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Poesias de Alma

Cerca de 30340 poesias de Alma

Esta suavidade dá paz na alma, uma sutileza tão bela onde enxergo a magnitude do Criador. A vida é bela.
#bysissym


"Eu tinha um inverno no coração,
mas ele transformou em
primavera da minha alma."
🍃🌹

⁠🌹
Tenho um mar de amor à
altura dos olhos.
Há quem diz que neles
vemos a alma.
Que neles se escondem
todos,
Segredos.
Medos.
Dores.
Desejos.
🌹

⁠"Apaguei a minha tristeza e
acendi uma boa música.

Minha alma quer melodia e
não ruídos…

Felicidade é ouvir o teclado
que faz a minha alma dançar."

"Se a saudade chegasse pelo
ar como as ondas de rádio,
em que lembrança eu
sintonizaria a memória?"

⁠"Um beijo na testa estimula sua
glândula pineal.
É como beijar a alma de outra pessoa."

⁠🥀
Saudade é uma estrada
que não existe mais.

Mas é por onde nossa alma
adora caminhar...
🥀

⁠"Tem uma pessoa que quando
chega até a nossa alma sorri.
🎯
Não espere pelo "quando..."
🎯
A esperança é um pedacinho
do "agora" na gente que sabe
que vai dar certo."

⁠🌷
Olhar é abrir os olhos.
Ver é abrir o coração.
Enxergar é abrir a alma.
Um olhar fala pelo coração.
Mas só quem ama,
entende o que eles dizem.
🌷

Resistir a dor de uma alma lacerada
Dói de tanto sentir, alma desamparada


Agarro me a fé, deixo me ir ...


É difícil resistir, dói de tanto sentir


Meu desejo é partir, deixar de existir


Minha alma perdida ... ferida


quero mesmo essa partida ....


meu grito interior, esconde a dor sentida


Tenho medo de viver ...


Não tenho medo de morrer ...


Se eu soubesse; não queria nascer


Tenho vontade de apagar meu ser


desligar meu sofrimento, partir


Não quero existir, persistir

Amiga de alma e de luz sem igual,
Lidera com graça seu brilho vital.
Encanto que emana em cada sorriso,
Sabedoria de quem faz o que é preciso.
Sensível, mas forte, com garra e paixão,
Abriga o mundo em seu grande coração.
Nobreza de espírito em tudo o que faz,
Defensora da vida, do amor e da paz.
Rara virtude, presença que inspira,
A nota mais linda em qualquer melodia

⁠Vejo, com os olhos d’alma, a escuridão da noite
Noite que me fascina e prende
Na negritude de seu seio encontro um baluarte seguro
Nunca houve dificuldade ou problema sem solução que resistisse ao seu acalanto
Quieto, em paz, escuto sua melodia quente
Tal qual o canto da Iara nos rios da infância
Inebriado no encanto nanquim, sinto revigorar o ânimo
E o peito exangue volta a pulsar com valentia
Não há palavras que sejam belas o bastante para exprimi-la
Nem gestos nobres o bastante para reverenciá-la
Por isso, frustado, deixo meu coração à sua margem
Na esperança de que ela o acolha e o reconheça
Como era no início, como sempre deveria ser.

Deus me livre do fanatismo religioso.
Ele cega a alma e fecha as portas do coração para os outros.

"Algumas pessoas de alma estreita dizem: "Por isso ou aquilo, que é meu objetivo de vida, eu abro mão de tudo..."

Abrir mão de algo é se negar a plenitude da existência, assim estas pessoas não vivem, só existem, por um curto período de tempo....

Clair de Lune
(Paul Verlaine)

Tua alma é um jardim escolhido
onde andam mascarados e bergamascos
tocando alaúdes e dançando,
meio tristes sob seus disfarces.

Cantando ao tom menor do amor vitorioso
e da vida em tom maior,
eles não parecem crer em sua própria felicidade,
e suas canções se misturam com o luar,

com o tranquilo luar triste e belo,
que faz sonhar os pássaros nas árvores
e chorar de êxtase os jatos d’água,
os grandes jatos d’água esguios entre as mármores.

Sou um renascentista


Talvez eu tenha nascido fora do tempo,
mas minha alma caminha pelas ruas de Paris.
Não as ruas apressadas do turismo,
mas aquelas onde a madrugada ainda cheira a vinho, tinta e papel.
Onde os músicos tocam como se o destino dependesse de um acorde
e os poetas bebem a lua em silêncio.
É ali que existo — entre o som e a palavra,
entre o piano e o abismo.
Sou um renascentista: músico, poeta, pianista.
Vivo entre o sagrado e o profano, entre o vinho e o verbo.
Cada nota que toco é um pedaço de mim tentando renascer,
cada verso, uma confissão que o tempo não conseguiu apagar.
Não bebo para esquecer, bebo para lembrar —
que a vida, como a arte, é feita de breves eternidades.
Quando sento ao piano, sinto Paris me ouvir.
Os fantasmas de Debussy e Ravel espiam por sobre meu ombro,
e o Sena, lá fora, parece repetir minhas notas nas águas.
O poeta em mim escreve o que o músico sente;
o músico traduz o que o poeta pressente.
É uma comunhão silenciosa entre o som e o pensamento —
a forma mais bela de loucura.
Ser renascentista é não aceitar a indiferença dos tempos modernos.
É crer que a beleza ainda pode salvar,
que o corpo é templo e o amor é arte.
É brindar com o vinho e com o caos,
com a esperança e o desespero,
porque tudo o que é humano é divino quando há música no coração.
Sou um renascentista.
Poeta, músico, homem que vive nas ruas de Paris —
onde o tempo se curva diante de um piano,
e o vinho se torna prece nas mãos de quem ainda acredita
que a vida é, acima de tudo, uma sinfonia inacabada.

