Poesia sobre poesia
Se sei, afirmo que não sei...
Ao confirmar qualquer conformidade recaem sobre mim o peso de alguma cobrança!
Nós seres humanos de um dia,
se tivermos a dúvida como um meio pra decidir sobre o essencial
pode ser um caminho.
Porém se a dúvida for referente a uma resolução aplicada como urgente por um fim, certamente podemos afirmar ser trágico.
Pois em um ato decisivo não cabe a mesma.
... me perguntaram sobre humildade?.
Eu! quem é?
...quem é que tem?
...onde vende?.
Não seria o egoísmo?
Estes estão por ai às soltas, aos bilhões.
O Ano, 2020...
Os cálculos sobre as pestes.
A contabilidade das almas desencarnadas.
As irrecuperáveis ausências e os recuperáveis estados dos sobreviventes com todas as possíveis reflexões pra sobrevivermos, abrindo o peito pra deixar à mostra o coração e engolir todas as lágrimas, mas mostrar nossa gratidão à todos os causadores do infortúnio!
Obrigado Divino Criador!
Se com o passar dos dias
não amadurecermos no mertafisico sobre o mundo, apodreceremos neste fatídico mundo...
... e lendo Gibran, o Profeta.
Falou-se e comentou-se sobre o Amor!
E, em seguida sobre os humanos.
E tão relevante como o Amor é também o ser humano.
Pois se não existirmos onde entraria o Amor?!
... e percebendo está magnitude entendi que é preciso, e se faz nescessário a congruência de ambos pra que de fato exerçamos oque ele afirmou de Humanismo.
Salvê Khalil Gibran
Por algum tempo sonhei com alguns idealistas. Sobre os homens que ascendem ao poder.
Mas por esses tempos percebi que estes mesmos, teem em seu ãmago, inflado o super ego inferior, os quais tornam-se escravos de si mesmos ao escravizar o outrem...
A partir do momento que nos atentarmos sobre a nossa moral será
inaceitável trocar nossos princípios pelos prazeres...
Não fique contabilizando o quanto faz e o que já fez pra encontrar respostas sobre si, pra compreensão do outrem! Cada qual tem seu Dilema, e cada qual tem sua perspectiva.
...e acredito que tenta o mesmo que eu, e você!
Pense nisso.
Já ouvi muitas, inúmeras vezes conselhos sobre tudo, estes quem sabe dos anteriores argumentos.
Mas aos escuta-los de novo e de novo soam como se fôra a primeira vez.
É certo isto?
Parece que o outro eu discorda ou não deu ouvidos antes...
Me perguntam e pedem pra dizer oque penso sobre a Morte.
E reluto!
Como entender o algo indecifrável, desconhecido e dúbio de compreensão.
Acredito que a única aceitação da morte se faz por entender sem compreender o mirar, o contemplar de um céu de conformidade e conformação.
Só posso ir até aqui...
Devemos
celebrar o Amor!
O sublime Amor.
Não haveria nada sobre a terra se não fosse o bom
e eterno love...
Com base no sugerido!
As pessoas, TODAS, anseiam perguntam sobre Deus.
Busque antes o "Quem sou Eu",
é mais relevante.
Já a Divindade já adianto-lhe está em nós.
Sobre os Homens os astros até influenciam.
Porém estes não teem o poder de os efetivar sobre qualquer ideia gerada!
Serão eles, os Homens, quem decidirão seus futuros.
A árvore é a vida, e os frutos somos nós! Dependendo do vento sobre essa árvore saberemos o quanto estamos agarrados nela e sendo melhores frutos.
Aprimore sua seiva nessa árvore, com boas emoções, cuide de sua árvore.
Um empreendedor não busca ganhar sobre os outros.
Ele luta e não barganha porque ele batalha junto com os outros.
Porque se não, quem ganha de quem?
...e oque ganhou, ganhou pra que?
Seríamos meros expectadores de ruínas próprias e do que andou ao meu lado.
O algo que lá na frente teria que ajudá-lo, porque se não, já não haveria de quem barganhar pra supostamente ganhar. Compreende?!.
Não passou se quer um Homem sobre a
face da terra que não tenha deixado ainda que pequeno um raio de sua luz.
Basta apenas perceber suas pegadas.
As pessoas divergem e discutem sobre futebol, religião, política.
...e transgridem em ações quando imaginam saber e entender este paradoxal modo de perceber oque imaginam que é viver!
Afinal se quer sabemos entender, esse modo que classificam de Viver.
Religião, ao meu observar é opção de Egoísta.
Se achegar, ou imagina-se estar sobre as graças do Divino por almejar recompensa. Uma ideologia invertida primária do desapego do receber.
Assemelha-se a um investimento, como se fora algum plano de previdência privada.
