Poesias curtas de Amor
O amor é livre e divino: o amor toca as sendas dos Céus! O amor sublime é tão lindo, porque procede de Deus.
O maior entretenimento é fazer a outra pessoa feliz, compartilhando com os atos do amor do seu coração.
Um casamento feliz e saudável contém ingredientes do amor, da aceitação das diferenças, de bases espirituais iguais, dos mesmos objetivos, dos acertos sob o perdão e da mútua fidelidade.
O verdadeiro afeto não aplaudido o que destrói, mas corrige com firmeza e amor para guiar quem está errando para o caminho certo.
Substituir o amor ao próximo ensinado por Cristo pela militância do ódio nas universidades revela o caráter corrompido de quem usa o diploma para espalhar a maldade.
Nenhuma mulher cruza nosso caminho em vão: umas vêm para ser amor para sempre, outras para afastar a solidão, e algumas para nos abrir os olhos e trazer o livramento.
O amor amadurece como as boas canções: com o tempo, elas ganham mais sentido. Enquanto eles curtem o momento, eu celebro a eternidade de um sentimento bem cantado.
O amor é o que nos une, mas a solidão é o que nos define. Só quem sabe estar só consegue amar sem carência.
Adeus, meu ex-amor. Guardo as memórias boas, mas sigo em frente com a certeza de que nossos caminhos agora seguem direções diferentes.
Pergunto ao vento onde está o meu amor, na esperança de que ele sopre a resposta direto para os meus braços.
Olho para as estrelas e questiono: onde está o meu amor, que ainda não cruzou o meu caminho para iluminar o meu céu
Fecho os olhos para tentar sentir o teu cheiro e sussurro baixinho: onde está o meu amor que faz falta em cada despertar?
Meu amor por você é como a zona abissal: um lugar onde a luz de fora não alcança, porque ele brilha com a própria intensidade do que guardamos no fundo do peito.
Não tenha medo da pressão ou do escuro; meu amor é a água calma que te envolve onde ninguém mais consegue chegar. No fundo de tudo, somos só nós e a imensidão.
No meu jeito de ver o mundo, o amor não prende. Se eu a amo de verdade, eu a deixo viver, porque ela não é um objeto que eu possuo, mas uma pessoa livre que eu escolhi admirar.
No meu jeito de sentir, amor não combina com posse. Amar de verdade é respeitar a liberdade dela, sabendo que ela não me pertence, mas que escolhe estar ao meu lado.
O amor verdadeiro é imortal: ele nunca morre, apenas ressurge das cinzas como uma fênix, ainda mais forte e brilhante.
Onde muitos veem o fim, o nosso amor encontra o recomeço. Como a fênix, ele renasce das próprias cinzas para provar que a eternidade é o seu único destino.
O tempo pode desgastar, mas não destruir. Nosso amor tem a alma da fênix: morre em saudade para renascer em presença, sempre eterno.
