Poesias de amor
Acho que ainda não entendo nada sobre amor. Mas, na minha opinião, se tiver medo de perder, não vai jogar bem.
Tão importante quanto o amor-próprio, é o respeitar-se a si mesmo. No fundo, sabemos, que sempre existe uma voz interior que nos diz exatamente o que ela quer que façamos naquele dia. Em uns ela nos instiga a sair, viver, interagir. Em outros momentos tudo que precisamos é de um pouco de solitude. Ouvir essa voz é fundamental para um dia de paz. Tem dias que simplesmente não sabemos o porquê de estarmos aqui, tendo a estranha sensação que não pertencemos a nada, mesmo em meio a outros, nos sentimos sós. Em outros acordamos distribuindo abraços, porque o simples fato de estarmos aqui, é o suficiente para sermos gratos. Na verdade, nunca estamos sozinhos, essa “bipolaridade” é própria do ser humano. Quando finalmente entendemos isso não nos cobramos tanto! Aprender e entender tudo isso é uma parte difícil do processo. Compreender que devemos nos cuidar e autoconhecer para estarmos bem em qualquer um desses dias.
Amor! Quando o café estiver pronto mande um "Bom dia". Tudo será perfeito, seus beijos, sorrisos e abraços. Por enquanto deixe-me dormir, ate que chegue a alegria.
Enquanto existir Amor, virá a dor. O amor reflete nosso melhor, mas nos deixa sensível, vulnerável e algumas vezes tristes.
O bem que você planta, cresce e volta para você. O amor que você dá ao mundo, cura e te transforma. O seu sorriso contagia e cada respiração sua é importante para alguém. Você é uma pessoa rara, merece todo o amor que dá aos outros. E mais: muita coisa boa vai acontecer na sua vida.
O amor é uma das maiores virtude da vida. Mas, não pense que terás paz por amar a todos. Pelo contrário, aquele que ama sofre muito. Pois, enfrenta a inveja e a perseguição de muitos que não aprenderam a amar.
Oh amor demonstrado em "palavras" duras e verdadeiras é bem melhor do que nas lisonjeiras pescadas no mar da falsidade, pois quando alimentados por mentiras somos contaminados por uma razão robusta e até arrogante capaz de matar em nós a esperança tão necessária à vida..
O amor é algo complicado de se falar, particularmente subjetivo demais, porque pode ter várias formas e jeitos para expressar e ao mesmo tempo simples por ser um só, apenas uma essência.
Amar é uma dádiva, é a glória de Deus. Mas tomes cuidado para não ultrapassar os limites do amor deixando de si amar. Pois agindo assim avançamos o limite e passamos "viver" no território da paixão.
O amor é tudo que levamos desta vida e junto com ele as lembranças que são a essência do amor, ou seja amar é lembrar.
Solidão é uma palavra exagerada pra definir a falta de amor. Talvez devêssemos nos amar mais e não vivermos esperando ser amado por alguém. Amar a si próprio é reconhecer a sua própria existência e resistência de existir. É se elevar num grau a mais na hora de decidir, porque quando você se ama, você se permitir ser quem é de verdade, com todas suas características, falhas, e desejos de dever cumpridos, mesmo diante de várias críticas, que muitas vezes são vindas de você mesmo. Esse é um dos pontos falhos na construção de quem somos numa sociedade que nos rotula a todo instante: “Você é isso e pronto”. Mas o permitir ser fora da caixinha é a verdadeira essência do amar a si mesmo, que pode ser a primeira condição do coexistir. Dentro de nós existem culpas, inseguranças e a falta de aceitação, porque essa é a instância de amor-próprio, é um processo de estado muito árduo e complexo que exige mudanças e descobertas de você, o que implica nas nossas condições vivenciais, dos olhares sobre nosso corpo, nossa mente, nossa forma de agir e pensar, e quando não aceitamos essas mudanças, deixamos de nos amar, fechamos os olhos, nos rotulamos, e fingimos ser quem não somos numa solidão sem amor, cicatrizada pelo desespero de querer ser feliz.
A quantidade de amor que vemos no mundo é proporcional ao amor que faz morada dentro de nós mesmos.
Não devemos comunicar nosso amor por Cristo(egoísmo), mas o amor de Cristo pelas pessoas (altruísmo).
A curiosidade e o conhecimento se entrelaçam; o amor e o respeito se afeiçoam. Juntos de mãos dadas, felizes seguirão.
Acredito muito na construção do nosso respeito e amor-próprio antes de deixar alguém acessar a nossa vida, bem como antes de ousarmos estar na vida do outro. É necessário termos prudências em nossas escolhas. Ocorre que, muitas das vezes centralizamos em excesso o nosso amor-próprio, logo, por um descuido, ficamos racionais e perdemos um pouco da nossa flexibilidade em se doar para o próximo. Por isso, as vezes, não achamos critérios suficientes no outro que possa nos agradar e isso gera em nós o perfeccionismo e por consequência a intolerância. Diante disso, corremos o risco de cultuarmos o nosso egocentrismo e de criarmos um escudo emocional em nome do amor-próprio. É preciso entender que o amor ao próximo passa pela nossa compreensão de sabermos que todos nós somos dotados de imperfeições e que amar também é se doar e correr riscos. Permita-se.
Olham-me com desconfiança por ser mais nova que meu amor. Eu rio da ignorância, afinal, sei que onde a falta de amor anda não existe passaporte de idade. Entendo que as pessoas se entregam aos desamores e tornam-se amargas, mas conheço bem o sentimento de amar. E o amor não é rotulado por nada. Nada que existe pode barrar esse sentimento, pois é indomável e rebelde por natureza. Não obedece regras, tampouco as banais, como rotular sentimentos por faixa etária.
“Circunspecto, ponho-me a refletir e, diante de tantas intermináveis elucubrações, defino: o amor não é senão um salto à sua própria origem!
Não force ninguém a amar você. Amor forçado não vale a pena. Tenha um ótimo começo de fim de semana ❤️
