoria, mais daqui uns minutos sentirá o podre e a imbecilidade que cometeste se afundando na própria desgraça.
E então será tarde porque o que lhe poderia lhe dar vida, mais agora estará morta, então chorará a insanidade que provocaste a si própria.
Matou sua própria chance de vencer, quando iniciaste está batalha, sagrará em arrependimento e se punirá eternamente, com sua vitória. E lembrará que existiu sim uma verdadeira chance de vencer, quando minhas palavras a ti declararam.
Mais vejo que isso agora passou de um sonho, algo imaginável, desisti e de vez lhe entreguei seu troféu, saberei que tu se arrependerás, mais hoje já é tarde.
Desistir não é opção, mas, tem que saber recuar e traçar novos planos.
Porque uma guerra só é vencida quando traçamos bons planos.
Enquanto os senhores da guerra degustam caviar,
o soldado valente,
aos déspotas obediente,
morre engolindo chumbo quente.
O herói de guerra
voltou vivo ao seu lar.
Ganhou troféus, glória
e medalhas no peito.
"Só" perdeu a perna esquerda,
um olho e o braço direito.
O herói de guerra voltou vivo ao seu lar, abarrotado de medalhas no peito,
sem a perna esquerda
e sem o braço direito.
A assistência divina é nosso alicerce firme em todas as fases da vida, da guerra à paz. Deus é nossa rocha e fortaleza, guiando e protegendo sempre. Clamamos por segurança na adversidade e agradecemos Sua misericórdia nos tempos de bonança. Na Sua presença, encontramos verdadeira paz. Firmemos nossa confiança em Seu amparo constante, pois Ele é nosso refúgio e socorro em toda angústia.
Rosinei Nascimento Alves
Ótima semana!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
🙏🏾🕊️🙏🏾
É o fim da guerra, tudo acabou, e o que restou de mim foi muita dor... Fui tão machucada,levaram meu sorriso, não tenho mais forças pra me levantar...
Preciso de ajuda eu,estou tão fraca,as feridas estão abertas e sangram... Tirem -me daqui preciso me reconstruir... Juntem meus pedaços, quero recomeçar! Andar sobre as águas,curar a minha alma! Ser uma nova eu inteiraaaa...
DECIDIR
Já me vi no chão sem saber pra onde olhar
Com o peito em guerra e o mundo a desabar
Mas aprendi que a dor não é prisão
É só estrada pra uma nova direção
Tem dia que o céu escurece sem razão
E a dúvida vem forte, feito furacão
Mas toda lágrima que já deixei cair
Me ensinou a arte de seguir
Entre ficar ou partir
Entre calar ou reagir
Descobri que o que me move
É ter coragem de decidir
Porque rir ou chorar sou eu quem escolho
A cada queda, eu limpo o olho
E vou, mesmo sem mapa, mesmo sem sinal
A vida exige um passo, mesmo sem final
Porque lutar ou desistir só depende de mim
E mesmo com medo, eu digo sim
O mais difícil não é sofrer ou insistir
É não se perder por medo de decidir
Já me culpei por não ser o esperado
Por não caber num molde limitado
Mas hoje abraço a minha contradição
Sou tempestade, calma e coração
E quando tudo em mim parece desandar
Eu lembro que viver é caminhar
Sem certeza, sem controle, sem aviso
Mas com a fé de quem já viu um novo riso
Entre fugir ou construir
Entre romper ou prosseguir
É no incerto que eu me encontro
E é no “sim” que volto a me abrir
Porque rir ou chorar sou eu quem escolho
A cada queda, eu limpo o olho
E vou, mesmo sem mapa, mesmo sem sinal
A vida exige um passo, mesmo sem final
Porque lutar ou desistir só depende de mim
E mesmo com medo, eu digo sim
O mais difícil não é sofrer ou insistir
É se anular por medo de decidir
E se eu errar, ao menos foi tentando
E se eu cair, foi porque fui andando
Não sou de ferro, mas também não sou refém
Quem escolhe o passo sabe pra onde vem
Rir ou chorar… amar ou fugir
Tudo é escolha, tudo é por vir
E o mais bonito que aprendi da vida
É que viver… é decidir
Não é justo que um beijo
Inicie uma guerra
Que ser diferente
Torne a vida severa
Colocam na cruz
Esses bravos soldados
Que mesmo torturados
Se mostram por inteiro
Homens de Deus!!!
Varões de guerra, escolhidos desde o ventre.
Deus nos chama para nos posicionar, é tempo de Avivamento 🔥 🔥.
Ou você fica em oração 🛐 e interceda por aqueles que tomam frente na batalha ou você se prepare para ficar na primeira fileira da guerra.
Não há lugar para indecisão.
Vencer ou perder não faz diferença em uma guerra.
De que adianta a um rei conquistar a vitória, se ele próprio não sabe organizar a paz?
Será que vale o transtorno de guerrear, quando a vida é um presente de Deus?
A guerra consome não apenas corpos, mas também almas. Ela rouba o brilho dos olhos, apaga sorrisos e transforma esperanças em cinzas. O que se ganha em batalhas, perde-se em humanidade.
A vida, ao contrário, é dom divino: é o sopro que nos desperta a cada manhã, é o abraço que aquece, é o canto dos pássaros que anuncia esperança. Se cada instante é dádiva, por que desperdiçá-lo em conflitos que apenas multiplicam dor.
Talvez o verdadeiro heroísmo esteja em escolher a paz, em cultivar o perdão, em semear amor onde o ódio insiste em florescer. Porque no fim, o maior triunfo não é vencer inimigos, mas preservar o milagre da vida que Deus nos confiou.
Se envolver com a paixão é entrar numa guerra silenciosa entre dois corações que se procuram e, ao mesmo tempo, se teme. É um caso de dois seres separados que vivem um conflito íntimo, onde o desejo ferve, o ciúme arde e o silêncio pesa.
A paixão, quando nasce como vulcão indomável, ultrapassa qualquer limite: explode, transborda, atropela as regras que antes pareciam firmes. Ela não pede licença; apenas invade, consome, domina.
Afinal, a paixão não é amor.
É uma chama veloz, inquieta, que se alimenta do que encontra: um corpo frágil, uma alma desarmada, um coração que ainda não aprendeu a se proteger.
A paixão é sentelha voraz, que busca hospedeiro para se incendiar. Não pensa, não pondera, não descansa.
Vive sem lógica, sem razão, sem freios.
Mas é justamente nesse caos que mora a sua beleza:
a paixão é o descontrole que anuncia que somos vivos,
é o perigo que nos força a sentir,
é o abismo que nos convida a saltar
mesmo sabendo que só o amor, sereno e maduro,
pode nos segurar.
Diariamente, assistimos a uma verdadeira guerra de palavras entre os parlamentares na tribuna.
É importante refletir sobre a diferença entre muitos dos políticos atuais e os de antigamente, que realmente se dedicavam a apresentar projetos voltados para o bem da sociedade.
