Poesias de Dor
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Ah eu já não sei o tanto de dor que tem que doer!
Que encruzilhada e aperto de mão eu busco pra lhe esquecer
Na vastidão que esse mundo tem, ninguém me esconde de você.
A cidade era grande
Meu coração bem pequeno
Eu derramo minha dor
Perante este sereno
É quase de madrugada
As estrelas brilham no céu
Meu coração está tão rasgado
Quanto um pedaço de papel
Sofrer
Não tenha medo da dor
Das ilusões
Do amor
Precisamos sofrê-las
Pois é na escuridão
Que vemos as estrelas
O prazer, a dor, o querer, o ódio e o amor também são movimentos. Em todos esses movimentos não existe um bem e um mal, pois ambos são relativos se levarmos em conta que o bem é aquilo que buscamos e o mal aquilo do qual fugimos e que as pessoas buscam ou tentam se afastar de maneira e de coisas diferentes.
(sobre a filosofia de Thomas Hobbes, página 2)
Embriaga-me de amor, por favor
Seduz o meu ser, por favor
Afinal de dor, o meu coração
Não suporta mais, cansei
Beija a minha boca, por favor
Livra-me das vestes, por favor
Quero ficar nu, se marcas do passado
Desejo sentir o teu abraço, o calor
Faz amor comigo, por favor
Sente a minh’alma junto a tua, por favor
Teu todo me dá calor
Seja cúmplice, meu amor
Por favor, por favor... por favor
É só o que eu peço para você
Que chega mais perto a cada dia
E, que traz amor e paixão
Por favor... eu peço que venhas
Que te instales em mim, por favor
Tem um lugar no coração
E, em toda a minha mansidão
Eu peço por favor, por não querer
Não desejar mais sentir dor, por favor
Um amor para eternizar aqui
Ali e acolá, por favor um amor fiel
(08/05/2019)
SILÊNCIO #3
Às vezes o silêncio e a solidão são os melhores remédios, tanto pra dor como para às incertezas da vida.
Calar às vozes do mundo ao nosso redor e se afastar das pessoas, ficar só você e Deus, ouvindo no silêncio a voz dEle e fazendo do colo dEle seu lugar seguro!
Hoje me sinto nublado
Em breve começo a chover
Meus olhos já estão mareados
É a dor que me faz sofrer
A dor irrompe
Seduz o meu peito
Sofro em silêncio
É tanta dor…
Que tenho medo de perder
E, não encontrar mais
Perder mesmo
A razão de viver
Chove demais
Arde, queima provocando sensações
Sentimentos de medo
Simples aflições
Resultado do amor
Que hoje parece sem sentido
Nem motivo há
Dor do fim
Do rompimento enfim
Sofrimento sem fim
Até o ponto final
Eu canto para que não haja espaço para a dor
Vivendo intensamente, sempre livre e consciente
O dia fica lindo se você tá na minha mente
Ao amor expressa se para sempre,
a dor se repete todos dias da separação,
magoas e ressentimentos se sobrem saem,
no sonho o horizonte de alegria e tristeza,
repetindo cada dia que se passa,
tudo que quer ver fim do dia e chegar em casa.
Não ache que a dor é algo ruim
ela é um aprendizado
um sentimento diferenciado
que nem todos sabem apreciar
pois sentem que é ruim
A dor te faz saber
entender
aprender
amadurecer
E até te faz sorrir
Se você está com dor no coração
E mesmo depois desse verso acha ruim
Mande mensagem para alguém
Até pra mim
Mas um grande sábio me disse
" o melhor está por vir ".
Hoje eu quero um whisky
Para esquecer a dor
A dor que você me causou
Deixou meu coração em pedaços
Toma aqui os cacos!
Seria eu então,
Um mar,um sopro de vento
Um além
Um canto
Um burburinho no tempo.
Uma dor
Uma saudade
Uma voz que fala ao longe
Um respingo de esperança
Um coração que bate
Acelera
Apanha,
Grita de amor
Às vezes arranha.
Seria eu ...
Um estranho dentro mim
Se aqui não existisse você!
04/09/18
2:35 pm
Pior dor, é quando você percebe que foi feita de palhaça por tanta gente, o que tem de bom na história é que a vida da voltas... E as gargalhadas muda de contexto.
