Poesia sobre Momentos Felizes
ALEGRIA PASSAGEIRA
Ela é bem vivida nas festas, festivais e carnavais. São momentos de boas risadas sem verdadeira alegria; boas conversas, mas apenas superficiais... As angústias vividas continuam presas no profundo do coração e passados os momentos de ilusão, tudo volta com força devastadora que trazem dor, angústia e inquietação...
Só em Deus o coração encontra paz!
Valorizem os bons momentos e mantenham as boas lembranças. A vida é feita de altos e baixos.
Condenar uma casa a ruína só por causa de um degrau é tolice.
Não de alimentos ao pessimismo e as tentativas de derrotas que surgirem.
Passamos por momentos difíceis e no mesmo, procuremos em oração nos fortalecer.
Sente-se só e desamparado, lembre-se que existe, dores irreparáveis, pois não podemos,
devolver a vida ao próximo, e este poderá ter, outra oportunidade se nesta créditos obteve,
e você, tua falta lhes dará crédito para seguir.
E o que nesta não está mais presente, não sofre mais, e apenas no tempo e atitudes,
deixou para a família a sua conta.
O vazio da ausência, então oremos para que fique em paz e busque evoluir.
AUTO REFLEXÃO:
Há momentos na vida que tomamos decisões
As quais sequer sonhamos o que virá aflorar no futuro
Ai sim são momentos que muitas vezes por não ouvirmos
E só deliberarmos,
Temos a sensação que quase sempre atiramos
No próprio pé
Momento em que acordamos do sonho
E de maneira pragmática,
Ensaiamos formas mais elementares
De começarmos a entender
Que vivemos o mundo antiético, escuso onde as pessoas
Tratam melhor quem “Bem se Veste”
Os valores humanísticos, quase sempre são substituídos
Por bens Frívolos
Assim sendo, colocamos a cabeça no travesseiro e como a sentinela,
Assistimos o alvorecer
Contudo, o amanhã nos permite outra vez sonhar e sonhar...
Sonhando buscamos alçar grandes voos,
Com perseverança, atingimos o cume
Mesmo ainda descrente do semelhante
Volto a sonhar
Pois tenho comigo a certeza de que decidi com razão
Mesmo que para sanar o coração
Doravante, tudo, tudo é receita...
CRÔNICA AO COTIDIANO:
Há momentos que pensamos em um só instante Pluft... Jogar tudo para o alto e desaparecer... Evaporar em brumas e só!
Você ainda não se sentiu assim? Como se estivesse dentro de um quarto fechado sem entrada nem saído? Como uma roupa justa, justíssima, sob sol a pino. Feito uma gravata sufocando-lhe a respiração?
Quiçá o sapato mutilando seu quinto dedo.
É certo dizer que assim nosso mundo desaba sobre nossas cabeças deixando transparecer não ter fim todo esse sofrimento que sucumbe nosso bom humor em um contexto que propõe empatia.
Ah! Você não se liga? Ou nunca vivenciou?
Certamente és o pensamento de que as estações são mutáveis. De maneira seleta e glamurosa. Ah! Como é assustador esse nosso momento de ausência.
Ora! Quem nunca viveu esse tédio e suas maluquices em seu cotidiano de outrora?
Então, mirem-se nas Marias/Marias – Fateiras do nosso sobrevivente Araçagi que nas tardes de sexta-feira cantarolavam em suas margens enquanto lavavam seus “fatos” vendidos no dia seguinte na feira livre da “Esperança”.
Tais quais as lavandeiras do romântico Tejo, do imortal poeta português Fernando Pessoa que também foram vítimas dessa famigerada pantera austera.
Não obstante, só depois de crescidos convivemos com esse mal.
Todavia, só há um lenitivo para a cura desse Mal Agouro que assola a humanidade. Renascer... Deveras renascer.
Será? Ou quem sabe se espelhar nas Marias/Marias do Araçagi ou nas lavandeiras do Téjo que além de lavarem seus “Fatos”, deixavam fluir naquelas águas correntes seus tédios para aflorar a vida.
Em certos momentos
Incertas certezas
Mas daí vem a solução
Estar dissolvido
Em um almoço de domingo
Com uma nova paixão
A menina que visita
Elevadores e templos
Em praias e momentos
Em vista deslumbrante
E desigual
Bah, tu ia?
Bah, ia
Usando cada Giga de sua memória cerebral
Valorizando o real
Para guardar as fotos
Na cabeça
Em prol da imersão
Antes que os tempos a levem de avião
E novos desafios
Surgirão
Do calor nordestino
Ao frio de rachar
Que em transformação
Nunca esqueça
De volta e meia se lembrar
"O vento soprou e
logo veio a sensação
de arrepio, lembrei
dos momentos fortes
que passamos, de seus
maravilhosos lábios a me
beijar, isso me fez delirar"...
Não tenha medo de ser feliz
o medo esta presente em vários momentos da nossa vida, e a vida sem medo é como um céu sem sol, o brilho esta nos seus desafios....
Pensamentos solitários;
A solidão logo chegou
em minha mente longos momentos
pensantes então ficou.
Pensei na harmonia, na minha felicidade, na desigualdade.
Nos tempo difíceis, na minha liberdade.
No balançar do cabelo da linda morena.
No doce luar, no amanhecer, no entardecer, no suave beijo daquela adorável pequena.
