Poesias de amor
Ponho meu coração em sua mão pois sei que você vai segura-lo,cuide porque dentro dele está o meu ''Ser'' e meu ''Amor por você''.
Apelidaste me de ladrão, por roubar a sua atenção, mas te dei o nome de polícia, porque estou preso em teu coração
E se eu te dissesse que te amo, e quero ficar com você o resto da vida, você jogaria tudo pro alto por mim? E se eu ficasse perdido, no tempo, nos meus complexos, meus pensamentos, você esperaria por mim? E se eu pedisse uma chance, sem promessas, ilusões, de viver o amor sem falsas esperanças, você andaria no escuro por mim? E se eu implorasse uma última dança, um último beijo, um olhar, você seria o para sempre pra mim?
Quando você aprender a amar quem você é, nada nem ninguém poderá tirar isso de você, quando você for verdadeiro consigo mesmo, jamais terá feridas em seu coração.
Na primeira vez que eu vi teu rosto, eu pensei que o sol nasceu em teus olhos e a lua e as estrelas eram presentes que você deu para os céus densos e infinitos, meu amor. Para os céus escuros e vazios. Na primeira vez que eu beijei tua boca, eu senti a terra se mover em minhas mãos como o coração trêmulo de um pássaro cativo que estava ao meu comando, como uma bússola intrincada que estava em minha direção. Na primeira vez que eu me deitei e senti teu coração tão perto do meu, eu soube que a nossa alegria iria completar o mundo e navegaria até o fim dos tempos, meu amor. Iria durar até a última gota do pecado contida neste cálice. Na primeira vez que eu vi o teu rosto, eu sabia que levaria comigo nestes bolsos vazios, mais que uma memória. Um desejo infindável.
Tu tens a voz mais suaves, o problema é que sou surdo, tens os lábios muito doces o problema é que sou diabético e linda, o problema é que sou cego. Que pena!
Antes de conquistar a exaltação, a consciência passa por três degraus: o estágio do ódio que é impulsivo, o estágio da dor que é reflexivo, e o estágio do amor que é contemplativo.
É preciso dizer ao homem que o sol das manhãs traz consigo todos os dias a certeza de que do passado não podemos nos libertar inteiramente, pois é olhando para ele que percebemos que não só resta saudade, mas que as lições já vividas servem de norte na caminhada da longa estrada da vida.
Devemos aprender com os sábios, que compreendem as incompreensões, que entendem e sabem conviver com os desentendimentos, e que na escuridão do materialismo acendem a luz espiritual para guiá-los ao encontro da paz.
Icemos nossas velas para a construção de um mundo mais justo, onde impere a paz, a solidariedade e o amor
Vivemos hoje num mundo de guerra e de paz. Mundo bipolar, de miséria e luxúria, de água para se banhar e abundante sede para se matar; dos arrogantes escravos do poder e dos humildes partícipes da ceia da compreensão, da solidariedade e do amor.
Não adianta querer impor mudanças de regras de convívio social a partir da simples e protocolar edição de leis, sem que se trabalhe a consciência e o modo de pensar e agir do próprio ser humano
Esqueçamos as guerras e lutemos por uma criança feliz, pois só assim, erradicaremos uma legião futura de adultos incapazes de praticar a paz.
O homem deve derrubar os muros e andar pelos jardins da liberdade; deve voar nos pensamentos da fraternidade e repousar o espírito nas plumas do amor.
A sociedade dos desprovidos é vizinha a dos abastados. Destinos infinitamente antagônicos. Mas como modificar essa realidade? Simples, praticando o amor e a solidariedade
O nosso olhar às vezes é levado pelo vento das lembranças, enxergo um mundo sem drogas, repleto de amor, paz e solidariedade.
Tempo. Tempo velho amigo. Tempo menino, dê-nos a chave do teu segredo. Diga-nos por que você sempre é criança
O poder fascina e algumas vezes alucina. É importante saber chegar, conviver e deixar o poder. Os que para isto não estiverem preparados, certamente causarão tempestades, que, depois, lhes causarão transtornos difíceis de contornar. Aquele que tem em suas mãos a sublime missão de comandar, há de entender que seu coração não pode jamais ser levado por impulsos de ódio ou de paixão
Ao inventar a vela de acender, buscou o Homem produzir luz que se apaga, ao se queimar totalmente a derradeira porção de seu pavio. Até a luz elétrica tem seu ciclo de luminosidade, precisando ser renovada sempre. Pobres Homens-deuses, com o poder nas mãos: inventam e reinventam luzes. Acreditam que a claridade decorrente dos holofotes dos cargos que ocupam os deixam mais luminosos e, até quem sabe, eternos.
A história relaciona homens que foram verdadeiramente grandes, não por seu tamanho físico, mas pela sua imensa inteligência, pelo seu caráter, ética e a dignidade. Homens que se notabilizaram pelo incrível dom de comandar, administrar e liderar, sem perder a humildade e o jeito simples de ser