Shirlei Miriam de Souza
Ecos da solidão...
...e quando com teus silêncios
minh'alma decorei
(e foram tantos e tão doridos
e tão profundos os teus silêncios)
que de brumas e breus me vesti
e em nostalgias então, me recolhi...
...e a solidão ecoou, ressou, gritou
e em mil sons, explodiu em mim...
...e foi então que em prantos,
mágoa e desespero constatei
que apesar da tua indiferença,
do teu cruel desprezo
ainda assim,
de ti não esqueci...
(ania)
A dor Saudade
A saudade não tem idade!
É bem no vazio que acha os perigos perdidos, que sempre causam a dor!
Sobre a luz que apaga dentro do meu quarto, acende dentro de mim flash e recordações de uma vida,que se perdeu entre as rosas e os espinhos, que ainda trago em mim, cicatrizes que o tempo jamais foi capaz curar a própria ferida.
Dentro de mim, só ficou a dor,que atormenta meu desespero em frente ao espelho.
Então eu a vejo meu semblante no instante que eu vejo,lágrimas caindo, já esgotado pelo cansaço e os traços que minha face oculta, que um dia era só felicidade e hoje no vazio da saudade me encontro na solidão
Que abriga em meu coração!!
DESEJO
O silêncio que brada, desnorteado
No cerrado, que a chorar me vejo,
O peito na dor que sofre, separado
Do outrora, na saudade me protejo.
Não me basta saber do passado,
Se, se amei ou fui amado; desejo
Mais que afeto simples e sagrado,
Quero olhar, laço e um doce beijo.
Ao coração que tolera, só ousadia
Não me acanha: pois maior baixeza
Não há que paixão sem ter o calor;
É a justa ambição que eleva a poesia
Ser poeta sempre e, na sua pureza,
Deixar seus versos cheios de amor.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
20 de setembro, 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Meu Poeta eternamente confessa fingir que é dor a dor que deveras sente...
Eu confesso veemente, nadando contra a corrente, que finjo não sentir dor, mesmo quando é dor me faz latente. Minto tão perfeitamente, em alma, corpo, mente.
Se é para ser fingidor, finjo prosperidade. Não admito a dor. Nem falsa nem dor verdade.
Mas que linda a falsa dor.
Emociona, convincente. Mas Pessoa mente dor. E é Caeiro, Reis, e tanta gente. Pessoa e mais que escritor. É ator, é Gênio, expoente.
Eu só finjo não ter dor . E a vida ou acredita ou me entende?!
REMORSO
Hoje, eu sei, a contrição com a dor
Te beijei na saudade, e assim ando
Forjando e padecendo, até quando
O teu cheiro será o meu condutor?
Às vezes, eu me vejo te chamando
Nas lágrimas versadas sem expor
Da alma, me calo, e torno sofredor
Cansado, neste tal sentir nefando...
Sinto o que no tempo desperdicei
Choro, no início da minha velhice
Cada seu, que eu não aproveitei…
E nesta ilha de suspiros e de tolice
No teu breve adeus, tarde cheguei
Sem que desta falta remorso visse!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, fim de setembro
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Em tempos de fragilidade do amor, em meio a dor e inverdade, vence quem não se doa pela metade
É verdade, que nesse vai e vem de sentimentos, tristes desalentos, só queremos a felicidade
Invade, pelas portas e janelas, becos e vielas, pelo coração. Aflora, jorra para fora, a mais tenra, ingênua emoção
Sensação, um disparo verdadeiro, e a singularidade nos toma por inteiro, supra sumo da mais pura paixão
As lágrimas caiam involuntariamente.
Sua alma já não suportava tanta dor e sofrimento.
As lembranças adormecidas bailavam em seus pensamentos.
Seu peito doía uma dor familiar, mas a dor não era tão grande como antes.
Pois ela sabia a origem dos males, as perguntas não cessavam e em sua mente apenas uma coisa ecoava...
Por que, por que , por que?
Foi quando ele a abraçou encostou ela sobre seu peito, seu calor tirou o frio do seu coração, seu amor aplacou os males e finalmente ela adormeceu...
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