Poesias de amor
Este sentimento (AMOR) humildemente percorre vidas e mundos na sua própria solidão. Consegue-nos fazer: rir, chorar, sentirmo-nos loucos e perdidos na imensidão de um deserto, no oásis de um simples beijo. Este sentimento ( AMOR) absoluto de todas as almas, que por ti morremos, por ti nascemos e por ti vivemos; em todas as viagens de almas.
A intensidade do Amor tem a capacidade de distanciar-se do mundo. E num só momento de amor, consegue fazer deste, o seu próprio Mundo.
Fazer amor é: o instinto do Amor a entregar-se à importância da vida, muito depois da existência do corpo.
A espécie humana distancia-se do Amor porque este sentimento comprova que a humilhante miséria humana inicia-se no coração.
O Amor é um sentimento com capacidade para ensinar a humanidade a comportar-se como animais racionais.
Existem olhares que colidem inesperadamente e reconhecem que o Amor é uma confissão eterna: esse momento suspende a acção da vida.
Na interioridade de um beijo de amor, despem-se mutuamente, milhões de inacessíveis palavras: da cor epidérmica da alma.
Existe uma excessiva incompatibilidade entre o Amor e Humanidade: necessitam o auxílio urgente da verdade.
Amor é saber que o mar pode transformar-se em deserto e ainda assim, continuar a remar em todas as tempestades.
Na esfera humana o amor é existencialmente imperceptível; e o ódio uma marcha que se desloca com a existência.
Previsão meteorológica do Amor para amanhã: olhos sem precipitação, felicidade sem períodos nublados e coração com temperaturas amenas.
Materiais necessários para fazer amor: alma, coração, amor, paixão, desvelo, cumplicidade, mente e corpo. Materiais necessários para fazer sexo: corpo.
Quem opta pelo luxo em detrimento do Amor, aparentemente vive uma vida de luxo, mas internamente vive dias de lixo.
Sorte daqueles que não conheceram o Amor, não sofreram. Pouca sorte daqueles que não sofreram, nunca existiram.
Quando escrevo não sei o que estou a escrever, mas quando escrevo sobre ti, o Amor diz-me que é poesia.
A segundogenitura confirma e reforça o amor incondicional pela descendência gerado, inicialmente, com a primogenitura.
Quem tem autoestima e amor próprio não sente a menor necessidade de desumanizar outras vivências, muito menos outros corpos e diferenças.
As doenças da Alma ou do Sujeito só curam através do Amor, Amor à Natureza e ao Próximo e a Si mesmo!