Saudades e vários pensamentos ficaram no ar.
Um longo suspiro soltei, e neste breve momento então constatei, a bela felicidade
tem que persistir e com certeza muitos dias de harmonias ainda iram existir...
Me apaixonei pelo seu jeitinho de ser;
Veja que meigo este caminhar, em alguns
momentos me faz viajar.Doce garota perfumada, me deixa completamente
desorientado, diante de tanta beleza, com toda certeza esta exuberância encanta
qualquer um e creio que sou mais um.
Hoje passei novamente ao seu lado
você toda simpática sorriu, este seu jeitinho
de ser realmente mexe com todos os meus
sentidos, inibe minha defesa me provoca
calafrios, aí que sentimento complexo que já mais existiu.
Hoje ao dormir nos meus sonhos pretendo te encontrar, e ao meus braços poder te abraçar....
...E neste lindo luar sua presença posso sentir, tudo tão
real que alguns momentos consigo te imaginar ao meu lado.
Surreal o que sinto, seu olhar safado me chama atenção, seus
lábios nos meus lábios tocando, em um ritmo suave...
IV. Quando o corpo tateia e a alma enxerga
Há momentos em que os olhos nada veem. O mundo parece apagado, a esperança, adormecida, e cada passo se torna um gesto de fé. É nesses instantes que o corpo tateia, mas é a alma quem enxerga. A luz que conhecíamos se apaga, e outra, mais tênue e interior, começa a brilhar no que parecia ruína.
A visão sensível não se faz pela retina, mas pela escuta do ser. Enquanto a claridade nos permite perceber o outro, é na escuridão que finalmente percebemos a nós mesmos. O silêncio se adensa. As certezas escorrem pelas frestas. E tudo aquilo que julgávamos possuir, controle, sentido, direção, revela-se areia entre os dedos.
Mas não é desespero. É transformação. Como o casulo escuro onde a lagarta, sem saber o que virá, dissolve o que era para que algo possa nascer. Como a noite do deserto, onde nenhuma estrela aparece, e ainda assim o viajante segue, guiado por uma memória que não é racional, mas ancestral.
A alma, ao atravessar o escuro, descobre que a luz não é destino, é consequência. Ela não é buscada, mas acesa, no ritmo do amadurecer invisível. E quanto mais o mundo apaga seus refletores, mais a centelha silenciosa ganha força dentro de nós.
É bem possível notar a impetuosidade dos momentos calorosos de verão e a prudência trazida pela maturidade numa junção interessante, abrigada na tua essencialidade.
Basta perceber a espontaneidade do teu belo sorriso e a fogosidade radiante do teu olhar, atento e decidido, um nexo bastante peculiar que pra mim, é mui perceptível.
Não é minha intenção ser petulante, mas ficarei honestamente surpreso se disseres que estou enganado, diante de um aspecto vívido que considero tão notável.
Estando eu bastante imerso em um destes momentos raros de relaxamento, principalmente, se o tempo estiver fechado, fecho logo os meus olhos e ouço com afinco uma mescla profusamente admirável do som confortante da chuva caindo com o de um piano sendo tocado, gotas em afinação com as notas, um alívio afinado.
Sem demora, fico muito relaxado e motivado por esta agradável sonoridade, desperto a minha férti imaginação, a qual transporta-me pra um belo cenário emocionante de céu aberto, lindamente iluminado, chovendo levemente sobre uma dança primorosa de passos precisos e sentimentos consistentes numa noite grandiosa.
Desde que seja atenciosamente ouvida e que haja identificação, a música pode ser uma das chaves para outros mundos que estão fora da nossa realidade, mas com o máximo de realismo, onde o lúdico passa tanta verdade que acarreta num sincero regozijo que nutri a sanidade, por isso que acredito piamente que ela é imprescindível para se alcançar sobriedade.
Em diversos momentos,
Dentro do nosso próprio universo,
Ficamos Orbitando
entre nossos sentimentos,
verdades, receios, responsabilidades
Durante uma viagem, por vezes, necessária
numa galáxia de complexidade,
mas não devemos esquecer
de que há outros universos
para se conhecer.
Um fim, apesar de indesejado
após tanto tempo investido
e vários momentos vivenciados,
também pode surpreender
quando se consegue compreender
que foi necessário
e que não há motivo para entristecer
e culpar a si ou apontar o culpado,
um feito difícil de se alcançar
e ainda há os fins que são tristes
mais difíceis de se aceitar,
Entretanto, com todos eles,
pode-se aprender e deve-se enfrentar
como uma fênix que precisa morrer,
em cinzas se tornar
para renascere voltar a voar.
Às vezes, É preciso
de um instante de conflito
pra afastar momentos de terror,
Resgatar a tua Paz
e Fazer-te apreciar
o teu próprio amor.
Sinto saudades
do dia que nos conhecemos,
dos momentos que vivenciamos
de uma amizade que foi crescendo
tornando-se em um grande amor
com o passar dos anos,
Algumas vezes, discordamos,
nossa vida juntos não foi perfeita,
mas sempre nos amamos,
a perda nunca é facilmente aceita,
ainda assim, sou grato
por ter tido ao meu lado
uma amiga, namorada e esposa,
fui muito por Deus abençoado,
agora, carrego-te comigo na memória
com as nossas vivências de felicidade
até que chegue a hora
de encontrarmo-nos na eternidade.
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