CLARIDADE DO INDIZÍVEL




Tua alma é um pátio antigo onde o silêncio respira,
e por onde passam figuras que não sabemos nomear,
ecos de vidas que ficaram presas na memória,
sussurros que dançam entre luz e penumbra.


Ali, o homem que és se desfaz do mundo,
larga o peso, a pressa, o roteiro imposto,
e caminha como quem toca na própria sombra
com a delicadeza de quem sabe que tudo pode ruir.


O vento te ensina gestos que esqueceste,
a chuva te devolve a inocência da água,
e a noite te veste com a claridade que não fere,
essa luz que não ilumina, mas revela.


E no fundo desse jardim escondido,
onde nenhum ruído do mundo te alcança,
há uma fonte que insiste em murmurar verdades —
verdades que não se dizem,
mas que o teu silêncio entende.


É ali que te reencontras:
entre o eco do que foste
e o lampejo do que ainda virá,
sob o luar que não consola,
mas que te devolve a ti mesmo.

Tudo o que amei, amei sozinho. A solidão é o estado original da alma quando ela não negocia consigo mesma. É nesse espaço sem plateia que o amor existe inteiro, sem função, sem utilidade, sem promessa. Só somos nós quando estamos sós. O resto é adaptação ao olhar alheio, ruído social, sobrevivência simbólica.
Sou um completo desconhecido para os outros. O que chega até eles são fragmentos, gestos toleráveis, versões aceitáveis. O essencial não atravessa. A identidade real não circula, não se presta, não se oferece. Ela permanece recolhida, densa, silenciosa. A alma humana não se deixa tocar sem perder forma.
Minha canção nasce no silêncio. No silêncio onde se cria o absurdo. Onde o impossível se organiza. Onde a palavra não explica, apenas existe. No silêncio onde se esconde o medo. O silêncio sustenta aquilo que não pede tradução, aquilo que não aceita clareza.
Essa é a autópsia da alma humana. Amar sozinho. Pensar sozinho. Existir sem testemunha. Permanecer inteiro longe da compreensão. O que importa não se anuncia. Não se justifica. Não se resolve. Fica. Em silêncio.

O poder, quando cai nas mãos erradas, não constrói. Ele corrói.
Corrói a alma. Corrói o caráter. Corrói a humanidade.

Estamos vivendo dias sombrios.
Enquanto líderes discutem o aumento do alcance de mísseis de longo alcance e o fortalecimento de arsenais nucleares, crianças morrem em silêncio — não por guerra, mas por fome.

Bilhões para destruir.
Centavos para salvar.

Eu sou um pobre mortal.
Não tenho exército. Não tenho poder. Não mando em nações.
Mas sei que vou morrer. E talvez seja exatamente essa consciência que falta aos que se acham eternos.

A vida é breve.
Breve demais para ser usada para alimentar ódio.
Breve demais para ser gasta defendendo crueldade.

Vi uma campanha da UNICEF:
“Com um real por dia você salva uma criança na África.”

Um real.

Há quem invista milhões para aperfeiçoar a morte.
Eu investi um real para proteger a vida.

Não vou salvar o mundo.
Mas se uma criança dormir alimentada por causa de um gesto meu, minha existência já fez sentido.

O que mais me assusta não são apenas os líderes que promovem a guerra.
O que mais me assusta são as pessoas boas que, por vaidade, por ideologia ou por conveniência, escolhem defender a maldade.

Parem.
Respirem.
Perguntem a si mesmos: que lado da história eu estou ajudando a escrever?

Porque um dia, quando tudo isso passar, não restarão discursos.
Restará a memória.

E a história será implacável.

Ela não lembrará quem acumulou poder.
Lembrará quem escolheu a vida.

MANCHETE DA NOSSA GERAÇÃO:
Em um tempo de armas apontadas para o mundo, alguns homens comuns escolheram apontar o coração para a humanidade.

Eu sou apenas um mortal.
Mas escolhi o lado da vida.

E você?

— Nereu Alves

Mulher
Eu aprendi cedo
que ser mulher é equilibrar o mundo
sem deixar cair a própria alma.
Já engoli silêncios,
já ouvi “não é o seu lugar”,
mas transformei cada limite imposto
em degrau.
Carrego lutas que nem sempre aparecem,
mas também carrego sonhos teimosos
que ninguém conseguiu arrancar de mim.
Sou delicadeza, sim —
no jeito de cuidar, de ouvir, de amar.
Mas sou também voz firme,
passo decidido,
coração que não aceita injustiça.
Ser mulher, para mim,
é acordar todos os dias
e escolher existir inteira —
com força, com doçura,
com coragem.

⁠Você já adoçou a
vida com uma
serenata? Então,
isso é que o amor
faz ele suavizar a
alma do casal
fazendo ele fica
mais gostoso
como o melhor
chocolate. Se isso
Já é bom adoçar a
vida com um belo
chocolate,
imagine com um
beijo de sabor de
sorvete ou
chocolate da
pessoa que você o
ama?