Poesias de Gregorio de Matos Guerra
A justiça distributiva exige que méritos e honrarias sejam concedidos com base na virtude e na relevância para a cidade, fortalecendo o senso coletivo.
O sentimento de justiça nasce da educação moral, fazendo com que a lei seja respeitada não pela imposição, mas pelo reconhecimento de seu papel na ordem social.
A decisão judicial não deve se limitar à técnica jurídica, mas ser guiada pela prudência, garantindo que cada julgamento reflita a busca pelo justo.
A cidade é o berço da educação e da virtude; nela o direito se realiza como um instrumento da felicidade comum, e não como mera regra normativa.
A justiça aplicada sem prudência se torna um mero formalismo, enquanto a decisão virtuosa deve ser um reflexo da moral compartilhada pela pólis.
O governante deve ser exemplo de prudência, pois somente aquele educado para o bem coletivo pode distribuir justiça com equidade e discernimento.
Não pense muito no futuro, nem relembre o passado. Viva o agora, pois quando quiser voltar já será tarde.
Poderia te mandar ir para o inferno, mas não vou perdeu meu precioso tempo, pois vc já está nele...
A sorte pode até nos presentear com oportunidades, mas é a ação do indivíduo que molda o próprio destino.
A vida exige momentos de ruptura e reinvenção, onde você precisa "se desfazer do velho" para renascer mais forte.
A nossa imagem deixada nas memórias das pessoas é o que prevalece a respeito do que nós somos de verdade.
"A salvação é de graça e pela graça revelada. Isso custou a Deus, não como preço, mas como expressão do amor que não desiste do pecador."
“As circunstâncias não são soberanas. Deus é. Nada foge do decreto eterno. Se for anonimato ou reconhecimento, dor ou alegria, escassez ou abundância… tudo é ferramenta nas mãos dEle pra te fazer semelhante a Cristo.”
Senhores, certamente afirmo-vos que, se a arte não existisse, eu não seria capaz de enxergar beleza na vida; preferível seria estar morto a viver sem arte.
E de toda a vida que me resta, dos dias em que fui o que não escolhi ser, em que a liberdade se me impôs como uma condenação, percebo agora, no fim de tudo, que não vivi. Fui, apenas fui – e o ser que fui não foi senão um vagabundo, como um trapo sujo em que o mendigo dorme. O que me resta, afinal, senão um nome e um sobrenome na certidão de nascimento, e uma data e uma hora no obituário? Talvez a cova rasa seja mais profunda do que a minha miserável vida, que agora, afortunadamente, encontra seu único propósito: ser adubo. A terra, fria e indiferente, me receberá calorosamente como alimento para os vermes, que se banquetearão de minha carne, sem julgar o que sou, o que fui. E os vermes, esses mesmos que consomem minha decadência, não saberão, porque nada sabem, da angústia de ser.
Enquanto os animais seguem o fluxo instintivo da sobrevivência, nós, seres humanos, transcendemos essa simplicidade primitiva para buscar, incansavelmente, algo além de nós mesmos — poder, conhecimento, novas fronteiras. No entanto, à medida que exploramos os confins do universo, frequentemente projetamos nossos próprios temores e falhas nas formas que imaginamos encontrar pelo caminho. Criamos monstros e inimigos no espaço, porque é mais fácil combater um 'outro' do que encarar as imperfeições que carregamos em nosso próprio coração. Mas, à medida que lançamos nossos olhos para as estrelas, devemos nos lembrar: as maiores ameaças à nossa espécie não vêm do cosmos, mas da própria humanidade, de nossas escolhas e do caminho que decidimos seguir. E se, quando colonizarmos outros planetas, a única coisa que encontrarmos for a certeza de que estamos sozinhos, estaremos prontos para aceitar que talvez os monstros sejamos nós?
"A capacitação de Deus não forma artistas. Forma instrumentos que rasgam almas com verdades que o mundo não quer ouvir."
" Se o que eu prego termina em aplauso e não em arrependimento, falei bonito, mas não falei com Deus."
Se posicionar é um desafio que te exigirá coragem. Porque te afastará daquilo que você conhece - de algumas pessoas, de velhos hábitos e até de versões passadas de você. Mas, em troca, vai te reconectar com quem você realmente nasceu para ser.
Me perguntaram por que perdi duas vezes em concursos de oratória. Eu respondi: a maior vitória é ver o outro sorrir.
